Posts tagged ‘sus’

Humanização na saúde é necessidade, muito mais do que um conjunto de ideias políticas

e-mail marketing 2Há dez anos, a saúde pública (e porque nãodizer também privada) respira uma experssão que, cada dia mais, se torna padrão dentro de hospitais, unidades de saúde e outros ambientes afins: humanização na saúde. Estes dez anos foram marcantes para a realização de muitas experiências de humanização e acolhimento por todo o país. Tanto o poder público, quando a iniciativa privada, concretizaram muitos casos de sucesso em humanização na saúde. Isso ninguém pode negar.

O Governo Federal, nos idos de 2003, criou a Política Nacional de Humanização que, sem dúvida, veio agregar valor ao trabalho que já vinha sendo realizado. A PNH, como é conhecida, formalizou as ideias que já vinham sendo concretizadas, tornando mais orgânico e amplo o trabalho de humanização na saúde. Não há que se negar também que a Política Nacional de Humanização tornou-se um bem público, sem pais, sem donos e sem engessamento. Como bem público, a PNH apenas baliza as experiências quando delimita dispositivos, algo importante para que huamnização na saúde deixe de ser experiência isolada e passe a ser atitude orgânica dos trabalhadores, gestores e profissionais da saúde.

Como não é preciso pedir autorização para ninguém a fim de que se construa ações de humanização na saúde, os municípios vão se transformando em celeiros de ótimas experiências, que seguem princípios, mas não são engessados por ideias que possam deixar tudo no vazio burocrático. Assim, gestores, trabalhadores e profissionais da saúde de todos os cantos do Brasil vão humanizando, acolhendo e ampliando, inclusive, as propostas da Política Nacional de Humanização, que já faz 7 anos existe e, como toda ideia ou princípio, precisa sempre de atualização, já que o mundo se desenvolve rapidamente.

Essas mudanças são possíveis e necessárias, para que a humanização na saúde evolua com o mundo, com as novidades da internet e com as mudanças na gestão de pessoas e na gestão da saúde. Isso é óbvio! Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Não ao ato médico – por Pedro Edgar

MS Carimbo Ato MédicoO Projeto de Lei do Ato Médico, discutido no Senado, se aprovado, além de violentar os direitos de 3 milhões de profissionais da saúde, coloca em risco a saúde da população ao delegar aos médicos o exercício de atos privativos para os quais eles não possuem treinamento. Em sua essência, o Ato Médico regulamenta as atribuições destes profissionais. No entanto, reserva algumas práticas exclusivamente para os formados em Medicina e torna demais profissionais da Saúde subordinados às decisões daquela categoria. Isso significa que os pacientes teriam que primeiro obter um diagnóstico nosológico e a respectiva “prescrição terapêutica”, emitida por um médico, para só depois terem o atendimento por outro profissional da saúde especializado. O fato acaba com o direito da população de ter livre acesso aos serviços de saúde. Na prática, o projeto transforma os demais profissionais em técnicos dos médicos.

Este projeto é no mínimo corporativista e tem como objetivo fazer reserva de mercado para garantir a grande demanda de profissionais na área de medicina. Apresenta-se com uma visão conservadora, autoritária, ultrapassada e privatista das ações em saúde. Tem como referência o velho modelo de saúde centrado no atendimento clínico, individual, medicamentoso e hospitalocêntrico. A compreensão e concepção de saúde que se firmou a partir da realização da 8ª Conferência de Saúde vêm sendo corroborada em todos os espaços institucionais e profissionais, abrangendo a saúde não como um sintoma da doença, mas a saúde na sua amplitude preventiva e social. A relação “saúde/doença” passa a ser caracterizada como decorrente das condições de vida e de trabalho e da necessidade de acesso igualitário de todos os serviços que objetivem a promoção, proteção e recuperação da saúde.

Ao fundamentar a proposta e a adequação da emenda constitucional nº 34, de 2001, a Comissão Especial, destinada a proferir parecer sobre a proposta, considera que “tornou-se anacrônica a concepção autoritária que via o médico como o único agente promotor de saú-de. A moderna perspectiva do Movimento da Reforma Sanitária considera que para se promover a melhoria quantitativa e qualitativa do sistema de saúde é indispensável o concurso de todos os profissionais da saúde, como médicos, bioquímicos, cirurgiões dentistas, assistentes sociais, biólogos, enfermeiros, engenheiros, sanitaristas, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e psicólogos e outros. Essa compreensão traduz o conceito de saúde, que é contemplado e recepcionado por todas as correntes teóricas que hoje estudam e atuam nesta área. Esses conceitos devem ser muito criteriosos para que os políticos passem a se posicionar favoráveis ou contrários, uma vez que demostra seu verdadeiro interesse pelo bem da coletividade, no caso os usuários do sistema de saúde, ou interesses de uma determinada categoria, bem como demostram seu real conhecimento da política atual de saúde do país que é gestada no SUS e todos os seus princípios. Me parece que os posicionamentos são contraditórios até entre a própria categoria médica. Já li vários posicionamentos contrários ao projeto . Senhores políticos: pensem e estudem melhor para não serem pegos de surpresa nas próximas eleições. www.atomediconao.com.br.

(Artigo publicado no Jornal da Cidade, de Bauru, no dia 01 de março de 2010, página 2, Opinião. Pedro Edgar é defensor do SUS – Sistema Único de Saúde)

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Humanização na saúde: rodando a roda… contrareferenciando para a rede – por Sônia Cardoso Moreira Garcia

SONIAA(Psicóloga Clinica e Hospitalar, trabalha no Hospital Municipal da itatiaia/RJ e no Hospital de Emergência de Resende/RJ. É militante da humanização e do acolhimento; e colaboradora da Humaniza Brasil)

Ouvir o desejo do outro não é, necessariamente, atendê-lo. Mas incluí-lo através da nossa escuta e dos limites.

Conhecendo a Rede, pensando nas possibilidades de pactuação de encaminhamentos, elaboramos o Projeto Piloto de Sistema de Contra Referência na Porta de Entrada do Hospital Municipal Henrique Sérgio Grégori: Este é um novo Protocolo que dá continuidade ao do Acolhimento com Classificação de Risco, validando-o ainda mais. Este segundo, classifica os usuários de acordo com seu grau de adoecimento, agudo ou crônico, e sua complexidade. Desta forma há usuários que são classificados em nível baixo de complexidade, em cor azul, com demanda de ambulatório, de consulta sem urgência ou emergência.

Estes usuários são os que podem ser contra referenciados para suas unidades de origem, seus PSFs.
Digo podem, pois a eles é dado o direito de não aceitarem a contra referência e esperarem ou não, pelo tempo previsto pelo Ministério da Saúde para atendimento de usuários de ficha azul, ou seja, entre 4 ou 5 horas podendo variar para mais ou para menos.

O Sistema de Contra Referência é um  modo de organização dos serviços configurados em redes sustentadas por critérios, fluxos e mecanismos de pactuação de funcionamento, para assegurar a atenção integral aos usuários. Na compreensão de rede, deve-se reafirmar a perspectiva de seu desenho lógico, que prevê a hierarquização dos níveis de complexidade, viabilizando encaminhamentos resolutivos (dentre os diferentes equipamentos de saúde), porém reforçando a sua concepção central de fomentar e assegurar vínculos em diferentes dimensões: intra-equipes de saúde, inter-equipes/serviços, entre trabalhadores e gestores, e entre usuários e serviços/equipes.

Este Sistema garante a adscrição do usuário nos PSFs e a efetivação de vínculos entre as partes envolvidas. Para o sucesso deste Sistema é necessário que a Rede e os Gestores estejamos afinados e isso, nós estamos. Aos poucos estamos mudando uma cultura onde a população busca a emergência e a urgência médica sem demanda para tal, promovendo um enorme gargalo dos atendimentos de emergência, na emergência médica.

Ao usuário, após passar pela classificação de risco, é designada uma cor. Se for a azul ele será chamado pelo médico que o avaliará e solicitará à equipe de acolhimento a contra referência. A contra referência é feita formalmente, com encaminhamento  próprio e com resumo mínimo do caso para ser apresentado na Unidade de origem do usuário. Este usuário é atendido de acordo com a disponibilidade da agenda da Unidade, para que esse encaminhamento não se transforme em um privilégio de atendimento na Rede Básica. Em caso de necessidade de medicação para alívio dos sintomas e/ou outros procedimentos sugeridos pelo médico, eles são realizados e só depois o usuário é contra referenciado.

As equipes médicas do Hospital estão empenhadas na promoção saudável da contra referência, entendendo que os gestores estão imbuídos do desejo de fazer o que há de melhor pela população. Aderiram com profissionalismo e seriedade aos nossos esforços. vencemos as habituais resistências  por conta da seriedade com que trabalhamos. Com grande parceria estamos juntos, oferecendo um serviço em saúde,  humanizado e de qualidade.

* A Humaniza Brasil está feliz por ter como uma de suas colaboradoras a psicóloga Sonia, que tem sido militante da humanização na saúde com humildade e perseverança. Parabéns!

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Humanização… Humanos tratando, falando, estudando e discutindo a humanização na saúde. Parece-me redundância…

SONIAA(Psicóloga Clinica e Hospitalar, trabalha no Hospital Municipal da itatiaia/RJ e no Hospital de Emergência de Resende/RJ. É militante da humanização e do acolhimento; e colaboradora da Humaniza Brasil)

Qual o sentido da humanização? O que fazemos em nossos encontros com o outro que adoece e necessita de acolhimento, de escuta  e de soluções para as suas demandas, sejam elas de grande porte ou não? Pensando em nossas possibilidades dentro da Porta de Entrada do Hospital Municipal Henrique Sergio Grégori, em Resende/RJ e no nosso  desejo e esforço, como também dos nossos gestores, em primar pela qualidade do atendimento na saúde do nosso município, adotamos em nosso Pronto Socorro, com particularidades, com singularidades e significativas adaptações, o Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco, ou melhor, dizendo: Protocolo de Acolhimento Multidisciplinar com Classificação de Risco.

Medidas específicas e educativas as quais coadunam com o Protocolo foram realizadas: como folder explicativo, banner, entrevistas às rádios e salas de espera promovendo o significado, rotina, função, objetivos e fins da Classificação de Risco e tudo isso no sentido de levarmos à população o conhecimento real do que iriam encontrar no nosso hospital, em nossa porta de entrada e do quanto esta nova maneira de atender seria positiva a cada um de nós. Como o Protocolo prevê, organizamos uma Sala de Classificação de Risco, com uma equipe de enfermeiras graduadas e algumas pós-graduadas e até mestres, que se revezam nos dias da semana para efetuarem a Classificação em cada usuário que em nossa Porta de Entrada adentra.


Durante
o período de implantação e adaptação deste Protocolo, percebemos que estávamos realizando um encontro entre profissional da saúde e usuários. O primeiro, enfermeiros, que atenderiam às demandas físico-orgânicas dos segundos, os nossos usuários e para isso, ouvindo-os em suas queixas com relação ao seu corpo e aos seus sintomas. Entendendo que cada um dos usuários, que naquela Sala de Classificação se encontra, é dono de diversas dimensões que não somente a física, entre outras, também a psíquica, decidimos inovar! Ousar e arriscar! E para isso estou sempre muito disposta! Algumas resistências foram encontradas e aos poucos superadas. O novo assusta… Provoca ansiedade, temor e dúvidas. E o ditado que diz: “O tempo é o senhor da razão”, se fez valer em nossa experiência…

E lá fui eu… Passei, como psicóloga hospitalar, junto à enfermagem, a acompanhar todo o processo da Classificação de Risco, promovendo a apresentação da equipe, a explicação um a um do Protocolo, escuta ativa, postura psicoinformativa e acolhimento.A princípio alguns se perguntavam: o que fará uma psicóloga na Sala de Classificação de Risco de um hospital e hoje, após um trabalho de meses,  onde sabia a que eu viria e em perfeita harmonia com a equipe de enfermagem, de médicos,  serviço social e recepção, orquestramos um atendimento de qualidade, sem ruídos, com comunicação limpa e adequada, com escuta para as demandas do corpo e acolhimento  para as vertentes psicoafetivas da nossa população.

Esta nossa maneira singular de fazer a humanização e o acolhimento à nossa população em nossa Porta de Entrada, veio sendo construída dia-a-dia, foi gestada diariamente com observações da nossa realidade, críticas e sugestões vindas dos profissionais daquela instituição e dos usuários e ainda, apoio, respeito e credibilidade significativos dos nossos gestores para com nosso profissionalismo: Prefeito, Secretário de Saúde e Diretores do hospital.  Sendo assim, digo que os sonhos são possíveis… Muito mais se são sonhados junto com mais gente….  “Se algo nos parece impossível…. Ora, isso não é motivo para não querê-lo”. (Mario Quintana)

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Grupo de Estudos “David Capistrano” discute a humanização na saúde

davidA Humaniza Brasil é uma organização de profissionais de várias áreas, principalmente de gestão de pessoas, gestão de saúde e educação. Nossas reuniões são constantes e todo o nosso trabalho é voltado para desenvolver pessoas. Acreditamos no desenvolvimento humano como ferramenta de ação e mudanças. Realizamos trabalhos práticos, sempre apoiados em profundas discussões de métodos e conteúdos.

Temos um grupo de estudos que se reúne periodicamente, discutindo sobre humanização na saúde, mas resolvemos ampliar este projeto. O primeiro passo foi batizar o grupo com o nome de um dos mais importantes militantes da saúde que o Brasil já teve: David Capistrano da Costa Filho. David, que era médico sanitarista, foi secretário de saúde das cidades de Bauru (sede nacional da Humaniza Brasil) e Santos; foi também prefeito de Santos; e um dos principais articuladores da criação do Sistema Único de Saúde.

Homenageando a memória de David Capistrano, o grupo de estudos sobre humanização na saúde vai se reunir periodicamente em cafés de conversas, inclusive com a participação de pessoas através de conferência virtual. O propósito é abrir mais um espaço de debates e busca de soluções para os graves problemas da saúde pública e privada no Brasil. A instalação oficial do Grupo “David Capistrano” acontece no próximo dia 21 de dezembro.

Quer participar do Grupo de Estudos de Humanização na Saúde “David Capistrano”, ligue para 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br. www.twitter.com/humanizabrasil. Mande notícias para serem publicadas neste blog e conheça melhor os projetos da Humaniza Brasil.

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Você conhece a Política Nacional de Humanização?

roda de pessoas3Historicamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas,  que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002…  por  Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a  PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde é aprimoramento do atendimento e da gestão. A história e a prática mostram isso!

3353139667_60c1e5b49e2010: o ano da gestão na saúde. Talvez seja essa a vertente que definirá a continuidade de um processo que dura décadas. Desde os primeiros passos do atendimento público na saúde… até a criação do Sistema Único de Saúde, passando pelos vários momentos de aprimoramento de todo o trabalho, temos entremeado a tudo isso a ideia de humanização. E quando se fala em humanização, aparece uma grande dúvida: afinal, o que é a humanização na saúde?

A resposta vem de imediato, quando se conduz a reflexão para uma visão simplista: é atender bem o paciente. O erro começa exatamente aí, quando se coloca apenas o atendimento ao paciente como o ponto fundamental. Claro que o paciente, chamado depois de usuário… e, agora, de cliente, deve ser bem atendido. Mas não é apenas isso. O novelo é um pouco mais extenso.

Nos anos 90, o Ministério da Saúde realizou pesquisa que trouxe à tona um desejo premente do usuário do SUS. Este usuário desejava ser ouvido, compreendido e acolhido. Surgiu, então a necessidade de reestruturação do sistema. Em 2000 apareceu a assistência humanizada nos hospitais, que abriu espaço para a criação, em 2003, da Política Nacional de Humanização, com a instalação do Humaniza SUS.

handsA partir daí, com a ampliação dos conceitos de humanização, através, principalmente, da militância de trabalhadores e gestores da saúde, a humanização passou a ser entendida como algo mais amplo do que “atendimento”. A produção de saúde, com a promoção de avanços na organização e no funcionamento do sistema, passou a ser eixo fundamental da discussão.

Em 2007, pesquisa em São Paulo demonstrou que as práticas de humanização que vinham ocorrendo eram reconhecidas como o caminho certo para a melhoria dos serviços.  E essa discussão vai longe… e nós vamos parar por aqui. Daqui a pouco mais um post, pois quero falar sobre precária interação das equipes; mudança de paradigmas; transformação dos grupos em equipes; atendimento da pessoa e não da doença que a pessoa tem; e da criação de espaços de diálogos. Tudo isso a partir de uma Gestão Estratégica e Humanizada na Saúde, projeto da Humaniza Brasil, que já está em pleno funcionamento em diversos municípios do país.

Entre nessa onda: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

* A primeira foto foi publicada originalmente no site: http://redehumanizasus.net/node/5121

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Departamento Nacional de Auditoria do SUS planeja 2010. Este trabalho auxilia a humanização na saúde.

bannerPLANEJAMENTO140A humanização na saúde também pode ser auxiliada por estratégias e trabalhos realizados por vários órgãos das esferas municipal, estadual e federal. Esta é a visão da Humaniza Brasil, que traz a informação de uma atividade importante para o Sistema Único de Saúde:  o Departamento Nacional de Auditoria do SUS – DENASUS – reuniu nos últimos dias 6 e 7 de dezembro, em Brasília, chefes de auditoria dos três componentes (federal, municipal e estadual) do SNA para a “Oficina de Planejamento do Sistema Nacional de Auditoria do SUS 2010”.

A Oficina, que contou com cerca de 200 participantes, objetivou avaliar a atuação do DENASUS no segundo semestre de 2009 e discutir o planejamento de 2010 para todo o SNA. A proposta é abrir o debate sobre as  atividades de auditoria no âmbito do Sistema Único de Saúde, que tem a finalidade de reunir técnicas de ação para ressignificar a atividade por meio da avaliação da gestão pública, de forma preventiva e operacional, sob os aspectos da aplicação dos recursos, dos processos do desempenho e dos resultados obtidos, destacando a sua evolução que tem contribuído para o fortalecimento do SNA.

Para o encerramento da Oficina, cada SNA, seja federal, municipal e estadual, entregou seu planejamento de auditoria para 2010 para a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP).

A Humaniza Brasil apoia o trabalho de auditoria do SUS, de forma organizada e planejada, como vem acontecendo. Se você quer saber mais sobre a Humaniza Brasil e seus projetos em humanização na saúde, gestão estratégica e humanizada na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885, 61-8136-2384  ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Fenam defende o SUS e aponta necessidades e dificuldades do sistema

Assista a entrevista com o secretário geral da Federação Nacional dos Médicos, Mário Fernando Lins, que apontou as principais necessidades do Sistema Único de Saúde.

A Humaniza Brasil defende o SUS e a melhoria do sistema. Quer saber mais sobre os nossos projetos de humanização na saúde e gestão na saúde? Ligue para (14) 8153-1885, (61)8136-2384 ou (44) 9900-2013. Ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Acompanhe a Humaniza Brasil no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil.

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Começa o treinamento de humanização na saúde em Santa Cruz do Rio Pardo

Focado no desenvolvimento humano e na qualidade de vida de usuários e trabalhadores dsa saúde, começa daqui a pouco o treinamento de humanização na saúde na cidade paulista de Santa Cruz do Rio Pardo. O treinamento, que será ministrado pelo professor Reginaldo Tech, vai abordar aspectos de gestão e liderança nas turmas de hoje.

Para o professor Tech o importante deste treinamento é que ele acontece de forma vivencial, fugindo dos tradicionais cursos teóricos. A ideia, segundo Tech é fortalecer os laços de equipe, criar o sentido de planejamento e organização estratégicos e municiar os colaboradores que exercem função de comando ou de decisão de ferramentas modernas de gestão.

A Humaniza Brasil não ensina o que é a política nacional de humanização (PNH), mas vivencia os dispositivos da PNH de forma direta e prática, pois acredita que o processo de aprendizagem é sempre melhor assim. Em Santa cruz do Rio Pardo todos os servidores ligados à secretaria de saúde participarão do treinamento, que irá construir o novo organograma da secretaria e também o guia do usuário do SUS daquela cidade.

Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br

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