Posts tagged ‘saúde’

Artigos auxiliam na compreensão da política de humanização na saúde

Muitos acadêmicos e profissionais enviam e-mails para a Humaniza Brasil solicitando informações sobre as teorias da humanização na saúde. Nossa equipe tem buscado pela rede os muitos artigos acadêmicos sobre o tema e tem encontrado um bom material para estudos. A humanização na saúde como política para um melhor atendimento é um dos tópicos mais registrados, já que boa parte desses artigos estuda casos específicos e demonstra teoricamente as saídas para qualificar os serviços de saúde pública e privada no Brasil.

Para colaborar com as pessoas que solicitam este material, estamos disponibilizando os links desses artigos encontrados, com o objetivo de colaborar na difusão de boas ideias. Lembramos que estes artigos são de autores variados e estão disponíveis na internet. Nós apenas estamos colando os links no Delicious para otimizar o trabalho.

Acesse este link clicando aqui e veja os excelentes artigos. Se você escreveu algum artigo científico e ele está disponível na internet, pode nos mandar o link para colocarmos na lista. Caso um artigo seu esteja nessa lista e você queira retirá-lo, favor entrar em contato com a Humaniza Brasil. Nosso intuito é sempre colaborar e compartilhar.

assinatura  humaniza correta

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Humaniza Brasil intensifica projetos e treinamentos em humanização e acolhimento

o-ser-humano-dois-simb-oacutelico-concede-um-acordo-thumb4620192A Humaniza Brasil tem atendido secretarias de saúde, hospitais, planos de saúde e distribuidoras de medicamentos com seus projetos, consultorias e treinamentos em humanização e aacolhimento. Os trabalhos da Humaniza Brasil tem como foco o desenvolvimento humano, preparando colaboradores e lideres para um atendimento de qualidade e eficiência.

Todos os projetos da Humaniza Brasil são direcionados às necessidades e à realidade de cada instituição. Em palestra realizada no Hospital Stella Maris, em Guarulhos, o professor Reginaldo Tech, coordenador de projetos de humanização e acolhimento da Humaniza Brasil, disse que “é preciso que se construa um processo real de trabalho, baseado nos dispositivos indicados pelo Ministério da Saúde e nas modernas práticas de gestão”

Agora, a Humaniza Brasil intensifica seus trabalhos e vai oferecer, em breve, novos projetos relacionados à circoterapia, através do trabalho da arte-educadora Tatiana Santiago; e à edição de guias para usuários do sistema de saúde. Estes novos projetos vão dar mais visibilidade aos trabalhos da Humaniza Brasil e aos profissionais envolvidos.

assinatura  humaniza correta

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Treinamentos em atendimento, liderança e humanização na saúde geram desenvolvimento humano

A Humaniza Brasil tem realizado diversos treinamentos em atendimento, liderança e humanização na saúde em cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, utilizando o desenvolvimento humano e a gestão de pessoas como foco do trabalho. Com projetos realizados dentro da realidade e das necessidades de cada município, a Humaniza Brasil tem participado ativamente da produção de saúde e qualidade de vida para os trabalhadores da saúde. Humanização na saúde, para a Humaniza Brasil, é também desenvolvimento e gestão para os colaboradores das unidades de saúde, vinculadas tanto ao poder público, quando à iniciativa privada.

Dessa forma, as capacitações realizadas em cidades como, por exemplo, Mongaguá, Arandu e Araçatuba, todas ocorridas neste início de ano, começam a consolidar uma rede de trabalho, relacionada ao desenvolvimento humano, que contribui para um melhor atencimento aos usuários dos sistemas de saúde, com mais humanização e acolhimento.

Para saber mais escreva para contato@humanizabrasil.org.br ou telefone para 14-3011-7560 ou 14-8153-1885.

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Humanização na saúde já tem 10 anos no Brasil – artigo de Eliana Ribas

eliana ribasCoordenadora do Programa de Humanização do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002.

(Artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo, Tendências/Debates, em 22/10/2009)

No final dos anos 90, pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde indicou que o aspecto mais valorizado pelos usuários dos serviços públicos de saúde era o respeito no atendimento. Os dados revelaram que os usuários desejavam ser ouvidos, compreendidos e acolhidos, e uma das principais conclusões da pesquisa foi a necessidade de reestruturação dos serviços de saúde.

A resposta do Ministério da Saúde foi a criação, em 2000, do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, propondo a introdução da assistência humanizada nos hospitais. A importância da iniciativa foi reconhecida e ampliada a partir de 2003, com a continuidade e a transformação do programa na Política Nacional de Humanização – Humaniza SUS.

Desde então, o conceito de humanização vem revelando grande potencial para promover avanços na organização e no funcionamento dos serviços de saúde. Trata-se de um princípio ético orientador que busca articular o avanço tecnológico e a ética do cuidado como fundamentos da atuação dos profissionais da saúde.

A humanização refere-se a um modo de organização e funcionamento dos serviços de saúde em que os avanços científicos da medicina, o respeito às necessidades dos cidadãos usuários e a atenção aos anseios dos profissionais são valorizados na mesma medida e de forma integrada.

Em 2007, pesquisa realizada pelo Ibope em São Paulo com gestores, profissionais e usuários dos serviços municipais de saúde apontou que práticas de humanização, tais como o cuidado no acolhimento, implantadas em 2000, eram reconhecidas por todos como atitudes que estavam no caminho certo para a qualificação dos serviços de saúde.

No Instituto do Câncer
do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp) acontece, hoje, uma experiência avançada de humanização.

Na assistência, as ações têm como principal eixo a constituição de equipes interprofissionais em que diversas especialidades atuam juntas para formar uma compreensão integral e compartilhada de cada paciente e do perfil de sua família – base para um atendimento mais efetivo.

Na gestão, a humanização se expressa com a criação de espaços de diálogo entre administradores e profissionais da saúde, a adoção de práticas de gestão participativa e o desenvolvimento de uma capacidade crescente para ouvir a voz dos pacientes.

O alcance desse último objetivo apoia-se na existência de um serviço de ouvidoria ativo e ágil e na realização de pesquisas que revelem o grau de satisfação dos usuários e apontem caminhos para o aprimoramento dos serviços.

A humanização é elemento decisivo para o alcance de melhores índices de adesão dos pacientes ao tratamento e de melhoria das condições de saúde. Ao estimular a inclusão do apoio familiar no plano de cuidados do paciente e, com isso, contribuir para a redução do tempo de internação e do índice de infecção hospitalar, a atenção humanizada também ajuda a reduzir custos e otimizar recursos.

Da mesma forma, ao investir na capacitação e no suporte à saúde física e emocional dos profissionais, garante maior motivação, participação e identificação com o trabalho, diminuindo o estresse, o absenteísmo e a rotatividade dos profissionais.

Um balanço dos últimos dez anos de busca de efetivação da humanização como um valor nos serviços de saúde revela que os desafios mais importantes para desenvolvimentos futuros nesse campo são:

1) fazer com que a voz dos usuários não seja minimizada diante do saber científico e da racionalidade burocrática das instituições da saúde, mas possa ser considerada como essencial para a avaliação e o aprimoramento dos serviços;

2) cuidar para que a especialização na medicina não se traduza em uma prática fragmentada do atendimento, mas se associe a uma visão integral e humanizada de cuidado;

3) superar os modelos de gestão verticalizada e pouco participativa, que acabam impedindo a adoção transversal de práticas de atendimento humanizado;

4) ter mecanismos de qualificação e motivação dos profissionais, como plano de carreira e programas de suporte à saúde física e emocional;

5) contribuir para a integração e para a cultura do diálogo e da cooperação nos espaços de regulação do atendimento nos vários níveis da rede;

6) buscar parcerias com escolas, centros sociais e organizações da sociedade civil que ajudem no acolhimento do usuário e na atenção integral destinada a ele.

É preciso abandonar o velho conceito de que humanização se resume a iniciativas pontuais de boa vontade individual. Para ser realmente eficaz, ela precisa se instalar no modo de pensar e agir que permeia todo o atendimento, da gestão à assistência hospitalar.

* artigo utilizado no Grupo de Estudos sobre Humanização na Saúde “David Capistrano”, da Humaniza Brasil, e publicado na íntegra a pedido de internautas e participantes do Grupo.

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Humanização na saúde através do trabalho de desenvolvimento humano e da qualidade de vida: trabalho da Humaniza Brasil que vem dando certo

1185102_happyA Humaniza Brasil tem seu projeto de humanização na saúde estabelecido. Nosso trabalho é gerado a partir do desenvolvimento humano, o que solidifica as relações interpessoais, o atendimento com qualidade e a liderança proativa nos locais de trabalho. O estresse na área da saúde necessita de respostas rápidas para mudanças de atitudes nos trabalhadores da saúde e nos gestores. Este trabalho da Humaniza Brasil tem origem nos muitos exemplos de humanização na saúde que tem acontecido no Brasil, após dez anos de trabalhos oficiais em humanização.

Já realizamos este trabalho em inúmeras cidades, seja em secretarias de saúde, hospitais, empresas de distribuição de medicamentos, universidades, empresas de planos de saúde ou empresas não ligadas a área da saúde. O movimento positivo e de resultados estabelecido em todos os lugares tem sido o nosso grande diferencial. Trabalhamos de maneira proativa e decisiva, orientando-nos através da realidade e da necessidade locais. Nada de treinamentos pasteurizados e ecessivamente burocráticos. Não discutimos o que é humanização na saúde, mas concretizamos atitudes, junto com gestores e trabalhadores da saúde, no sentido de eles próprios interferirem na realidade.

Não existem receitas prontas: este é o fato! Todo o trabalho realizado por gestores e facilitadores das áreas federal, estadual e municipal tem sido muito importante para as mudanças de atitudes e na melhoria do atendimento ao usuário. Porém, algo mais efetivo e amplo pode ser feito. Assim surgiu o nosso trabalho… na intenção de colaborar. E o mundo colaborativo é uma realidade fervilhante. Esta é a rede do bem, que não critica, mas auxilia!

Atuamos com todos os trabalhadores, líderes e gestores. Utilizamos práticas do desenvolvimento humano na elaboração e na excecução dos nossos treinamentos. Possibilitamos discussão ampla e aberta sobre a realidade local… e buscamos soluções conjuntas, desenvolvendo um plano de atuação através de grupos de trabalho. Ou será que não é importante cada organização reelaborar seu organograma de funcionamento; criar um guia do usuário que realmente se estabeleça como um “meio eficiente de comunicação”; desenvolver um processo de acolhimento concreto e não apenas burocrático; ter os próprios trabalhadores no comando dos trabalhos de humanização na saúde; modificar conceitos de comunicação e protocolo; e, finalmente, atender o usuário e o próprio trabalhador com qualidade e eficiência?

Nosso trabalho é assim: simples, direto, proativo e baseado no desenvolvimento humano e nas modernas práticas de gestão estratégica. Quer saber mais, ligue para 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde exige mudanças de comportamento e decisões fortes

e-mail marketing 2Já falamos neste blog que não basta uma boa teoria ou uma excelente política de atendimento para que as coisas na saúde pública ou privada sejam boas. È a tal coisa: não basta ter boas palavras, é preciso ter boas ações. E boas ações não se faz apenas com boa conversa ou com reuniões infindáveis. É preciso se trocar as reuniões infindáveis pelas rodas de conversa, em que o centro de tudo não sejam os egoismos, mas a saúde preventiva, o bom atendimento e o acolhimento verdadeiro.

O ponto chave é a definição de trabalhos vivenciais, que possibilitem mudanças de comportamentos, pois a ponta de todo o trabalho começa em cada porta de entrada… e isso não é teoria. É prática mesmo! Portanto, a decisão de se colocar o dedo na ferida (literal e lliterariamente) é de cada gestor, possibilitando essas mudanças reais.

Coragem é uma palavra importante nisso tudo, já que mexer no “vespeiro” é o melhor (e até único) caminho. Não dá para pintar a cozinha, quando uma tempestade se aproxima. Não dá para ficar olhando para a caixinha de música, quando o leite está derramando no fogão. É algo simples, mas complexo ao mesmo tempo. Alguns empurram com a barriga, enquanto outros colocam humanização na saúde como prioridade.

Apagar incêndios é o que mais se faz, enquanto o vento sopra fazendo mais fogo ainda. É que muito gestor ainda trabalha como se fosse um coordenador… e muitas soluções dadas são antiquadas e não acompanham as mudanças da sociedade, da tecnologia e do pensamento humano. Humanizar é preciso… e acreditamos no trabalho do desenvolvimento humano para fazer isto. Vamos conversar mais? Mande seu comentário, escrva para a gente ou telefone.

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Mongaguá continua projeto de humanização na saúde com treinamento para lideranças

A cidade de Mongaguá, administrada pelo prefeito Paulo Wiakowski Filho, continuou na última semana o projeto de humanização na saúde, realizado pela Humaniza Brasil, com treinamento de todos os servidores da saúde em desenvolvimento humano, mais precisamente em atendimento, liderança, humanização e acolhimento. Na última sexta-feira, lideranças da secretaria de saúde, cujo diretor é o Dr. Sérgio Paulo Nascimento, realizaram um dia todo de capacitação em lideranças, revitalização dos relacionamentos interpessoais e trabalho proativo.

A partir deste último treinamento, os líderes criaram quatro grupos de trabalho, que começam a funcionar imediatamente: criação do guia do usuário; estudo do organograma da secretaria de saúde; humanização na saúde; e produção do projeto de acolhimento. Estes quatro grupos de trabalho, compostos por cerca 20 servidores neste primeiro momento, estão interligados através da internet, o que significa dizer que está constituída uma rede de produção de saúde, já que todos tem funções de comando na secretaria.

O próximo passo é ampliar estes trabalhos, que serão de realizações práticas, acompanhadas de estudos, uma vez que os outros servidores da saúde já participaram de treinamento de atendimento, humanização na saúde e revitalização das relações interpessoais.

Um ponto importante que resumiu o encontro da última sexta-feira é o fato de todos saberem que são capazes de melhorarem ainda mais o atendimento da saúde em Mongaguá e também de realizar um trabalho proativo, auxiliando profundamente o diretor da saúde Sérgio Paulo do Nascimento e o prefeito Paulo Wiazowski Filho. Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, entre em contato com a Humaniza Brasil. Fone 14-8153-1885 ou e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Vacinação contra a gripe suína começa no Brasil

Hoje, em todo o Brasil, começou a vacinação conta a gripe suína. Dentre as cinco etapas da imunização, o grupo formado pelos profissionais de saúde e população indígena será o primeiro.

De 22 deste mês a 21 de maio, 60 mil postos de vacinação estarão abertos para gestantes, crianças com idades entre 6 meses e 2 anos, pessoas com doenças crônicas, jovens de 20 a 29 anos, idosos e adultos de 30 a 39. Com 113 milhões de doses disponíveis, o Ministério da Saúde espera vacinar 91 milhões de brasileiros.

Hoje, o site do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br) deve disponibilizar um link para que as pessoas se cadastrem e recebam, por e-mail, um lembrete sobre a data de vacinação. Na rede particular, a dose deve ser oferecida no fim de maio. As informações são do Jornal da Tarde.
Confira o calendário:
- De 08/03 a 19/03: profissionais da saúde e indígenas;
- De 22/03 a 02/04: gestantes, doentes crônicos e crianças de 6 meses a 2 anos de idade;
- 05/04 a 23/04: população de 20 a 29 anos;
- 24/04 a 07/05: início da campanha de vacinação do idoso;
- 10/05 a 21/05: imunização da população de 30 a 39 anos.

Blog da Humaniza Brasil

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O que você fizer, eu tô dentro!

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Humanização na saúde pode começar com treinamento vivencial com foco na participação e no acolhimento – por Reginaldo Tech

IMG_0105Após 10 anos de projetos, trabalhos e experiências em humanização na saúde, tanto nos organismos públicos, quanto na iniciativa privada, podemos dizer que humanização e acolhimento realmente é o caminho. A Humaniza Brasil tem publicado posts de variados autores, ligados ou não à nossa organização, que ampliam essa discussão. Podemos dizer que, hoje, mesmo com a existência de uma política nacional de humanização, não há uma “receita pronta” de humanização na saúde, mas experiências variadas que modificam o atendimento nas unidades de saúde de todo o Brasil.

Todas as experiências que vem acontecendo demonstram a necessidade de uma visão mais humanizada e acolhedora em todos os sentidos e de todas as pessoas envolvidas. Gestores, profissionais, trabalhadores da saúde, administradores e até os usuários são participantes desta corrente. Existem ricas experiências em humanização na saúde por todo o Brasil, realizadas com ou sem ajuda oficial. As redes de produção de saúde se espalham por todo o país, sem que exista um “dono” desse trabalho.

Isto é o mais importante: disseminar experiências, compartilhar situações, aumentar a qualidade de atendimento, perceber a importância de uma rede que seja inclusiva e não exclusiva. Essa rede de produção de saúde é gerada pelo cotidiano, pelas atitudes eficazes e pelo trabalho em equipe. Em muitos lugares tudo isto é, ainda, apenas um sonho, porém, as experiências demonstram que tudo se modifica. Abslutamente tudo! Um bom começo para tudo isto seria a realização de treinamentos em desenvolvimento humano direcionados à humanização e acolhimento.

Assim, falar em humanização na saúde não pode ser exclusividade de um ou de outro, mas da sociedade como um todo, incluindo-se aí os poderes constituídos, já que é dever do Estado dar saúde de qualidade para a população. Um primeiro passo em cidades onde a humanização na saúde ainda é distante poderia ser mudar o foco dentro da questão financeira: ao invés de se dizer “gastamos tal importância na saúde”, pode-se dizer “investimos tal importância na saúde… para o bem da população”. Investimentos que devem, inclusive disponibilizar melhores salários para os trabalhadores da saúde.

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