Posts Tagged ‘reginaldo tech’

Humaniza Brasil em Minas Gerais: Paracatu começa movimento pela humanização na saúde

A cidade mineira de Paracatu iniciou um movimento pela humanização na saúde. O evento de abertura contou com a presença do professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil, que proferiu a palestra “A arte da humanização na saúde”. Os realizadores (Ministério Público, Secretaria de Saúde, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal e parceiros, com a Kinross) esperam realizar uma série de ações pela humanização e o acolhimento em toda a cidade, não apenas nas unidades de saúde pública, mas também em hospitais e outras entidades que cuidam da saúde. Veja o videoclip:

Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde e sobre treinamentos e palestras em gestão estratégica e humanizada na saúde, humanização na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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24

11 2009

Arealva também fez treinamento de humanização na saúde.

A secretaria de saúde de Arealva/SP também realizou o treinamento de humanização na saúde da Humaniza Brasil. O professor Reginaldo Tech foi o responsável pelo trabalho, que teve como ponto alto a revitalização das relações interpessoais. Assista ao filme do treinamento:

Saiba mais sobre os projetos de humanização na saúde: contato@humanizabrasil.org.br ou 14-81531885.

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19

11 2009

Humanização na saúde de Santa Cruz do Rio Pardo está na rede: assista ao filme!

A Humaniza Brasil está em pleno processo de humanização na saúde em Santa Cruz do Rio Pardo, cidade do interior de São Paulo. Após os treinamentos vivenciais em liderança e atendimento com humanização e acolhimento, foram formados três grupos de trabalho: reorganização do organograma; produção do guia do usuário; e humanização. Os grupos tem mais alguns dias para finalizar procedimentos e planejar ações. Enquanto isso, assista ao filme que mostra momentos dos treinamentos, coordenados pelo professor Reginaldo Tech.

Quer saber mais sobre este trabalho, mande e-mail para: contato@humanizabrasil.org.br ou telefone: 14-8153-1885.

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À procura de doença ou em busca de saúde: qual modelo de saúde pública queremos em nossos municípios?

42-18288294Este ano viajei por muitos lugares dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e também no Distrito Federal. Viajei e, até o final do ano, ainda vou viajar muito. Observei coisas, palavras e pessoas… e ainda vi, bem de perto, o estado de saúde das nossas secretarias de saúde, hospitais e planos de saúde, além de indústricas farmacêuticas e distribuidoras de remédios. Fiquei ligado na saúde o tempo todo, durante todos esses meses de 2009.

E algo me chamou atenção: a estrutura, a organização e o modelo de saúde que existe hoje no sistema de saúde. Não falo daquilo que é o ideário, mas daquilo que é a ponta: o atendimento em si, o trabalho real, a vida dos trabalhadores e profissionais… o mundo do usuário.

Até o final do ano serão 13 cidades com atuação em  consultoria, palestras e treinamentos; quase 3 mil pessoas atendidas; 40 projetos realizados; e o ano todo nas 6 primeiras páginas do Google. Nesse trabalho todo, percebi um nó: qual modelo de saúde os municípios realizam… ou querem.

Esse é o nó: o modelo da doença, onde a medicina é curativa… ou o modelo da saúde, onde a medicina é preventiva? Eis o primeiro ponto dessa imensa rede, que queremos “desenrolar”. Mas esse é só um primeiro post, onde quero apenas mostrar qual é o nó. Vou dar um tempo… até amanhã… para você, caro internauta, refletir um pouco sobre a situação. Eu tenho minhas posições. Amanhã eu falo!

Quer saber mais sobre os projetos de humanização na saúde? Ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

(Postado por Reginaldo Tech)

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16

11 2009

Projeto Caná vai construindo uma grande rede social e Humaniza Brasil colabora: prof. Reginaldo Tech ministrou palestra a pais e alunos.

projeto canáNo bairro Ferradura Mirim, em Bauru, um lugar distante geograficamente e socialmente, existem vários projetos sociais ligados a entidades religiosas. Um deles é o Projeto Caná. A Humaniza Brasil, através do professor Reginaldo Tech, foi conhecer o trabalho. Isto aconteceu na última quarta-feira, quando o prof. Tech ministrou palestra a pais e alunos do Projeto.

Tudo começou em 1982, quando os Marianistas, que “tocam” o Projeto Caná, começaram a fazer catequese no Mosteiro, que fica bem perto de onde está construído o prédio que hoje abriga o Projeto. A partir de 1993 (até 1997), os marianistas começaram a realizar organização popular e criaram a Associação Comunitária Caná. Nesse mesmo período (até 2006) iniciou-se uma grande campanha para obtenção de recursos para a construção da nova sede.

Em 2006, o Projeto fez parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e em 2008 inaugurou o Centro Educativo Caná. Um belo projeto de inclusão social. No Centro existem trabalhos de alfabetização, apoio escolar, inclusão digital, educação pelo esporte, música, dança, teatro, geração de renda e programas de cidadania.

E o Projeto Caná vai, como o pessoal de lá diz: “enchendo as talhas”. Este Projeto está centrado nas pessoas e na sua formação, como a mais poderosa alavanca de desenvolvimento pessoal, laboral e profissional. Apoiamos essa ideia! Se você quer saber mais sobre o Projeto Caná, entre no site. Se quer saber mais sobre os projetos da Humaniza Brasil, mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br ou telefone para 14-81531885.

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12

11 2009

Humanização na saúde: sonho, trabalho de reorganização ou moda?

ambiente_saude_segurancaNada disso… ou tudo isso junto e mais um pouquinho. Não é sonho, já que em muitos lugares do país, o que está mudando a cara do SUS são as experiências de humanização e acolhimento. Mas tudo começa com o sonho de se transformar o caos naquilo que chamamos de SUS que dá certo.

Não é apenas trabalho
de reorganização, pois, às vezes, essa tarefa fica por conta de profissionais racionalistas, cheios de fórmulas mágicas e receitas iguais para todas as doenças. Sabe aquele exame médico da piscina do clube? Algo assim: tudo igual para todo mundo. E isto não funciona. É preciso algo mais: reorganização com humanização e acolhimento. Gestão verdadeira, ao invés de coordenação automatizada e autoritária.

Moda? Sim e não. Explico: existem buscas sérias, como do Hospital Santo Amaro, do Guarujá/SP, onde se criou um grupo de trabalho de humanização que está descontruindo problemas e construindo soluções. Este grupo está se revelando como uma das melhores experiências de humanização do país. Ministrei a palestra “A arte da humanização na saúde” em evento desse hospital e percebi a qualidade do grupo de trabalho. Porém, às vezes recebo pedidos de certificação em humanização, como se a humanização fosse apenas um certificado… algo como “os melhores do ano”.

Feitas estas observações
, vamos aos procedimentos e avaliações. Criamos um método de trabalho que usamos nas consultorias e treinamentos em humanização na saúde, humanização em vendas e humanização no trabalho. É o Método OM/life, que impõe um ritmo de gestão em equipe, sem tirar a hierarquia dos gestores e colaboradores. OM/life significa “organização e método para a vida”.

Este método parte do princípio colaborativo, otimizando as tarefas e olhando para o conjunto da situação em busca de soluções, procurando retirar os resquícios individualistas que o cotidiano e a competitividade nos impõem. Vou dar um exemplo prático: em certa secretarias de saúde, havia um problema na limpeza e na conservação dos ambientes de saúde. Pois bem! Existiam dez prédios, sendo que em quatro as serventes faziam o serviço e em 6 havia algum problema: licenças médicas, aposentadorias e falta de concursos eram alguns nós desse problema.

A primeira solução era: contratar mais seis colaboradores. Solução simples, simplista e árdua. Após um trabalho de gestão em equipe, com um olhar do conjunto da situação, chegou-se a uma solução mais palpável: para dez prédios bastavam seis serventes em regime de rodízio de limpeza. Portanto, ao invés de contratar mais 6, contrataram mais duas. Outra saída seria a terceirização do serviço e a respectiva contenção de custos trabalhistas e otimização do trabalho. Este é apenas um exemplo, que pode parecer óbvio, mas não é, quando se olha apenas para o próprio umbigo.

Quer saber mais
sobre os meus trabalhos em humanização na saúde? Ligue para a Humaniza Brasil:14-81531885. Você também pode mandar e-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Acesse os links: meadiciona.com/reginaldotech, reginaldotech.com.br, twitter.com/reginaldotech e twitter.com/humanizabrasil, sempre usando www. antes dos mesmos.

(Post escrito por Reginaldo Tech)

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Saúde, doença e atendimento médico-hospitalar

mudar+o+mundo humanizaSou um cuidador… e também um observador. Esta semana, com em várias outras ocasiões, cuidei de dois pacientes, que precisaram de atendimento médico-hospitalar. Como foram dois casos, busquei o atendimento, inclusive como forma de experiências diferentes, em um convênio médico e no SUS. No caso do atendimento por convênio, busquei atendimento na Beneficência Portuguesa; e no atendimento pelo SUS fui até o Hospital de Base. Os dois hospitais ficam em Bauru.

Vou relatar um pouco do que observei, até como forma de colaboração para os serviços de saúde. Beneficência por convênio e HB pelo SUS: a demora e a mesma. Nos dois casos, fiquei com os pacientes durante cerca de 4 horas, entre consulta médica, exames, raio-x e retorno, para posterior liberação. A burocracia e o excesso de pacientes, procedimentos e serviços são algumas causas dessa demora.

Outro fato idêntico foi o atendimento dos médicos. Com os dois pacientes, os médicos fizeram o de sempre: Bom dia! Algumas perguntas de praxe e o trabalho médico habitual, de certa forma algo automatizado, sem um toque de acolhimento, mas de maneira muito profissional, esclarecedora e assertiva. Este certo vazio entre o profissionalismo racionalista e o acolhimento emocionalista é um dos pontos de grande discussão nas pesquisas sobre humanização na saúde.

Às vezes penso que essa maneira prática dos médicos é um facilitador para o atendimento… e às vezes, percebo que o acolhimento seria o diferencial que agregaria valor ao trabalho. Assim como acontece com os demais trabalhadores da saúde, incluindo profissionais e demais colaboradores, como motoristas, recepcionistas, copeiras e serventes, percebo também que é necessário o treinamento e o monitoramento, a médio e longo prazos, em humanização e acolhimento.

Até aqui, tudo igual… mas, vamos às diferenças, que consolidam o SUS que dá certo e o SUS que não dá certo; e comparam o atendimento por convênio que supera expectativas com a atendimento por convênio que se iguala ao SUS que não dá certo. E querem saber qual a primeira diferença? No quesito estrutura de atendimento pelo convênio: salas bem iluminadas; cadeiras com maior conforto; processo de atendimento otimizado e assertivo; praticidade no atendimento aos procedimentos solicitados pelos médicos; e organização um pouco mais adequada. Já no atendimento pelo SUS: salas mal iluminadas; cadeiras desconfortáves; processo de atendimento arcaico e com falhas; falta de informações rápidas no atendimento aos procedimentos médicos; e organização inadequada.

Assim, de forma bem objetiva, deixo observações comparativas sobre o que podemos encontrar quando escolhemos uma das duas formas de ajuda médico-hospitalar. Se de um lado, os serviços oferecidos pelo SUS precisam de um grande ajuste na estrutura de atendimento; de outro, os convênios médicos precisam otimizar o tempo de atendimento. Voltaremos ao assunto.

Quer saber mais sobre os meus trabalhos em humanização na saúde? Ligue para a Humaniza Brasil:14-81531885. Você também pode mandar e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br. Acesse os links: meadiciona.com/reginaldotech, humanizabrasil.org.br, twitter.com/reginaldotech e twitter.com/humanizabrasil, sempre usando www. antes dos mesmos.

(Escrito por Reginaldo Tech)

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Gestão participativa: um dos pilares da humanização na saúde

roda de pessoasQuando se fala em gestão participativa, muitas pessoas já se lembram das intermináveis reuniões que discutem muito e não realizam nada. Assi é que em muitos lugares, quando se fala em gestão participativa o povo torce o nariz… e não acontece nada. Mas nada melhor do que retomar a discussão sob um outro prisma: as iniciativas que deram certo. Democratização sem populismo e sem excesso de teorização, que leva sempre a resultados ruins.

Nossos objetivos são sempre positivos e com a dinâmica vivencial e prática. O ministério da Saúde preconiza (Série Textos básicos de saúde/Gestão participativa e cogestão/pág.8) que “a participação social não pode estar restrita às instâncias formalizadas. Ela deve ser valorizada e incentivada no dia a dia dos serviços do SUS”. Partindo desse princípio, contruímos projetos que estão sendo aplicados em várias cidades, onde o ponto de partida é a gestão participativa.

Uma das bases dessa participação, nos nossos trabalhos, é a reorganização (feita pelo pessoal de liderança) do organograma da secretaria de saúde, quando se busca uma gestão mais compartilhada nos serviços de saúde e no cotidiano das práticas de saúde, que envolvem relações interpessoais e trabalho de equipe. Fazemos questão de mostrar as diferenças entre trabalhar em equipe e trabalhar em grupo (as tais panelinhas) e valorizamos a mudança de paradigma na produção de trabalho: o gestor não pode ser gestor apenas no nome (no rótulo que se dá), mas também nas práticas.

As rodas de gestores precisam ser eficazes na execução das tarefas.

As rodas de gestores precisam ser eficientes na execução das tarefas discutidas.

Indo direto ao ponto, as lideranças na saúde precisam sair do comodismo das “coordenações” (no sentido tradicional da palavra) e mudarem a mentalidade (o paradigma) para “gestor”, algo obviamente mais moderno, otmizador e ousado. Talvez o bom caminho seja mesmo realizar essa reinstalação do organograma, para se perceber o todo e as partes e, com atitudes eficazes, sair da visão estereotipada (do ganha-perde), passando-se a uma visão que agregue valores (do ganha-ganha).

A Humaniza Brasil está desenvolvendo um trabalho assim nos treinamentos de humanização e liderança e humanização e atendimento em Santa Cruz do Rio Pardo/SP.

O desafio segundo o professor Reginaldo Tech, coordenador de humanização na saúde da Humaniza Brasil,  é “sair das longas reuniões fechadas e teóricas e partir para ações compartilhadas e eficazes”.  Se você quiser uma ajuda, estamos aqui para isso. Ligue para (14) 8153-1885/Bauru-SP,  (61)8136-2384/Brasília-DF e  (44) 9900-2013/Maringá-PR. Acompanhe a Humaniza Brasil no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil. Sobre  professor Reginaldo Tech, acesse o site: www.meadicina.com/reginaldotech.

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Treinamento de humanização vai construir guia do usuário do SUS em Santa Cruz do Rio Pardo/SP

Reginaldo Tech ministra treinamento de humanização na saúde

Reginaldo Tech no treinamento de humanização na saúde

O treinamento de humanização na saúde que está acontecendo em Santa Cruz do Rio Pardo (95 km de Bauru; 351 km de São Paulo; e 1019 km de Brasília), ministrado pelo professor Reginaldo Tech, está formando uma equipe de líderes na secretaria de saúde daquela cidade. Esta equipe já está encarregada de construir o guia do usuário do SUS, no estilo “bata na porta certa”, que deve funcionar como um “protocolo” de trabalho na saúde pública.

Hoje, 15 de novembro, termina o módulo II das duas turmas de “humanização e liderança”. Na próxima semana começam a funcionar as turmas de “humanização e atendimento”. Estes treinamentos são identificados com os dispositivos da Política Nacional de Humanização, do Ministério da Saúde.

Segundo o professor Reginaldo Tech, que coordena os projetos de humanização na saúde da Humaniza Brasil, os treinamentos funcionam de forma vivencial e, ao mesmo tempo, acontece uma consultoria para que os participantes realizem trabalhos práticos, atendendo às necessidades e à realidade local.

Este programa de humanização na saúde acontece até o final do mês de outubro em Santa Cruz, atendendo proposta da Conferência Municipal de Saúde, que também propôs a construção do guia du usuário, sendo que a secretaria de saúde de Santa Cruz atendeu prontamente as duas propostas.

Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, escreva e-mail para: contato@humanizabrasil.org.br ou telefone para (14) 8153-1885/Bauru-SP,  (61)8136-2384/Brasília-DF e  (44) 9900-2013/Maringá-PR. Acompanhe a Humaniza Brasil no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil. Sobre  professor Reginaldo Tech, acesse o site: www.meadicina.com/reginaldotech.

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15

10 2009

Treinamento de humanização na saúde começa com lideranças da secretaria de saúde de Santa Cruz/SP

liderança santa cruz 019Reflexivo e vivencial: este pode ser o resumo do treinamento com a primeira turma de liderança da secretaria de saúde de Santa Cruz do Rio Pardo. O professor Reginaldo Tech falou sobre as diferenças entre gestão e coordenação; sobre a necessidade do trabalho em equipe, ao invés do trabalho em grupo; e sobre a importância da otimização, modernização e mudança de paradigmas com o objetivo de se estabelecer um atendimento humanizado e acolhedor.

Entre dinâmicas, exercícios, vivências e questionamentos, o grupo ponderou sobre a realidade dos trabalhadores e do conjunto da secretaria, abrindo a possibilidade de ações de equipe que formatem o atendimento com qualidade e bons resultados. Enfermeiras, dentistas, fisioterapêutas e farmacêuticos participaram do trabalho desta manhã.

liderança santa cruz 020O professor Tech se disse satisfeito com o desempenho da equipe, que volta para o segundo módulo amanhã, quando serão iniciados os trabahos de construção do novo organograma, com protocolos; do guia do usuário do sus; e das atitudes proativas que a equipe realizará daqui para frente.

O treinamento em Santa Cruz continua hoje à tarde e vai até o dia 27 de outubro. Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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14

10 2009