Posts tagged ‘reginaldo tech’

Reginaldo Tech vai abrir II Simpósio de Psicologia e Serviço Social, que vai discutir humanização na saúde

IMG_0105Humaniza na saúde é o tema do II Simpósio de Psicologia e Serviço Social, que vai acontecer em setembro no Hospital Estadual de Bauru. A abertura deste importante evento será feita através de palestra do professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil. Tech vai abordar o tema “humanização na saúde: uma questão de gestão estratégica”. A palestra vai acontecer no dia 16 de setembro, às 15 horas, no Hospital Estadual de Bauru, administrado pela Unesp.

O Simpósio terá a sua abertura, com credenciamento no mesmo dia às 13 horas e vai até o dia 17, sexta-feira, com uma vasta programação sobre humanização na saúde. Veja o folder de inscrição clicando abaixo:

folder simposio

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Hospital Estadual de Bauru vai realizar simpósio sobre humanização na saúde

O Hospital Estadual de Bauru vai promover no próximo mês de setembro o II Simpósio de Psicologia e Serviço Social, cujo tema é “práticas humanizadas na saúde”. Tendo como público alvo assistentes sociais, psicólogos, profissionais da saúde e estudantes, as inscrições já estão abertas.

Veja o folder com programação e inscrições:
folder simposio

assinatura  humaniza correta

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Reginaldo Tech dá treinamento de gestão estratégica para colaboradores da Quality Refeições e Serviços

imagem_166Na última sexta-feira, dia 16 de julho, os colaboradores da Quality Refeições Coletivas e Serviços, empresa sediada em Andradina e em várias outras cidades, tiveram a oportunidade de receber o palestrante e coach, Reginaldo Tech, em uma manhã muito descontraída e, sem dúvida, produtiva.

Conhecido por ministrar palestras vivenciais e dinâmicas modernas, com foco no protagonismo dos participantes, o palestrante abordou vários assuntos, entre eles a gestão estratégica, com base no desenvolvimento humano e tecnológico.


Após o almoço, todos
os colaboradores, vindos de várias cidades do Brasil, tiveram a oportunidade de continuar o treinamento, através de reuniões produtivas que enfocaram cada setor da Quality Refeições Coletivas e Serviços: comercial, operacional, logística, institucional, tecnologia de informação e desenvolvimento humano.

Com esse trabalho, o professor Reginaldo Tech colaborou para que a Quality continue no caminho dos bons resultados, objetivando a excelência e sempre servindo qualidade.

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Gestão estratégica nas unidades de saúde é solução para melhorar atendimento ao usuário – por Reginaldo Tech

logos_susNo Brasil existe um paradoxo. Pronto! A frase está errada… porque no Brasil existem muitos paradoxos. Mas um deles é vital: o atendimento na saúde, seja público ou privado. Tenho trabalhado com gestão estratégica e humanizada na saúde em unidades de saúde da rede pública e em hospitais ou empresas ligadas a área… e quero falar um pouco sobre isso. Já começo por um diagnóstico realizado: o ponto fundamental desse trabalho é a necessidade de uma gestão estratégica e resolutiva.

Digo isso porque percebo que este é o processo mais proveitoso para realizar mudanças para um bom atendimento e a consequente melhoria das relações de trabalho e de qualidade de vida para os trabalhadores da saúde. Porém, a situação pode não ser tão simples, já que existe uma dificuldade de mudanças, tanto na maneira que os trabalhadores atendem, quanto na visão dos gestores públicos e privados.

Nos trabalhos da Humaniza Brasil e junto com vários outros profissionais de saúde, gestão de atendimento e gestão de pessoas, tenho implantado dispositivos de gestão estratégica e humanização em alguns lugares e, proximamente, teremos resultados sobre isso para publicar.

Para ampliar a reflexão sobre o tema, quero queo leitor perceba uma situação: na maioria das unidades de saúde e hospitais que realizei algum trabalho, percebi que o modo de atendimento e o fluxo de passagem do usuário pelo lugar são antiquados e tradicionais, sem um mínimo de modernidade, mesmo que na visão do atendimento. isso não se deve ao fato à falta de dispositivos ou políticas públicas, mas exatamente à falta de concretização real de mudanças.

Claro que uma roda de conversas é importante, mas ela deve ser resolutiva. Não dá mais para ficarmos em extensas reuniões que não chegam a lugar nenhum. Nem mesmo os treinamentos teóricos dão conta de solucionar tantos problemas. O segredo está na implantação de soluções resolutivas e realistas.

Mas… como se realizar isto? Definitivamente, percebo que o caminho é o treinamento vivencial, com rodas de conversa que façam diagnósticos e realizem mudanças, prática de gestão estratégica e implantação de comunicação integrada, acolhimento e humanização.

Tudo isso não é simples conversa, mas um caminho que tenho percorrido com muita vontade de ver as coisas funcionando. Tenho recebido apoio de secretários de saúde, prefeitos, trabalhadores e gestores da saúde, já que pratico o modo vivencial, abrindo espaço para a participação e a discussão sobre os problemas reais do cotidiano.

Penso e faço assim. Se quiser conversar sobre o tema, pode me chamar no MSN . Meu e-mail é escrevapara@reginaldotech.com.br e o fone: 14-8153-1885.

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Saúde pública é discutida em podcast da Humaniza Brasil com o médico Fernando Monti

Assista ao HumanizaCast, o podcast da Humaniza Brasil, que discutiu a saúde pública, com participação do médico Fernando Monti, secretário da saúde de Bauru, Rafael Ribeiro, presidente do Departamento de Água e Esgoto, Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil e Paulo Milreu, da SmartIS Agência Digital.

Chat Google Talk: humanizabrasil@gmail.com Skype: techhumaniza MSN: rajeshvaom@hotmail.com
Contacte-me OrkutTwitterSlidesharedel.icio.usNingYoutubeFlickr




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Humanização e acolhimento: um patrimônio do povo brasileiro… e uma bandeira de todos nós! – por Reginaldo Tech

IMG_0105

Reginaldo Tech

(Professor, escritor, coach, palestrante e consultor da Humaniza Brasil, Convictus, Assertiva e Futura nas área de humanização na saúde, gestão estratégica e coaching)

Termino mais uma semana de muito trabalho. Rodei algo em torno de 800 quilômetros pelo interior de São Paulo. Menos do que os 1.500 quilômetros que vou rodar na próxima semana. Tem gente que roda bem mais… e tem gente que roda bem menos… ou fica sempre na mesma unidade de saúde. Porém, creio que o entusiasmo é sempre o mesmo, quando as pessoas querem espalhar humanização e acolhimento.

E no final desta semana, após uma boa reunião de diagnóstico do que cada um fez acontecer, quero deixar o meu entusiasmo por esse trabalho e pelas pessoas que vou encontrando… presencialmente ou pela internet. Mais que isso, meu entusiasmo ao ver que organismos vivos da sociedade vão jogando sementes de humanização e acolhimento… sempre com a intenção de compartilhar e fazer crescer o movimento. Um movimento que não tem dono, porque a humanização e o acolhimento na saúde já viraram patrimônio do povo brasileiro!

Nessas andanças pela net acabei encontrando o Voluntariado de Ribeirão Preto, um trabalho brilhante que, com certeza, está multiplicando humanização e acolhimento, além de outros bons frutos. Mais um semeador de humanização é o profissional Valdir Cimino, que ultrapassa barreiras e oferece o seu trabalho à causa da produção de saúde. Muito bom entrar nesses dois sites.

Neste caminhar, junto com os profissionais da Humaniza Brasil, percebo que estou cercado de boas companhias e vou dizendo isso em minhas palestras e treinamentos. Vou mostrando que estamos no caminho certo e que a bandeira da humanização e do acolhimento deve ser empunhada por todos, sem distinção de nada… porque essa bandeira não é nossa, mas é de todo o povo brasileiro!

Visite o meu blog. Leia o romance: Antes do passado chegar. Na próxima semana: Palavras Frases Parágrafos, grátis aqui no blog. Meu e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br. Fone: 14-8153-1885.

assinatura  humaniza correta

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Projetos sérios melhoram a educação no Brasil. “Acredite na escola pública” é exemplo disso.

Projeto prof BrevesA Humaniza Brasil tem trabalhado muito com educação permanente na saúde e tem projetos de acolhimento da educação e de qualidade de vida. Nessa trajetória, vamos conhecendo experiências fabulosas que acontecem Brasil afora. O exemplo que vamos dar é de um projeto social que acontece no Ceará. O professor José Breves, que estudou com o coordenador de educação permanente da Humaniza Brasil, professor Reginaldo Tech, na pós-graduação da Unesp de Araraquara, vai falar sobre o programa social “Acredite na escola pública”.

Com mais de 25 anos dedicados à educação, o professor José de Souza Breves Filho coordena um projeto social que tem melhorado o ensino no Ceará. Trata-se do “Acredite na escola pública”, que capacita professores dos ensinos fundamental e médio. A iniciativa oferta aulas sobre metodologia de ensino da leitura e da produção textual escrita; matemática; arte e educação; entre outras.

O professor Breves afirma: “Tenho como premissa o pensamento de que ninguém é capaz de ensinar o que não sabe. Em outras palavras, quem não é leitor, não ensina a ler; quem não é escritor, não ensina a escrever. Esse é o calcanhar-de-Aquiles da educação brasileira. Em consequência disso, tiramos 3,8 na avaliação da leitura e da escrita, feita no final do ano passado, com jovens de 15 anos. Ficamos à frente somente dos países mais pobres da África.

As atividades são realizadas em um sábado por mês e dividas em dois módulos. Pela manhã, são promovidos os cursos com professores e no período da tarde é realizada palestra voltada para os pais e estudantes. “Essas plenárias têm de versar sobre algo de interesse deles, como por exemplo, a relação pais e filhos; sexualidade; drogas; profissões e mercado de trabalho; educação para o trânsito; cuidados com a saúde; reciclagem de lixo, entre outras”, explica o professor.

O projeto também oferta atividades de conservação do meio ambiente, desenvolvidas diretamente nas escolas que participam da iniciativa e nas comunidades próximas a essas instituições de ensino. Atualmente o projeto envolve professores das escolas Municipal Vicente Fialho e Estadual Governador Adauto Bezerra. Da primeira instituição, participam 23 professores, beneficiando 640 estudantes da educação infantil e do ensino fundamental. Já da escola estadual, participam 73 profissionais.

“Neste primeiro ano, trabalhamos a organização dos conteúdos e os procedimentos metodológicos para o ensino do primeiro ano do ensino médio, beneficiando 18 turmas de, aproximadamente, 45 alunos em cada uma”, contou o professor. Esses estudantes  do ensino médio são provenientes de 132 bairros de Fortaleza e da Região Metropolitana, como, por exemplo, Maracanaú, Caucaia, Pacatuba, Itaitinga, Euzébio, Urucutuba entre outros.

“Os alunos têm um déficit de aprendizagem muito grande. Alguns não tiveram a devida carga horária, em várias disciplinas”, pontua, Breves, que  é escritor, pesquisador de métodos, técnicas de leitura e escrita, doutor em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista (UNESP),  graduado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ),  membro do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas e Estudos em Educação (GIPEE) e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

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Sobre os princípios de uma gestão estratégica e humanizada na saúde

Secretária de Saúde de Santa cruz do Rio Pardo, Luizete Pereira, tendo ao fundo: prfessor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil; Regina, do Conselho de Saúde;e prefeita Maura Macieirinha

Conferência Municipal de Saúde: secretária de Saúde de Santa cruz do Rio Pardo, Luizete Pereira, tendo ao fundo: professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil; Regina, do Conselho de Saúde; e prefeita Maura Macieirinha

Muitas são as políticas públicas para a saúde. Tanto o Ministério da Saúde, quanto as secretarias estaduais de saúde, implementam programas e estratégias que tendem a “contaminar” de forma positiva a ponta: as secretarias municipais de saúde e as unidades de saúde, com suas estruturas modernas ou arcaicas. Fato é que o Governo Federal, há mais de dez anos, vem propondo ideias que buscam como resultado a qualidade de atendimento do usuário do SUS, vide a Política Nacional de Humanização e a Política de Gestão Estratégica e Participativa.

Neste percurso, a Humaniza Brasil e muitas outras organizações e profissionais procuram viabilizar programas e projetos para a prática dessas políticas, sempre buscando a modernização e a concretização, que devem ir além das belas palavras e dos belos textos tirados em simpósios, encontros e congressos. Neste sentido, é interessante salientar que cada organismo tem a sua função: uns estudam, outros financiam e outros realizam. Às vezes, um mesmo organismo faz as três coisas junto.

O bom desse processo, que vai além do democratinismo e ultrapassa até as barreiras da democracia, é que existe espaço para todos, quando os envolvidos no processo tem bons propósitos. É assim que a Humaniza Brasil vai encontrando parceiros excelentes no seu caminho: secretários de saúde, gestores, pesquisadores, trabalhadores da saúde, profissionais de diversas áreas, empresas, organizações não-governamentais, gestores de políticas públicas e usuários.

Melhor ainda é perceber quanta gente se direciona no sentido de abrir espaço, ampliar a discussão e criar possibilidades de mudanças. Claro que ainda existe gente arcaica, que apenas pensa na reserva de mercado. Mas esses são os medrosos de sempre, cuja competência não vai além de uma indicação política. Porém, parafraseando Mário Quintana: “os homens estão atrapalhando o meu caminho, mas eles passarão… e eu passarinho”.

Hoje, com trabalho desenvolvido em 27 cidades, a Humaniza Brasil amplia ainda mais o seu trabalho e o quadro profissional, sempre envolvido com as competências de gestão estratégica modernas e com a humanização e o acolhimento. Conheça mais a Humaniza Brasil e seus parceiros… e perceba a seriedade do trabalho.

Mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br ou telefone para 14-8153-1885 ou 14-3011-7560.

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Humanização na saúde agita Pernambuco: eventos vão fazer do Recife a capital brasileira de humanização na saúde em julho

Veja os principais pontos da programação prevista para o I Congresso Norte-Nordeste de Humanização na Área da Saúde e do II Congresso Pernambucanno de Humanização na Área da Saúde, que vão acontecer no mês de no Recife:

° Rede de saúde: marcos para uma Política de Humanização.
° Humanização nos três níveis de assistência em saúde
° Formação do profissional de saúde: Humanização e Ética na matriz curricular.
° A saúde do trabalhador da saúde.
° Medicina dos Cuidados Paliativos.
° Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade nas equipes.
° Arte na Medicina.
° Bioética, Biodireito e Biomedicina.
° Infecção hospitalar: mitos e realidades.
° Diversidades humanas
° Humanização e finitude
° Projetos inovadores
° UTI: portal do inferno ou esperança de vida?
° Terapias Alternativas: coadjuvantes dos tratamentos alopáticos?
° Dor e Sofrimento: no cotidiano do profissional de saúde, na vivência do paciente
° Humanização e Espiritualidade
° Transplantes

Saiba mais sobre os eventos acessando o site http://www.congressohumanizasaude2010.com.br/

A Humaniza Brasil divulga iniciativas de Humanização na Saúde.

Conheça os projetos de humanização na saúde da Humaniza Brasil: 14-3011-7560 ou 14-8153-1885

E-mail: contato@humanizabrasil.org.br

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Acolhimento precisa de dinâmica, poder de decisão e compaixão – por Reginaldo Tech

Várias secretarias de saúde, hospitais e unidades de saúde estão experimentando a “porta de entrada com acolhimento”. Não vou aqui teorizar sobre a política nacional de humanização e nem sobre o que pensam os teóricos a respeito do acolhimento. Vou apenas desvelar algumas experiências que estão ocorrendo em várias cidades: positivas e negativas.

Nem vou citar os nomes das cidades, pois não estou fazendo avaliação dos trabalhos, mas apenas mostrando “cases”. A ideia de acolhimento não foi inventada pela política nacional de humanização, mas revelou-se também nos textos pós PNH. Portanto, não se trata de uma mordaça: “tem de ser assim e não pode ser de outro jeito”. Gestores, profissionais e trabalhadores da saúde vem experimentando o acolhimento, talvez para verificar a melhor forma de se fazer… na prática… e não apenas no bla-bla-bla.

floresA recepção das unidades de saúde, sejam públicas, terceirizadas ou privadas, é feita normalmente em um balcão, para onde o usuário se encaminha em busca de consultas, exames ou outras informações. Neste caso, a recepção é estática, sem oferecer o acolhimento com boas vindas. Esta é a forma “normal” que as unidades de saúde utilizam para receber o usuário.

Algumas unidades estão experimentando a recepção com acolhimento (é o que dizem) colocando uma mesa na entrada, com uma pessoa sentada… aguardando os usuários. Este modo é, ainda, um meio termo, pois troca-se um balcão por uma mesa, ficando o “recepcionista” aguardando os acontecimentos.

Mas já existem casos em que existe uma pessoa que tem a vibração do acolhimento, tem poder de decisão e muita compaixão pelos usuários que chegam. Porém, estes usuários não vão para um balcão ou uma mesa, já que o “recepcionista” está ali na porta de entrada e vai ao encontro do usuário, considerando a linha “Como posso ajudar?”.

Este acolhimento é colaborativo… e dinâmico, auxiliando na solução rápida dos problemas, já que este “recepcionista-acolhedor” pode encaminhas usuários, “furando a fila” para os realmente mais necessitados e dando soluções rápitas e objetivas. Este éum dos caminhos para um atendimento acolhedor e com resolução dos conflitos. Experimente!

Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou escreva para contato@humanizabrasil.org.br.

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