Posts tagged ‘reginaldo tech’

Acolhimento precisa de dinâmica, poder de decisão e compaixão – por Reginaldo Tech

Várias secretarias de saúde, hospitais e unidades de saúde estão experimentando a “porta de entrada com acolhimento”. Não vou aqui teorizar sobre a política nacional de humanização e nem sobre o que pensam os teóricos a respeito do acolhimento. Vou apenas desvelar algumas experiências que estão ocorrendo em várias cidades: positivas e negativas.

Nem vou citar os nomes das cidades, pois não estou fazendo avaliação dos trabalhos, mas apenas mostrando “cases”. A ideia de acolhimento não foi inventada pela política nacional de humanização, mas revelou-se também nos textos pós PNH. Portanto, não se trata de uma mordaça: “tem de ser assim e não pode ser de outro jeito”. Gestores, profissionais e trabalhadores da saúde vem experimentando o acolhimento, talvez para verificar a melhor forma de se fazer… na prática… e não apenas no bla-bla-bla.

floresA recepção das unidades de saúde, sejam públicas, terceirizadas ou privadas, é feita normalmente em um balcão, para onde o usuário se encaminha em busca de consultas, exames ou outras informações. Neste caso, a recepção é estática, sem oferecer o acolhimento com boas vindas. Esta é a forma “normal” que as unidades de saúde utilizam para receber o usuário.

Algumas unidades estão experimentando a recepção com acolhimento (é o que dizem) colocando uma mesa na entrada, com uma pessoa sentada… aguardando os usuários. Este modo é, ainda, um meio termo, pois troca-se um balcão por uma mesa, ficando o “recepcionista” aguardando os acontecimentos.

Mas já existem casos em que existe uma pessoa que tem a vibração do acolhimento, tem poder de decisão e muita compaixão pelos usuários que chegam. Porém, estes usuários não vão para um balcão ou uma mesa, já que o “recepcionista” está ali na porta de entrada e vai ao encontro do usuário, considerando a linha “Como posso ajudar?”.

Este acolhimento é colaborativo… e dinâmico, auxiliando na solução rápida dos problemas, já que este “recepcionista-acolhedor” pode encaminhas usuários, “furando a fila” para os realmente mais necessitados e dando soluções rápitas e objetivas. Este éum dos caminhos para um atendimento acolhedor e com resolução dos conflitos. Experimente!

Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou escreva para contato@humanizabrasil.org.br.

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Araçatuba começa movimento de humanização na saúde na Unesp nesta quinta-feira

bexigasA Unesp, mais precisamente o Centro de Atendimento Odontológico a Pessoas Portadoras de Deficiência (CAOE), vai puxar o fio… e a cidade de Araçatuba vai se incluir nessa: quinta-feira, dia 18, começa o Movimento de Humanização na Saúde, com a palestra “A arte da humanização na saúde”, seguida de um treinamento de dois dias para todos os servidores do Centro odontológico da Unesp.

Quando falamos em Movimento, isto significa dizer que o propósito não deve ficar apenas na Unesp, mas ultrapassar os muros e seguir para a cidade. Inicialmente eram 40 pessoas inscritas, porém, vão participar cerca de 15o pessoas, 80 das quais da secretaria de saúde da Prefeitura Municipal de Araçatuba.

O professor Reginaldo Tech, que esteve até a semana passada dando treinamento aos servidores da saúde da Prefeitura Municipal de Arandu, diz que este movimento de humanização na saúde vem crescendo cada dia mais, independente das propostas oficiais, já que “a política nacional de humanização acabou virando um patrimônio do povo brasileiro e em todos os lugares os gestores querem realizar algum trabalho”.

Para a psicóloga Lucia Cirino de Moraes, que trabalha com projetos da Humaniza Brasil, este interesse e os movimentos que vão acontecendo em toda parte, revelam que a humanização na saúde é maior que todos nós, é maior que o Estado e está cada vez mais presente nas unidades de saúde de todos os lugares.

A palestra e o treinamento na Unesp de Araçatuba é apenas o início de um longo trabalho de humanização para usuários e trabalhadores da saúde. Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Humaniza Brasil inicia movimento de humanização na saúde em Arandu/SP

A cidade paulista de Arandu começou na noite desta quinta-feira, dia 4 de fevereiro, um movimento pela humanização na saúde. O movimento recebeu o nome de Humaniza-Ação e quer abrir espaço para a melhoria do atendimento na saúde, com humanização e acolhimento, além de buscar soluções para as situações de atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS.

O movimento começou com uma palestra do professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil, para lideranças da secretaria de saúde e amanhã, sexta-feira, tem continuidade com trabalhadores da secretaria de saúde e do hospital municipal. O treinamento de amanhã é sobre atendimento, humanização e acolhimento.

Segundo o professor Reginaldo Tech “este trabalho tem um começo mas não tem um fim, já que os resultados são obtidos a curto e a médio prazo, sempre contando com o engajamento de todo o pessoal da saúde”. Na próxima semana, haverá  a palestra “A arte da humanização na saúde”, além da continuidade dos treinamentos de atendimento e de liderança.

Leia mais no blog do professor Reginaldo Tech. E se quiser saber mais sobre projetos especiais para saúde, educação e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br

Blog da Humaniza Brasil

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Associação Hospitalar de Bauru: agora é hora de humanização e acolhimento! – por Reginaldo Tech

IMG_0105Tenho viajado por vários lugares, levando em minhas palestras e treinamentos o ideário da Política Nacional de Humanização. Recentemente, estive realizando trabalhos nos Hospitais Santo Amaro, no Guarujá, e Stella Maris, em Guarulhos. Ambos têm mais ou menos o porte do Hospital de Base de Bauru. Também estive trabalhando em cidades como: Paracatu-MG, Santa Cruz do Rio Pardo, Mongaguá, Espírito Santo do Turvo, Macatuba, Jaú, Tupã, Agudos e Arealva, sempre na área da saúde. A experiência tem sido válida para perceber a importância de um trabalho efetivo de gestão estratégica e humanizada na saúde.

Aqui em Bauru, recentemente, a notícia de má gestão na Associação Hospitalar abriu espaço para mudanças, que nos parecem ser profundas. Ou seja, a Polícia Federal e o Ministério Público desmontaram uma bomba relógio… e as coisas (perece) voltaram a funcionar. No dia 1º de dezembro, o Jornal da Cidade (JC) publicou matéria intitulada: “AHB visa melhoria de atendimento”, com informações importantes a respeito da reorganização porque passam o Hospital de Base e a Maternidade Santa Isabel.

Segundo a matéria do JC,
melhoria de gerenciamento, modernização, profissionalização da estrutura, novo modelo de gestão e aprimoramento profissional são algumas “palavras de ordem” dentro da nova gestão da AHB, cujo interventor, Fábio Tadeu Teixeira, precisa de todo o apoio da comunidade e dos poderes constituídos. Agora é a hora de mudanças radicais, para que trabalhadores da saúde e usuários do SUS sejam os grandes timoneiros dessas transformações.

Nesse ponto, é preciso retomar (mais uma vez) os indicativos do Ministério da Saúde, que norteiam os prestadores de serviço do Sistema Único de Saúde, o maior sistema de inclusão social do mundo, pelas boas palavras da PNH, a Política Nacional de Humanização. Se a Associação Hospitalar de Bauru está modificando bases, estratégias e protocolos, inclusive realizando mudanças nos protocolos de atendimento e não apenas nos protocolos médicos, chegou a verdadeira hora da virada. E essa virada é a humanização e o acolhimento.

Quando se fala em humanização
e acolhimento é preciso que se busque o mais profundo envolvimento do prestador (no caso, a AHB) com seus colaboradores e usuários do sistema, já que o SUS somos todos nós. É bem verdade que qualquer trabalho de humanização e acolhimento não surte efeito a curto prazo, mas as mudanças começam a aparecer logo nos primeiros dias em que se escolhe este caminho.

Além disso, é preciso entender-se humanização e acolhimento como os dispositivos apontados pela PNH, via Humaniza SUS. Ou seja, humanização não é só mudança formal, com longos cursos burocráticos e acadêmicos para que se construa um grupo de estudos que vai se reunir, discutir, rediscutir e não aplicar nada, ficando apenas na abordagem idealística do que seria (em um futuro não muito próximo) a humanização.

Humanização é concretização… e pode ser gerada através de trabalhos vivenciais, com monitoramento de resultados. Nossas experiências em instituições públicas e privada, hospitais e secretarias de saúde, distribuidoras de medicamentos e planos de saúde, sempre tratando da condução de projetos de implantação de humanização e acolhimento, nos dão a certeza de que o choque de gestão é um dos bons caminhos, com mudanças estruturais; reorganização do organograma (como está fazendo atualmente a AHB; instalação de ouvidoria realmente independente; e comunicação integrada, inclusive com a produção do guia do usuário, com linguagem simples e que atinja o cidadão.

Na prática, o que defendemos e orientamos em nossos treinamentos e nas palestras é o que a essência da política nacional de humanização prega: redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso; atendimento acolhedor e resolutivo, baseado em critérios de risco; implantação de modelo de atenção, com responsabilização e vínculo; garantia dos direitos dos usuários; valorização do trabalho na saúde; e gestão participativa nos serviços.

Estes são os princípios.
A hora é agora, já que o caminho está aberto para mudanças. Muitos podem colaborar nesse trabalho, pois existem pessoas aos montes em todos os cantos do país realizando a humanização e o acolhimento. Este é o SUS que dá certo… e que pode ser implantado em qualquer instituição de saúde, inclusive na Associação Hospitalar de Bauru. Basta ter a tal vontade política e de gestão. Em agosto, estivemos no II Seminário Nacional de Humanização, em Brasília, e tudo isso foi largamente comprovado. A cidade e a região aguardam boas notícias da AHB.

(Artigo publicado no Jornal da Cidade, de Bauru, no dia 01 de fevereiro de 2010)

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Humaniza Brasil e Marca Pessoal fecham parceria para projetos especiais em desenvolvimento humano

marca4Mais do que realizar treinamentos, os empreendedores mais modernos querem realizar projetos especiais que tenham uma gama de valores agregados e de resultados significativos. Pensando nisso, a Humaniza Brasil, que se destaca com uma das principais organizações de projetos especiais em humanização na saúde, e a Marca Pessoal, agência especializada em negócios de desenvolvimento humano, fecharam importante parceria para os próximos anos.

humaniza logo corretaA Humaniza Brasil e a Marca Pessoal vão estar juntas, a partir de agora, com projetos em desenvolvimento humano nas áreas pública e corporativa. Para o coordenador de projetos de humanização na saúde da Humaniza Brasil, professor Reginaldo Tech, “esta parceria é realmente um convite para corpo e mente saudáveis”. Tech usou um dos focos da Marca Pessoal para se congratular com a nova parceria.

A Marca Pessoal tem grandes clientes e excelentes negócios em desenvolvimento humano, e também foca na qualidade dos resultados de todos os trabalhos realizados. Sediada em Santos/SP, a missão da equipe Marca Pessoal Treinamentos é trabalhar com todos os esforços no sentido de melhorar a vida das pessoas, oferecendo recursos da Neuropsicologia, Neurociência e Física Quântica, bem como utilizar a Programação Neurolinguística de forma ética e profissional.

A Humaniza Brasil vem colhendo resultados interessantes nos treinamentos, palestras e consultorias em humanização na saúde, colaborando com as mudanças necessárias para melhor atendimento, melhor gestão e eficácia na liderança dos gestores. Sediada em Bauru/SP, a missão da Humaniza Brasil é buscar novos caminhos para uma saúde preventiva e o uso de meios mais eficazes para a humanização na saúde, o acolhimento na educação e  a qualidade de vida.

Para Ari Brito, diretor da Marca Pessoal, a parceria com a Humaniza Brasil “vem agregar um valor importante para os trabalhos que já realizamos, pois estende o leque de bons produtos de desenvolvimento humano”.  Se quiser saber mais sobre a Marca Pessoal é só entrar no site. E se quiser saber mais sobre os projetos especiais em saúde, educação e qualidade de vida da Humaniza Brasil, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde pode começar com treinamento vivencial com foco na participação e no acolhimento – por Reginaldo Tech

IMG_0105Após 10 anos de projetos, trabalhos e experiências em humanização na saúde, tanto nos organismos públicos, quanto na iniciativa privada, podemos dizer que humanização e acolhimento realmente é o caminho. A Humaniza Brasil tem publicado posts de variados autores, ligados ou não à nossa organização, que ampliam essa discussão. Podemos dizer que, hoje, mesmo com a existência de uma política nacional de humanização, não há uma “receita pronta” de humanização na saúde, mas experiências variadas que modificam o atendimento nas unidades de saúde de todo o Brasil.

Todas as experiências que vem acontecendo demonstram a necessidade de uma visão mais humanizada e acolhedora em todos os sentidos e de todas as pessoas envolvidas. Gestores, profissionais, trabalhadores da saúde, administradores e até os usuários são participantes desta corrente. Existem ricas experiências em humanização na saúde por todo o Brasil, realizadas com ou sem ajuda oficial. As redes de produção de saúde se espalham por todo o país, sem que exista um “dono” desse trabalho.

Isto é o mais importante: disseminar experiências, compartilhar situações, aumentar a qualidade de atendimento, perceber a importância de uma rede que seja inclusiva e não exclusiva. Essa rede de produção de saúde é gerada pelo cotidiano, pelas atitudes eficazes e pelo trabalho em equipe. Em muitos lugares tudo isto é, ainda, apenas um sonho, porém, as experiências demonstram que tudo se modifica. Abslutamente tudo! Um bom começo para tudo isto seria a realização de treinamentos em desenvolvimento humano direcionados à humanização e acolhimento.

Assim, falar em humanização na saúde não pode ser exclusividade de um ou de outro, mas da sociedade como um todo, incluindo-se aí os poderes constituídos, já que é dever do Estado dar saúde de qualidade para a população. Um primeiro passo em cidades onde a humanização na saúde ainda é distante poderia ser mudar o foco dentro da questão financeira: ao invés de se dizer “gastamos tal importância na saúde”, pode-se dizer “investimos tal importância na saúde… para o bem da população”. Investimentos que devem, inclusive disponibilizar melhores salários para os trabalhadores da saúde.

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Humanização na saúde vista como atendimento qualificado – por Luiz Bigarelli Junior

luizbigarellijr(pedagogo, publicitário e consultor em gestão de pessoas, área de atendimento e vendas. Foi governador da Associação Internacional de Lions Clube entre 2008 e 2009. É parceiro e colaborador da Humaniza Brasil)

No final de 2009, recebi com muito carinho um convite muito especial do Reginaldo Tech para escrever um post no blog da Humaniza Brasil. Os dias se passaram e fiquei pensando sobre a abordagem do tema direcionado para saúde, humanização, acolhimento, atendimento ou qualidade de vida.  Hoje estou tranquilo, pensando e revendo algumas coisas e localizei o tema e a abordagem.

Postei no BauruBlog o conteúdo de um panfleto que peguei em um Hotel em Ribeirão Preto, muito simples, já conhecido, prático e eficaz, porém, cada linha com uma amplitude e profundidade sem igual. Selecionei duas linhas para trabalhar brevemente aqui.

Trabalho com consultoria em gestão de pessoas, equipes de vendas e muito com marketing interno. Desta forma, nossos trabalhos se cruzam em determinadas situações, onde o Reginaldo Tech desenvolve seu trabalho de humanização na saúde.

1º Conceito selecionado:

O cliente não é uma interrupção em nosso trabalho, mas seu objetivo.

Este é o 3º dos 10 mandamentos do bom atendimento. Geralmente em qualquer lugar, mas aqui tratando, especialmente na saúde, muitas vezes nós, usuários do sistema, nos sentimos como um tropeço, sentimos em alguns lugares que estamos incomodando quem nos atende. Se olharmos a rede pública de saúde e acompanharmos um atendimento, podemos facilmente chegar a esta clara conclusão. Chamo de cliente o usuário do sistema de saúde.

Independente da natureza do cidadão, seja pobre ou rico, bonito ou feio, todos tem o direito a serem tratados não como uma interrupção no trabalho, mas como clientes do sistema público de saúde. Clientes pois, de uma forma ou de outra, acabam recolhendo seus impostos, seja de forma específica ou indiretamente como consumidores. Nós somos a razão da existência do sistema, simplesmente isso.

2º Conceito selecionado:

O cliente não é alguém com quem devemos manter duelo verbal.

Este é o 7º
mandamento do bom atendimento. Nós sabemos que, muitas vezes pela inoperância ou dificuldades operacionais do sistema público de saúde, os ânimos se exaltam. As pessoas ao buscarem determinadas soluções, crêem que o sistema tem a obrigação de resolver determinado problema, não deixa de ter razão nesta parte, mas, simplesmente é a função resolver, porém os recursos e a demanda acabam por impedir que algumas situações sejam resolvidas. Daí surge o duelo verbal.

Nestas situações sermos resilientes, pacientes, praticarmos a empatia, colocando-se no lugar do outro, estabelecermos uma conversa adulta e principalmente amiga, pode fazer muita diferença na solução deste problema. Em vez de duelar verbalmente, devemos tratar com elegância e principalmente amor cada caso difícil que nos apresenta. Isso é dar qualidade de vida ao usuário da saúde pública ou privada.

É isso, creio não ser tarefa simples trabalhar no atendimento seja de qualquer setor, público ou privado. Atender é uma arte e exige certas habilidades muito complexas. Atender um ser humano em busca de solução para seus problemas em uma situação de grandes adversidades é um grande desafio e tenham certeza de que quanto mais amigo, mais cortesia usarmos e principalmente se oferecermos um atendimento mais humano e empático, melhores resultados alcançaremos.

Blog da Humaniza Brasil

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Humanização na saúde é tema frequente nas secretarias de saúde de cidades do Estado de São Paulo – por Reginaldo Tech

IMG_0105A secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, através das Divisões Regionais de Saúde e também do excelente trabalho dos articuladores de atenção básica, tem prestado um serviço imenso à causa da humanização na saúde e do acoohimento no atendimento aos usuários do sistema público de saúde. Foram vários os momentos em que pude observar o preparo e a preocupação desses articulares, já que eles são responsáveis por um grande número de ações dentro das secretarias municipais, criando-se redes de integração regionais.

Nestas várias oportunidades, observei também a disposição dos articulares, falando em nome da Secretaria de Estado, para incentivar os gestores a “entrarem de cabeça” na gestão humanizada e nas atitudes de humanização na saúde, como acolhimento e outros dispositivos tão disseminados por gestores de nível estadual e federal, não só em São Paulo, mas em todo Brasil.

Vale à pena lembrar, quando se fala desse processo, que não se pode esperar atitudes pessoais ou individuais, mas é preciso que aconteçam processos de trabalho em equipe, o que tornaria o processo de humanização na saúde mais colaborativo e não trabalhos esparsos, às vezes realizados de forma alternativa ou por grupos isolados.

Daí é que batemos sempre na tecla do desenvolvimento humano, que é um dos meios mais eficazes para se mudar condições, ambientes e sistemas, seja para os gestores, seja para os trabalhadores e usuários. Todos precisam de desenvolvimento humano, da moça que faz o café até o gestor, o que torna o trabalho mais exaustivo ainda.

Não adianta fazer rodas de conversas se não existe a participação do gestor, como o gestor também não pode administrar à revelia de seus colaboradores. Há 10 anos existe um trabalho sistemático de humanização na saúde no Brasil, no entanto, esses 10 anos trouxeram muitas novidades… e é preciso seguir com o mundo.

Portanto, nesse novo mundo, não se pode mais viver em casulos. É preciso que todos, desde o Ministério da Saúde, administrado de forma precisa pelo ministro José Gomes Temporão, até o mais humilde trabalhador da saúde da mais pequenina cidade, sejamos colaborativos, abertos às novidades, abrindo espaço para as mudanças e executando as tarefas necessárias para que se concretize, de fato, a humanização na saúde em todo o Brasil.

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Humanização na saúde em 2010 – por Reginaldo Tech

IMG_0105Começo o ano falando sobre humanização na saúde e já vou ampliando para qualidade de vida e acolhimento na educação. É que, aqui na Humaniza Brasil, mexemos um pouco nas coisas. Além de novos projetos para 2010, temos também o funcionamento de um grupo de estudos, batizado de David Capistrano, que discute humanização na saúde e outras questões relacionadas a qualidade de vida e educação. Acreditamos que uma coisa não exclui a outra.

Nossa visão de humanização na saúde incorpora questões como desenvolvimento humano e gestão de pessoas, ampliando a discussão que acontece há um bom tempo, centrada na política nacional de humanização. Existe um artigo da Dra. Eliana Ribas que também amplia essa discussão, propondo 6 pontos para se focar os trabalhos de humanização e acolhimento. Existe também um excelente trabalho desenvolvido pelo Ministério da Saúde, através do programa Humaniza SUS.

Percebi, ao longo dos últimos dois anos que focamos objetivamente em humanização na saúde, que é preciso ampliar o trabalho, e não restringir. A política nacional de humanização existe há cerca de sete anos… é importante, interessante, mas o mundo evoluiu e precisamos de novos direcionamentos. Foi pensando nisso que mudamos os rumos dos nossos trabalhos: perceba isto no blog da Humaniza Brasil.

Estamos publicando colaborações interessantes de pessoas que trabalham, de alguma forma, com humanização na saúde, desenvolvimento humano, qualidade de vida e acolhimento na educação, áreas que se encontram quando o assunto é saúde e humanização. Algumas destas pessoas trabalham direta ou indiretamente nos projetos da Humaniza Brasil.

Acredito que o trabalho colaborativo e de ampla cooperação é o melhor caminho para a implantação de políticas de humanização. A ideia é formar uma grande rede, que não se restrinja a grupos, mas que espalhe, com acolhimento, as boas experiências de todos os lugares do país. Para isso, alguns pontos são importante: desenvolvimento humano, comunicação integral, gestão estratégica e monitoramento dos resultados.

Leia os posts aqui no blog da Humaniza Brasil e perceba que a diversidade de ideias, soluções e atitudes é altamente eficaz para a gestores, trabalhadores na saúde, educadores, usuários dos sistemas de saúde e educação… e para todos os profissionais de gestão de pessoas e desenvolvimento humano. Humanização na saúde: patrimônio do povo brasileiro. Nos próximos dias, mais de 20 colaboradores estarão aqui no blog.

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Via6 é rede social com comunidade de humanização na saúde

via 6A Humaniza Brasil tem disseminado por todos os cantos do país as possibilidades de trabalhos práticos em humanização na saúde, acolhimento na educação e qualidade de vida. Para os profissionais da Humaniza Brasil, realizar humanização na saúde é trabalhar com saúde preventiva, o que significa dizer que é saúde através da educação, já que os pontos fortes dos projetos da Humaniza Brasil são os treinamentos e as palestras vivenciais.

Falar em humanização na sáude é reconhecer na Política Nacional de Humanização através do programa Humaniza SUS, do Ministério da Saúde, o ideário de possibilidades de trabalhos, pois a PNH abre, através dos dispositivos de humanização, vários caminhos para a concretização de uma saúde humanizada e acolhedora.

Após os seis anos de PNH, a internet acabou também virando ponto de encontro das pessoas que militam ou trabalham com humanização. Várias redes sociais foram se instalando e criando espaços de discussão sobre humanização e acolhimento. Um desses pontos de encontro virtual é a rede social Via6, que tem sua comunidade de humanização na saúde… e a Humaniza Brasil está na rede, mostrando os trabalhos que tem desenvolvido e que irá desenvolver em 2010.

Entre no Via6 e conheça a comunidade de humanização na saúde. Conheça também os projetos da Humaniza Brasil entrando nos links que estão ali no topo do blog. Humaniza Brasil é o país com a saúde humanizada. Entre nessa onda: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.

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