A responsabilidade social das organizações – por Renato Dias Baptista
(Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Docente da Universidade Estadual de Londrina e da Universidade Paulista. Consultor em Gestão de Pessoas. http://www.ideiaswireless.blogspot.com. E-mail: rdbapt@gmail.com. Post especial para a Humaniza Brasil)
A Responsabilidade Social é uma atividade recorrente no meio corporativo contemporâneo, ela envolve um conjunto de procedimentos – éticos e legais – que valorizam os funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e o governo. Contudo, também comporta concepções bem antagônicas sobre a sua adoção. Alguns dizem que as empresas pagam impostos demais e que, por isso, o Estado – o recebedor – deve ser o único responsável. Outros acreditam que as empresas, sim, devem contribuir mediante um conjunto de ações que iniciam dentro de seu próprio contexto.
Os adeptos dessa última opinião abarcam tanto as organizações socialmente responsáveis como as que possuem apenas micro-facetas desse conceito, isto é, são empresas que impressionam seus clientes ao, por exemplo, distribuírem alimentos para entidades filantrópicas, praticarem a coleta seletiva ou o reuso de água. Embora não haja nenhum problema em colaborar com as entidades filantrópicas ou possuir práticas assistenciais, essa atitude não faz jus à denominação e de Empresa Socialmente Responsável.
O Instituto Ethos, a propósito, é uma referência inicial para aqueles que desejam investir nessa ideia, e apresenta a Responsabilidade Social Empresarial como “a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais que impulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais”.
Finalmente, é preciso atenção à visão parcial encontrada em muitas comunicações organizacionais, resultados de estratégias assimétricas e contraproducentes que tentam incorporar a amplitude da Responsabilidade Social em donativos ou feitos isolados. Numa sociedade que busca a evolução, tudo o que é falacioso deve ser contestado pelas organizações sérias ou pelos cidadãos. Não devemos perder de vista a Ética Organizacional; um exercício que precede a origem da empresa e que, com o passar do tempo, deve ser incorporada à sua cultura.













(Administrador de empresas, gestor de recursos humanos, 12 anos na área da saúde e 3 anos como gerente de secretaria de saúde municipal, parceiro da Humaniza Brasil)
(pedagogo, publicitário e consultor em gestão de pessoas, área de atendimento e vendas. Foi governador da Associação Internacional de Lions Clube entre 2008 e 2009. É parceiro e colaborador da Humaniza Brasil)


(Analista em consultoria de Qualidade de Vida em Organizações na B2P, Personal Trainner, Formada em Educação Física pela Faculdade Integrada de Guarulhos (FIG), participou da implantação da Academia Pão de Açúcar e realizou o alinhamento estratégico e técnico da ginástica laboral da Nestlé Brasil)

(Secretária, trabalha em call Center há dois anos, desenvolve projetos e defende qualidade de vida e humanização para seus colegas de trabalho. Mora em São Bernardo do Campo/SP)
(Personal coaching & professional coaching, instrutor de yoga russa, defesa psico energética e transmeditação dinâmica. Trabalha individualmente com pessoas e também com grupos de yoga e meditação dinâmica. Ministra palestras e cursos sobre suas especialidades. Mora em Bauru/SP)



