Posts tagged ‘qualidade de vida’

A responsabilidade social das organizações – por Renato Dias Baptista

renato londrina(Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Docente da Universidade Estadual de Londrina e da Universidade Paulista. Consultor em Gestão de Pessoas. http://www.ideiaswireless.blogspot.com. E-mail: rdbapt@gmail.com. Post especial para a Humaniza Brasil)

A Responsabilidade Social é uma atividade recorrente no meio corporativo contemporâneo, ela envolve um conjunto de procedimentos – éticos e legais – que valorizam os funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e o governo. Contudo, também comporta concepções bem antagônicas sobre a sua adoção. Alguns dizem que as empresas pagam impostos demais e que, por isso, o Estado – o recebedor – deve ser o único responsável. Outros acreditam que as empresas, sim, devem contribuir mediante um conjunto de ações que iniciam dentro de seu próprio contexto.

Os adeptos dessa última opinião abarcam tanto as organizações socialmente responsáveis como as que possuem apenas micro-facetas desse conceito, isto é, são empresas que impressionam seus clientes ao, por exemplo, distribuírem alimentos para entidades filantrópicas, praticarem a coleta seletiva ou o reuso de água. Embora não haja nenhum problema em colaborar com as entidades filantrópicas ou possuir práticas assistenciais, essa atitude não faz jus à denominação e de Empresa Socialmente Responsável.

O Instituto Ethos, a propósito,  é uma referência inicial para aqueles que desejam investir nessa ideia, e apresenta a Responsabilidade Social Empresarial como “a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais que impulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais”.

Finalmente, é preciso atenção à visão parcial encontrada em muitas comunicações organizacionais, resultados de estratégias assimétricas e contraproducentes que tentam incorporar a amplitude da Responsabilidade Social em donativos ou feitos isolados. Numa sociedade que busca a evolução, tudo o que é falacioso deve ser contestado pelas  organizações sérias ou pelos cidadãos. Não devemos perder de vista a Ética Organizacional; um exercício que precede a origem da empresa e que, com o passar do tempo, deve ser incorporada à sua cultura.

Blog da Humaniza Brasil

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Humanização na saúde é a única saída – por Wilson Martins

wilson martins(Administrador de empresas, gestor de recursos humanos, 12 anos na área da saúde e 3 anos como gerente de secretaria de saúde municipal, parceiro da Humaniza Brasil)

Parece um absurdo falar em humanizar a atividade humana, no entanto, a sociedade vive tristes aspectos de selvageria. Sofre pelas graves violências cotidianas, das favelas, morros, ruas e até domésticas.

No caso de humanização da saúde temos que desenvolver um intenso trabalho no âmbito clínico/hospitalar para combater a insensibilidade, o processo de anestesiamento dos profissionais da saúde. De tanto ver gente sofrer, gemer e morrer já não mais impressiona e nem comove, tudo parece e é vivido como simples casos de rotina. Só que cada um tem sua dor, seu sofrimento, emoções e preocupações de forma individual e personalizada.

É pre ciso que o servidor público/funcionário entenda que, normalmente, não lida com pessoas comuns que estão felizes, mas sim, com pessoas que trazem atrás de si uma bagagem de sofrimentos, seja esse passageiro ou não, mas o certo é que estão sofrendo toda sorte de infelicidades, pressão, pobreza, miséria e um enorme medo e descrédito dos serviços públicos de saúde.

O funcionário/servidor público de uma policlínica, posto de saúde, clínica ou hospitais privados é conscientizado no curso de Humanização da Saúde que, toda pessoa, independentemente da sua cultura e da sua condição social, ao adoecer, ao se submeter a uma cirurgia, ao ocupar uma maca na emergência ou leito na CTI/UTI, fica profundamente fragilizada, sente insegurança, medo de sofrer e morrer. Nessas circunstâncias, mais do que nunca necessita de apoio, presença e carinho humano. É também o momento em que passa a lembrar de Deus, do qual, talvez viveu esquecida.

Muitas vezes, “Mais que de máquinas, necessitamos de humanidade. Mais do que de inteligência, necessitamos de afeição”. Charlie Chaplin. ..

Muitas dessas pessoas, além das doenças que as afligem, são pessoas excluídas do sistema, permanentemente desempregadas, passando necessidades, com baixa auto- estima, em sua grande maioria viciada em álcool, (que às vezes está cobrando o preço de viver uma vida desregrada), sem perspectivas de dias melhores, sem esperanças, apenas tem um dia a após o outro, enfim, são pessoas que não tem qualidade de vida.

As vidas dessas já são um inferno devido as péssimas condições em que vivem. Chegam ao serviço de saúde e se deparam com um quadro constante: funcionário desmotivado, baixos salários, falta de treinamento, falta de medicamentos básicos, ambulâncias, sendo que, em todo o Brasil, salvo raras exceções, a população tem péssima impressão dos funcionários dos serviços de saúde.

A falta de empenho, despreparo e vontade dos gerentes e agentes políticos fazem com que os funcionários que lidam diariamente com recepção, encaminhamentos e cuidados desses pacientes os tratem com descasos. Para as pessoas que necessitam cuidar da sua saúde acontecem péssimos tratamentos, demoras e enormes custos, com as consequências que bem conhecemos: agravamento de sua saúde, maior custo para o serviço de saúde e até óbito do paciente, simplesmente por demoras desnecessárias.

Tudo isso pode e deve ser evitado com ganhos reais para todos os atores envolvidos, seja o gestor público, funcionários/servidores e pacientes, desde que se faça constantemente treinamento, palestras, cursos de Humanização da Saúde em que os funcionários/servidores sejam chamado a “atuarem” até com a aplicação da Lei do Menor Esforço, diminuindo assim, o estresse e doenças ligadas a esse, tão comuns no servidor público, responsáveis, por faltas e afastamento da parte dos funcionários/servidores.

Blog da Humaniza Brasil

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Humanização na saúde vista como atendimento qualificado – por Luiz Bigarelli Junior

luizbigarellijr(pedagogo, publicitário e consultor em gestão de pessoas, área de atendimento e vendas. Foi governador da Associação Internacional de Lions Clube entre 2008 e 2009. É parceiro e colaborador da Humaniza Brasil)

No final de 2009, recebi com muito carinho um convite muito especial do Reginaldo Tech para escrever um post no blog da Humaniza Brasil. Os dias se passaram e fiquei pensando sobre a abordagem do tema direcionado para saúde, humanização, acolhimento, atendimento ou qualidade de vida.  Hoje estou tranquilo, pensando e revendo algumas coisas e localizei o tema e a abordagem.

Postei no BauruBlog o conteúdo de um panfleto que peguei em um Hotel em Ribeirão Preto, muito simples, já conhecido, prático e eficaz, porém, cada linha com uma amplitude e profundidade sem igual. Selecionei duas linhas para trabalhar brevemente aqui.

Trabalho com consultoria em gestão de pessoas, equipes de vendas e muito com marketing interno. Desta forma, nossos trabalhos se cruzam em determinadas situações, onde o Reginaldo Tech desenvolve seu trabalho de humanização na saúde.

1º Conceito selecionado:

O cliente não é uma interrupção em nosso trabalho, mas seu objetivo.

Este é o 3º dos 10 mandamentos do bom atendimento. Geralmente em qualquer lugar, mas aqui tratando, especialmente na saúde, muitas vezes nós, usuários do sistema, nos sentimos como um tropeço, sentimos em alguns lugares que estamos incomodando quem nos atende. Se olharmos a rede pública de saúde e acompanharmos um atendimento, podemos facilmente chegar a esta clara conclusão. Chamo de cliente o usuário do sistema de saúde.

Independente da natureza do cidadão, seja pobre ou rico, bonito ou feio, todos tem o direito a serem tratados não como uma interrupção no trabalho, mas como clientes do sistema público de saúde. Clientes pois, de uma forma ou de outra, acabam recolhendo seus impostos, seja de forma específica ou indiretamente como consumidores. Nós somos a razão da existência do sistema, simplesmente isso.

2º Conceito selecionado:

O cliente não é alguém com quem devemos manter duelo verbal.

Este é o 7º
mandamento do bom atendimento. Nós sabemos que, muitas vezes pela inoperância ou dificuldades operacionais do sistema público de saúde, os ânimos se exaltam. As pessoas ao buscarem determinadas soluções, crêem que o sistema tem a obrigação de resolver determinado problema, não deixa de ter razão nesta parte, mas, simplesmente é a função resolver, porém os recursos e a demanda acabam por impedir que algumas situações sejam resolvidas. Daí surge o duelo verbal.

Nestas situações sermos resilientes, pacientes, praticarmos a empatia, colocando-se no lugar do outro, estabelecermos uma conversa adulta e principalmente amiga, pode fazer muita diferença na solução deste problema. Em vez de duelar verbalmente, devemos tratar com elegância e principalmente amor cada caso difícil que nos apresenta. Isso é dar qualidade de vida ao usuário da saúde pública ou privada.

É isso, creio não ser tarefa simples trabalhar no atendimento seja de qualquer setor, público ou privado. Atender é uma arte e exige certas habilidades muito complexas. Atender um ser humano em busca de solução para seus problemas em uma situação de grandes adversidades é um grande desafio e tenham certeza de que quanto mais amigo, mais cortesia usarmos e principalmente se oferecermos um atendimento mais humano e empático, melhores resultados alcançaremos.

Blog da Humaniza Brasil

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Humanização na saúde é discutida no Grupo de Estudos “David Capistrano”

david o guerreiro

Quem está acostumado aos tradicionais métodos de reunião de grupos de estudos, vai achar muito diferente o Grupo que discute humanização na saúde da Humaniza Brail, batizado com o nome de um dos mais importantes médicos sanitaristas que o Brasil já teve: David Capistrano da Costa Filho. É que o funcionamento do grupo é dinâmico, como todos os trabalhos da Humaniza Brasil.

Funcionando o tempo todo, o grupo é responsável pelas publicações dos colaboradores aqui no blog e mantém com todos eles uma conversa cotidiana, objetivando a troca de experiências, tão importante no mundo colaborativo. Acreditamos que isto colabora com os extensos trabalhos de humanização na saúde que acontecem em todo o Brasil. As reuniões, inclusive com participação virtual via skype, começam a acontecer na próxima sexta-feira, dia 15 de janeiro… e o primeiro texto que o pessoal já está estudando é o excelente artigo da Dra. Eliana Ribas sobre os 10 anos de humanização na saúde no Brasil. Participe!

Blog da Humaniza Brasil

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Qualidade de vida e prioridades – por Thaís Haliski

thais(Analista em consultoria de Qualidade de Vida em Organizações na B2P, Personal Trainner, Formada em Educação Física pela Faculdade Integrada de Guarulhos (FIG), participou da implantação da Academia Pão de Açúcar e realizou o alinhamento estratégico e técnico da ginástica laboral da Nestlé Brasil)

“Preste atenção em seus pensamentos porque eles se tornarão palavras. Preste atenção em suas palavras porque elas se tornarão atitudes. Preste atenção em suas atitudes porque elas se tornarão hábitos. Preste atenção a seus hábitos porque eles se tornarão seu caráter e preste atenção em seu caráter porque ele se tornará o seu destino!” autor desconhecido.

Compreender que a busca por uma Qualidade de Vida melhor é um exercício individual, ainda é uma barreira para muitos. Claro que o conjunto das escolhas das outras pessoas interfere na sua qualidade de vida, assim como suas escolhas interferem na qualidade de vida delas. Interferem, mas não determinam!

O autoconhecimento faz parte de um processo que todos deveriam se dedicar. Ele define importantes parâmetros para se encontrar os limites de esforço físico e mental, energia disponível para realização de tarefas, capacidade de adaptação às mais variadas situações, valores pessoais, enfim, tudo o que influência no seu cotidiano. Pessoas que não se conhecem dificilmente apresentam uma boa Qualidade de Vida. Se o indivíduo não sabe definir bem a si mesmo, não definirá bem suas prioridades.

Para atingirmos uma boa qualidade de vida dependemos essencialmente de quem somos. Pratique o autoconhecimento, reveja suas prioridades e mude sua vida como um todo. Lembre-se: a qualidade tem vida tem uma interface com a humanização na saúde.

Indico algumas atitudes que podem ajudar neste processo:
1) Aprenda a respirar, isso poderá lhe render uns anos a mais.
2) Reeduque a maneira de se alimentar.
3) Faça alguma atividade física. Isso ajudará na sua auto-estima e pode lhe render mais uns anos.
4) Dedique tempo de qualidade às pessoas que você ama.
5) Procure tomar sol, sempre nos horários do início da manhã e fim de tarde. (lembre-se do filtro solar!!!)
6) Tome água sempre, comece ao levantar.
7) Alongue-se, alongamento é a base do equilíbrio físico.
8) Aprenda a meditar. Isso o acalmará nos momentos difíceis.
9) Cultive o hábito da oração. (é sempre bom!!)
10) Priorize a evolução e a prática do bem. O que fazemos para os outros sempre volta pra nós.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Humanização e feedback emocional são determinantes na gestão de conflitos pessoais – por Elmis Santos

elmis 2

(Nutricionista, formado pela FANUTRI/UEMG, especialista em nutrição humana e saúde pela UFLA, atuando em Oncologia nas ONGs,+ Vida, Centro de Apoio aos Portadores de Câncer e da UNIAP, Unidade de Apoio aos Portadores de Câncer. Palestrante motivacional  e em humanização em Oncologia. Apoia os trabalhos da Humaniza Brasil)

“Segundo o dicionário Aurélio, Humanização é o ato de humanizar, elevar à altura do homem: humanizar uma doutrina. / Tornar mais humano, mais sociável; civilizar”. Esse conceito com certeza é do conhecimento de muitos, porém, poucos conseguem compreender que humanizar é atender as necessidades físicas, sociais, psicológicas, espirituais do outro, favorecendo ao mesmo alcançar o seu bem-estar no contexto onde se encontra inserido.

Nesse contexto, a palavra humanização, parece melhor traduzida pela suma: “Ação Humanizada”. Essa atitude desejada como natural na saúde, no mundo corporativo, e nos demais segmentos de uma sociedade marcada pela discriminação em todas as suas vertentes, pela banalização da vida, pela falta de paciência para com o outro e, principalment,e por um consumismo desenfreado é condição básica para que tenhamos na sociedade atual verdadeiras relações humanas e não relações de interesses.

Nunca houve na história da humanidade, uma época em que os valores fossem tão invertidos, e em que se tivesse um número tão expressivo de doenças psicossomáticas como: stress, depressão, síndrome de pânico, fibromialgia, pessoas bem sucedidas com atitudes suicidas e, no meio corporativo, síndrome de Burnout. Essa última, considerada doença ocupacional, acometendo principalmente profissionais de saúde. Todo esse triste cenário vivenciado na sociedade modern, nada mais é do que um feedback emocional do indivíduo (número contabilizado no censo populacional), para com o humano (ser nutrido por gestos socialmente necessários a seu ego e horas chamados de gestos humanizados). O segredo de se contornar tal situação e resgatar relações sadias, duradouras, eticamente corretas, conduzida pela linguagem universal (o amor), se permitindo, cada um no seu contexto social onde se encontre inserido, experimentar o que muitas vezes tentamos expressar com palavras, sem, contudo obtermos êxito, pois somente mais do que palavras, precisamos vivenciar a humanização no nosso cotidiano.

Humanizar traduz-se num novo modo de cuidar, estreitar as relações entre seres humanos, priorizando as mútuas necessidades, desejos e interesses, proporcionando uma melhoria na qualidade de vida de todos, uma vez que sua prática alivia as angústias do ser humano diante da fragilidade corpo, mente e espírito, possibilitando a restauração de um convívio harmonioso, pacífico e favorável a toda humanidade. Redobremos nossas forças, sempre unidos, no ideal comum, para a melhoria na qualidade das relações autenticamente humanas, dando um novo sentido no feedback emocional, ou seja: realisando uma saúde realmente humanizada.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Humanização na saúde em 2010 – por Reginaldo Tech

IMG_0105Começo o ano falando sobre humanização na saúde e já vou ampliando para qualidade de vida e acolhimento na educação. É que, aqui na Humaniza Brasil, mexemos um pouco nas coisas. Além de novos projetos para 2010, temos também o funcionamento de um grupo de estudos, batizado de David Capistrano, que discute humanização na saúde e outras questões relacionadas a qualidade de vida e educação. Acreditamos que uma coisa não exclui a outra.

Nossa visão de humanização na saúde incorpora questões como desenvolvimento humano e gestão de pessoas, ampliando a discussão que acontece há um bom tempo, centrada na política nacional de humanização. Existe um artigo da Dra. Eliana Ribas que também amplia essa discussão, propondo 6 pontos para se focar os trabalhos de humanização e acolhimento. Existe também um excelente trabalho desenvolvido pelo Ministério da Saúde, através do programa Humaniza SUS.

Percebi, ao longo dos últimos dois anos que focamos objetivamente em humanização na saúde, que é preciso ampliar o trabalho, e não restringir. A política nacional de humanização existe há cerca de sete anos… é importante, interessante, mas o mundo evoluiu e precisamos de novos direcionamentos. Foi pensando nisso que mudamos os rumos dos nossos trabalhos: perceba isto no blog da Humaniza Brasil.

Estamos publicando colaborações interessantes de pessoas que trabalham, de alguma forma, com humanização na saúde, desenvolvimento humano, qualidade de vida e acolhimento na educação, áreas que se encontram quando o assunto é saúde e humanização. Algumas destas pessoas trabalham direta ou indiretamente nos projetos da Humaniza Brasil.

Acredito que o trabalho colaborativo e de ampla cooperação é o melhor caminho para a implantação de políticas de humanização. A ideia é formar uma grande rede, que não se restrinja a grupos, mas que espalhe, com acolhimento, as boas experiências de todos os lugares do país. Para isso, alguns pontos são importante: desenvolvimento humano, comunicação integral, gestão estratégica e monitoramento dos resultados.

Leia os posts aqui no blog da Humaniza Brasil e perceba que a diversidade de ideias, soluções e atitudes é altamente eficaz para a gestores, trabalhadores na saúde, educadores, usuários dos sistemas de saúde e educação… e para todos os profissionais de gestão de pessoas e desenvolvimento humano. Humanização na saúde: patrimônio do povo brasileiro. Nos próximos dias, mais de 20 colaboradores estarão aqui no blog.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

A vida é simples; nós, seres que nos dizemos humanos, é que complicamos! por Elisangela Cristina dos Santos

acala5(Secretária, trabalha em call Center há dois anos, desenvolve projetos e defende qualidade de vida e humanização para seus colegas de trabalho. Mora em São Bernardo do Campo/SP)

Hoje trabalho no call center de uma multinacional, onde luto constantemente e  defendo a HUMANIZAÇÃO do atendimento para a qualidade de vida no trabalho. Acredito que valorizando o lado HUMANO do ser, podemos abrir um leque de possibilidades! E aprendi com um grande dramaturgo, Augusto Boal, que o Infinito também é para Dentro.

Não consigo ver
qualidade de vida, por exemplo, para um teleoperador, se não humanizarmos e investirmos na saúde para o bem estar do colaborador. Neste segmento, podemos trabalhar no plano físico, emocional e intelectual,  produzindo qualidade de vida para o ambiente de trabalho, que é, na maioria das vezes, estressante, cansativo e competitivo. As pessoas acabam trabalhando em um ambiente hostil, o que causa baixa produtividade e dias de trabalho perdidos.

Muitos dos mais
incômodos e custosos problemas de saúde no trabalho são decorrentes dos altos níveis de estresse. Isto algumas pesquisas científicas indicam. Surgem, então, problemas físicos associados, por exemplo,  à rotina nada ergonnômica dos trabalhadores, que ficam sentados por longos períodos de tempo, o que faz surgir lesões por esforço repetitivo.

Trabalhei durante sete anos em uma ONG, com pessoas extraordinárias, que me fizeram conhecer o verdadeiro sentido da expressão  Ser Humano. Hoje, posso dizer com toda certeza que não vou parar, enquanto não colaborar para humanizar o trabalho em uma empresa call center e fazer com que os meus superiores percebam que  o maior bem de uma empresa são as pessoas.

Estou nessa empresa para deixar a minha marca e contribuir para a saúde de todos. É por isso que acredito no desenvolvimento humano, que é o meio mais rápido e concreto de se modificar atitudes e comportamentos. Aprendi isso em cursos e bons trabalhos na área… e é por isso que acredito na humanização na saúde.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Você está pronto para tomar a decisão que vai realmente mudar a sua vida? por Rafael Almeida Prado Valentim

rafael(Personal coaching & professional coaching, instrutor de yoga russa, defesa psico energética e transmeditação dinâmica. Trabalha individualmente com pessoas e também com grupos de yoga e meditação dinâmica. Ministra palestras e cursos sobre suas especialidades. Mora em Bauru/SP)

É muito interessante observarmos que o comportamento humano tende a se atualizar nas questões tecnológicas. Prestemos atenção nas questões como carro, roupas, celulares, computadores e tênis. Podemos citar muitos exemplos nos quais o ser humano busca atualizar-se… e, no entanto, um estranho fenômeno ocorre no que diz respeito a atuazalizar-se nos seus comportamentos. Notamos pessoas com as novas coleções do mercado consumidor, mas com comportamentos muitos ultrapassados em relação à saúde, relacionamentos pessoais e profissionais.

Para começarmos a falar sobre qualidade de vida… posso fazer uma pergunta? De zero a dez, qual seu nível de satisfação em relação à sua saúde em geral, seja ela física, emocional, psíquica ou espiritual? Que atividade com seu corpo você mais gosta de fazer? E o que você pode fazer hoje para começar a praticar? Ou a melhorar seu desempenho…

Saiba você que, segundo os maiores neurocientistas do mundo e também segundo verdadeiros mestres de yoga e outras linhas de saúde integral, tudo o que você precisa fazer é desenvolver um corpo físico forte, resistente, limpo… ou seja, buscar aperfeiçoamento de suas habilidades físicas. Assim, estará você desenvolvendo virtudes psico-emocionais fortíssimas também.

O corpo é a base da nossa vida. E como toda base, se esta vai mal, o restante também irá mal. Pelo menos 80% das doenças humanas tem uma única fonte segundo os mais recentes estudos científicos: falta de auto conhecimento. Falta de entender como funciona individualmente o seu organismo, sua energia pessoal, suas forças internas, fraquezas e como reagir da forma mais correta diante das dificuldades da vida.

Preste atenção a esta frase: “fato é diferente da interpretação dos fatos”. Esta sábia frase nos mostra que muitas das vezes que nos deparamos com “problemas”, estes podem não ser tão grandes assim. A amplitude do problema se dá, pela importância que nós mesmos damos a ele. Ou seja, a sua interpretação interna em relação àquela situação. Por isso é que determinadas situações são absurdas para uns e insignificantes para outros.

Isso acontece pela interpretação dos fatos dentro de nós. Todos já ouvimos falar de histórias chocantes de pessoas que perderam a cabeça e fizeram algo inesperado. Sim! Isso é possível acontecer. E quero te dizer que, da mesma forma, do outro lado desta mesma moeda estão as infinitas possibilidades que você tem de abrir um estado interno incomum e conseguir realizar coisas, sonhos, objetivos, que até então você os achava impossíveis de realizar.

Assim, como você pode interpretar uma situação de maneira negativa e mergulhar nisso até ficar doente…você pode olhar para cima, respirar fundo, jogar seus ombros para trás…  coluna ereta, oferecendo assim uma fisiologia favorável, um sinal para seu cérebro de que você quer aprender com aquela situação e crescer. Então sua mente vai receber sua ordem e executará sua vontade.

Estas ferramentas poderosas se abrem hoje para a sociedade de forma bastante eficaz através do trabalho de coaching personalisado. Onde a pessoa terá um parceiro (seu coach), que utilizará linguagem especial para fazer com que a pessoa busque dentro dela mesma todas as suas respostas, todos os seus potenciais. Mais natural e próxima do que você imagina… a resposta surgirá de dentro da sua prórpria alma. “Se você acha cara a instrução, experimente a ignorância”.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Entre na comunidade de humanização na saúde do Banco de Saúde

É só clicar no link abaixo e participar da comunidade de humanização na saúde. A Humaniza Brasil prepara um 2010 repleto de humanização e acolhimento.

Humanização na saúde! Entre nessa onda… 14-8153-1885. contato@humanizabrasil.org.br

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!