Posts tagged ‘Política Nacional de Humanização’

Humanização na saúde agita Pernambuco: eventos vão fazer do Recife a capital brasileira de humanização na saúde em julho

Veja os principais pontos da programação prevista para o I Congresso Norte-Nordeste de Humanização na Área da Saúde e do II Congresso Pernambucanno de Humanização na Área da Saúde, que vão acontecer no mês de no Recife:

° Rede de saúde: marcos para uma Política de Humanização.
° Humanização nos três níveis de assistência em saúde
° Formação do profissional de saúde: Humanização e Ética na matriz curricular.
° A saúde do trabalhador da saúde.
° Medicina dos Cuidados Paliativos.
° Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade nas equipes.
° Arte na Medicina.
° Bioética, Biodireito e Biomedicina.
° Infecção hospitalar: mitos e realidades.
° Diversidades humanas
° Humanização e finitude
° Projetos inovadores
° UTI: portal do inferno ou esperança de vida?
° Terapias Alternativas: coadjuvantes dos tratamentos alopáticos?
° Dor e Sofrimento: no cotidiano do profissional de saúde, na vivência do paciente
° Humanização e Espiritualidade
° Transplantes

Saiba mais sobre os eventos acessando o site http://www.congressohumanizasaude2010.com.br/

A Humaniza Brasil divulga iniciativas de Humanização na Saúde.

Conheça os projetos de humanização na saúde da Humaniza Brasil: 14-3011-7560 ou 14-8153-1885

E-mail: contato@humanizabrasil.org.br

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Humanização na saúde através do trabalho de desenvolvimento humano e da qualidade de vida: trabalho da Humaniza Brasil que vem dando certo

1185102_happyA Humaniza Brasil tem seu projeto de humanização na saúde estabelecido. Nosso trabalho é gerado a partir do desenvolvimento humano, o que solidifica as relações interpessoais, o atendimento com qualidade e a liderança proativa nos locais de trabalho. O estresse na área da saúde necessita de respostas rápidas para mudanças de atitudes nos trabalhadores da saúde e nos gestores. Este trabalho da Humaniza Brasil tem origem nos muitos exemplos de humanização na saúde que tem acontecido no Brasil, após dez anos de trabalhos oficiais em humanização.

Já realizamos este trabalho em inúmeras cidades, seja em secretarias de saúde, hospitais, empresas de distribuição de medicamentos, universidades, empresas de planos de saúde ou empresas não ligadas a área da saúde. O movimento positivo e de resultados estabelecido em todos os lugares tem sido o nosso grande diferencial. Trabalhamos de maneira proativa e decisiva, orientando-nos através da realidade e da necessidade locais. Nada de treinamentos pasteurizados e ecessivamente burocráticos. Não discutimos o que é humanização na saúde, mas concretizamos atitudes, junto com gestores e trabalhadores da saúde, no sentido de eles próprios interferirem na realidade.

Não existem receitas prontas: este é o fato! Todo o trabalho realizado por gestores e facilitadores das áreas federal, estadual e municipal tem sido muito importante para as mudanças de atitudes e na melhoria do atendimento ao usuário. Porém, algo mais efetivo e amplo pode ser feito. Assim surgiu o nosso trabalho… na intenção de colaborar. E o mundo colaborativo é uma realidade fervilhante. Esta é a rede do bem, que não critica, mas auxilia!

Atuamos com todos os trabalhadores, líderes e gestores. Utilizamos práticas do desenvolvimento humano na elaboração e na excecução dos nossos treinamentos. Possibilitamos discussão ampla e aberta sobre a realidade local… e buscamos soluções conjuntas, desenvolvendo um plano de atuação através de grupos de trabalho. Ou será que não é importante cada organização reelaborar seu organograma de funcionamento; criar um guia do usuário que realmente se estabeleça como um “meio eficiente de comunicação”; desenvolver um processo de acolhimento concreto e não apenas burocrático; ter os próprios trabalhadores no comando dos trabalhos de humanização na saúde; modificar conceitos de comunicação e protocolo; e, finalmente, atender o usuário e o próprio trabalhador com qualidade e eficiência?

Nosso trabalho é assim: simples, direto, proativo e baseado no desenvolvimento humano e nas modernas práticas de gestão estratégica. Quer saber mais, ligue para 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Pernambuco prepara congressos de humanização na saúde e encontro de palhaçoterapia

“A Medicina como arte de curar veio perdendo esta característica ao longo dos dois últimos séculos, tornando-se uma profissão exercida mais na base da instrumentalização, em detrimento da atenção ao doente. O avanço tecnológico, reconhecidamente importante na elucidação, tratamento e reabilitação de muitas doenças, não deveria jamais substituir o caráter fundamentalmente relacional de um trabalho que envolve pessoas – é preciso ter sempre em mente que se deve tratar doentes e não doenças.


Nessa perspectiva
, o principal papel do profissional de saúde é cuidar do paciente, mesmo que não seja possível promover a cura de sua doença, pois enquanto cidadão e usuário do sistema de saúde, qualquer paciente tem o direito de receber atenção e respeito dos profissionais que tratam de seus males, dentro de uma visão holística de cuidados de saúde. Pensamos também que profissionais de saúde sentir-se-ão mais motivados a prestar um atendimento eficiente e eficaz, desde que se sintam comprometidos e estimulados em seus espaços de trabalho. Por fim, defendemos que a formação de estudantes da área de saúde deve contemplar o desenvolvimento de práticas humanizadas no cuidado de pacientes.

Assim, estamos preparando nossos Congressos de Humanização 2010, em julho próximo, no Centro de Convenções de Pernambuco e em nossa bela Recife, para debater a melhoria da assistência interdisciplinar em saúde, alertar para o auto-cuidado que todo profissional de saúde precisa desenvolver em si próprio, e mostrar o que estudantes universitários já estão fazendo para minorar o sofrimento e ajudar na recuperação de pacientes.”

* Texto publicado na página oficial do I Congresso Norte-Nordeste de Humanização na Área da Saúde, II Congresso Pernambucano de Humanização na Área da Saúde e I Encontro Estudantil de Palhaçoterapia.

PARTICIPE DESTE EVENTO. MAIS INFORMAÇÕES NO LINK ACIMA.

* A Humaniza Brasil ajuda a divulgar atitudes positivas de humanização na saúde.

Blog da Humaniza Brasil

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Modelo da Cultura pode ser usado como exemplo e adaptado para a Saúde: humanização e acolhimento precisam ser ampliados.

Celio-Turino

Célio Turino é idealizador e gestor dos Pontos de Cultura, que poderiam ser "reinventados" pela saúde.

Muito se fala em humanização na saúde atualmente. Só aqui na Humaniza Brasil recebemos diariamente inúmeros e-mails de estudantes, gestores, trabalhadores e  profissionais buscando informações e mandando sugestões sobre humanização na saúde. Mas, um ponto é sempre lembrado por um ou outro contato: humanizar humanos é algo intrigante! E é mesmo. Porém, é preciso que se entenda o que vem a ser exatamente isto.

Sabemos que o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, fomentar as iniciativas de humanização na saúde. Isso já acontece há 10 anos e é algo muito importante para os usuários do SUS e para os trabalhadores da saúde. Porém, queremos refletir uma questão: não seria interessante a descentralização real das ações governamentais em humanização na saúde? Não que o trabalho oficial não seja interessante e importante, muito pelo contrário. Mas, poderiam existir projetos ou programas que pudessem dar pernas ao municípios quando o assunto fosse humanização na saúde.

Peguemos um exemplo de descentralização que ocorre no próprio governo federal: os pontos de cultura propostos pelo Ministério da Cultura. Talvez, o modelo de fomento e empoderamento que a Cultura quer, possa servir de exemplo para o Ministério da Saúde. O caminho poderia ser empoderar as bases da saúde para ampliar o trabalho de humanização e acolhimento. As experiências que existem em todo o Brasil em humanização na saúde poderiam servir de exemplo real para ampliar a rede de produção de saúde. Lembramos que os pontos de cultura, programa idealizado por Célio Turino, secretário nacional de cultura de cidadania do Ministério da Cultura.

Isto é apenas a ponta de um imenso novelo que o Brasil desenrola. Humanização é necessidade básica e acolhimento é gestão estratégica. A Humaniza Brasil valoriza o trabalho das redes de produção de saúde no Brasil e está, dentro do grupo de estudos de humanização na saúde David Capistrano, buscando novos caminhos para treinamentos e aplicação de gestão humanizada e acolhedora.

Quer saber mais, ligue para 14-81531885 ou 14-3011-7560. Ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde exige mudanças de comportamento e decisões fortes

e-mail marketing 2Já falamos neste blog que não basta uma boa teoria ou uma excelente política de atendimento para que as coisas na saúde pública ou privada sejam boas. È a tal coisa: não basta ter boas palavras, é preciso ter boas ações. E boas ações não se faz apenas com boa conversa ou com reuniões infindáveis. É preciso se trocar as reuniões infindáveis pelas rodas de conversa, em que o centro de tudo não sejam os egoismos, mas a saúde preventiva, o bom atendimento e o acolhimento verdadeiro.

O ponto chave é a definição de trabalhos vivenciais, que possibilitem mudanças de comportamentos, pois a ponta de todo o trabalho começa em cada porta de entrada… e isso não é teoria. É prática mesmo! Portanto, a decisão de se colocar o dedo na ferida (literal e lliterariamente) é de cada gestor, possibilitando essas mudanças reais.

Coragem é uma palavra importante nisso tudo, já que mexer no “vespeiro” é o melhor (e até único) caminho. Não dá para pintar a cozinha, quando uma tempestade se aproxima. Não dá para ficar olhando para a caixinha de música, quando o leite está derramando no fogão. É algo simples, mas complexo ao mesmo tempo. Alguns empurram com a barriga, enquanto outros colocam humanização na saúde como prioridade.

Apagar incêndios é o que mais se faz, enquanto o vento sopra fazendo mais fogo ainda. É que muito gestor ainda trabalha como se fosse um coordenador… e muitas soluções dadas são antiquadas e não acompanham as mudanças da sociedade, da tecnologia e do pensamento humano. Humanizar é preciso… e acreditamos no trabalho do desenvolvimento humano para fazer isto. Vamos conversar mais? Mande seu comentário, escrva para a gente ou telefone.

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Humanização na saúde é necessidade, muito mais do que um conjunto de ideias políticas

e-mail marketing 2Há dez anos, a saúde pública (e porque nãodizer também privada) respira uma experssão que, cada dia mais, se torna padrão dentro de hospitais, unidades de saúde e outros ambientes afins: humanização na saúde. Estes dez anos foram marcantes para a realização de muitas experiências de humanização e acolhimento por todo o país. Tanto o poder público, quando a iniciativa privada, concretizaram muitos casos de sucesso em humanização na saúde. Isso ninguém pode negar.

O Governo Federal, nos idos de 2003, criou a Política Nacional de Humanização que, sem dúvida, veio agregar valor ao trabalho que já vinha sendo realizado. A PNH, como é conhecida, formalizou as ideias que já vinham sendo concretizadas, tornando mais orgânico e amplo o trabalho de humanização na saúde. Não há que se negar também que a Política Nacional de Humanização tornou-se um bem público, sem pais, sem donos e sem engessamento. Como bem público, a PNH apenas baliza as experiências quando delimita dispositivos, algo importante para que huamnização na saúde deixe de ser experiência isolada e passe a ser atitude orgânica dos trabalhadores, gestores e profissionais da saúde.

Como não é preciso pedir autorização para ninguém a fim de que se construa ações de humanização na saúde, os municípios vão se transformando em celeiros de ótimas experiências, que seguem princípios, mas não são engessados por ideias que possam deixar tudo no vazio burocrático. Assim, gestores, trabalhadores e profissionais da saúde de todos os cantos do Brasil vão humanizando, acolhendo e ampliando, inclusive, as propostas da Política Nacional de Humanização, que já faz 7 anos existe e, como toda ideia ou princípio, precisa sempre de atualização, já que o mundo se desenvolve rapidamente.

Essas mudanças são possíveis e necessárias, para que a humanização na saúde evolua com o mundo, com as novidades da internet e com as mudanças na gestão de pessoas e na gestão da saúde. Isso é óbvio! Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

Blog da Humaniza Brasil

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Gestão estratégica pode colaborar com humanização na saúde

roda de pessoasMuito se fala em humanização, atendimento e acolhimento, mas o índice de resolução de conflitos ainda é baixo, mesmo com tantos bons exemplos de trabalhos e projetos de humanização na saúde que existem pelo Brasil. No estado de São Paulo, as secretarias municipais de saúde vão construindo iniciativas próprias de humanização, atendendo sempre as realidades locais.

Existem procedimentos interessantes que estão acontecendo e é preciso que estas experiências sejam compartilhadas. O blog da Humaniza Brasil já abriu o espaço para a divulgação de projetos e iniciativas e já divulgou grande número de atividades. Para ocupar este espaço, basta enviar material de divulgação em formato de texto para blog para o e-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Talvez o grande segredo de experiências de sucesso que estão despontando, por exemplo, no interior do estado de São Paulo, seja a gestão estratégica auxiliando o trabalho de humanização.

A política de humanização é um patrimônio do povo brasileiro! Assim, as boas ideias e práticas vão se espalhando e colaborando com o Sistema Único de Saúde, o maior sistema de inclusão social do mundo. De nossa parte, vamos colaborando e sempre abrindo este espaço do blog. A rede de humanização na saúde precisa crescer ainda mais.

A grande notícia desta semana aqui da Humaniza Brasil é o Grupo de Estudos de Humanização “David Capistrano”. Mais notícias depois. Entre em contato: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.

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Acolhimento precisa de dinâmica, poder de decisão e compaixão – por Reginaldo Tech

Várias secretarias de saúde, hospitais e unidades de saúde estão experimentando a “porta de entrada com acolhimento”. Não vou aqui teorizar sobre a política nacional de humanização e nem sobre o que pensam os teóricos a respeito do acolhimento. Vou apenas desvelar algumas experiências que estão ocorrendo em várias cidades: positivas e negativas.

Nem vou citar os nomes das cidades, pois não estou fazendo avaliação dos trabalhos, mas apenas mostrando “cases”. A ideia de acolhimento não foi inventada pela política nacional de humanização, mas revelou-se também nos textos pós PNH. Portanto, não se trata de uma mordaça: “tem de ser assim e não pode ser de outro jeito”. Gestores, profissionais e trabalhadores da saúde vem experimentando o acolhimento, talvez para verificar a melhor forma de se fazer… na prática… e não apenas no bla-bla-bla.

floresA recepção das unidades de saúde, sejam públicas, terceirizadas ou privadas, é feita normalmente em um balcão, para onde o usuário se encaminha em busca de consultas, exames ou outras informações. Neste caso, a recepção é estática, sem oferecer o acolhimento com boas vindas. Esta é a forma “normal” que as unidades de saúde utilizam para receber o usuário.

Algumas unidades estão experimentando a recepção com acolhimento (é o que dizem) colocando uma mesa na entrada, com uma pessoa sentada… aguardando os usuários. Este modo é, ainda, um meio termo, pois troca-se um balcão por uma mesa, ficando o “recepcionista” aguardando os acontecimentos.

Mas já existem casos em que existe uma pessoa que tem a vibração do acolhimento, tem poder de decisão e muita compaixão pelos usuários que chegam. Porém, estes usuários não vão para um balcão ou uma mesa, já que o “recepcionista” está ali na porta de entrada e vai ao encontro do usuário, considerando a linha “Como posso ajudar?”.

Este acolhimento é colaborativo… e dinâmico, auxiliando na solução rápida dos problemas, já que este “recepcionista-acolhedor” pode encaminhas usuários, “furando a fila” para os realmente mais necessitados e dando soluções rápitas e objetivas. Este éum dos caminhos para um atendimento acolhedor e com resolução dos conflitos. Experimente!

Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou escreva para contato@humanizabrasil.org.br.

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Araçatuba começa movimento de humanização na saúde na Unesp nesta quinta-feira

bexigasA Unesp, mais precisamente o Centro de Atendimento Odontológico a Pessoas Portadoras de Deficiência (CAOE), vai puxar o fio… e a cidade de Araçatuba vai se incluir nessa: quinta-feira, dia 18, começa o Movimento de Humanização na Saúde, com a palestra “A arte da humanização na saúde”, seguida de um treinamento de dois dias para todos os servidores do Centro odontológico da Unesp.

Quando falamos em Movimento, isto significa dizer que o propósito não deve ficar apenas na Unesp, mas ultrapassar os muros e seguir para a cidade. Inicialmente eram 40 pessoas inscritas, porém, vão participar cerca de 15o pessoas, 80 das quais da secretaria de saúde da Prefeitura Municipal de Araçatuba.

O professor Reginaldo Tech, que esteve até a semana passada dando treinamento aos servidores da saúde da Prefeitura Municipal de Arandu, diz que este movimento de humanização na saúde vem crescendo cada dia mais, independente das propostas oficiais, já que “a política nacional de humanização acabou virando um patrimônio do povo brasileiro e em todos os lugares os gestores querem realizar algum trabalho”.

Para a psicóloga Lucia Cirino de Moraes, que trabalha com projetos da Humaniza Brasil, este interesse e os movimentos que vão acontecendo em toda parte, revelam que a humanização na saúde é maior que todos nós, é maior que o Estado e está cada vez mais presente nas unidades de saúde de todos os lugares.

A palestra e o treinamento na Unesp de Araçatuba é apenas o início de um longo trabalho de humanização para usuários e trabalhadores da saúde. Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização do atendimento odontológico a pacientes portadores de deficiência vai acontecer na Unesp de Araçatuba

unesp araçatubaA Faculdade de Odontologia da Unesp, campus de Araçatuba, vai oferecer nos próximos dias 18 e 19 de fevereiro um treinamento para humanizar o atendimento para as pessoas com deficiência. O treinamento vai ser dado pela  Humaniza Brasil. O curso vai ser oferecido aos 40 profissionais do Centro de Assistência Odontológica à Pessoa com Deficiência (Caoe), ou “Centrinho”, como é popularmente conhecido.

O curso conjuga teoria e prática para promover um atendimento ainda mais atencioso, aperfeiçoando o serviço oferecido pelo Caoe desde 1984. O “Centrinho” foi pioneiro no País ao dar atendimento odontológico às pessoas com diversos tipos de deficiência mental. Em 1991, teve seu trabalho reconhecido pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Atualmente, a unidade tem mais de 9 mil pacientes cadastrados, provenientes de diversos estados brasileiros e de países como Bolívia, Peru e Portugal.

O treinamento
segue as diretrizes da Política Nacional de Humanização, do Ministério da Saúde. Essa política existe desde 2003 para qualificar o atendimento por meio de trocas solidárias entre gestores, funcionários e usuários do Sistema Público de Saúde (SUS).

Segundo a organizadora do curso e agente administrativa do Caoe, Maria Cristina Storti Rasteiro, nem todo profissional de odontologia está preparado para tratar esse tipo de paciente.  “A pessoa com deficiência, muitas vezes, apresenta complicações no organismo que podem dificultar o atendimento, como problemas pulmonares e cardíacos ou impossibilidade de tomar certos medicamentos”, explica.

Por isso, o trabalho deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar que possa dar o suporte necessário ao cirurgião-dentista. Trabalham no “Centrinho” profissionais de diferentes áreas como dentistas, médicos, assistente social, psicóloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, auxiliares de odontologia e funcionários da área administrativa e da recepção. Além dos atendimentos prestados, a equipe também mantém intercâmbio cultural e científico com instituições nacionais e internacionais.

“Quando o centrinho
foi criado, alguns pacientes chegavam aqui com problemas bucais agravados pela demora no atendimento, comprometendo a saúde como um todo”, diz Maria Cristina. Isso acontecia porque os dentistas não conseguiam atendê-los e os familiares não sabiam a quem recorrer. Hoje, o centro realiza não apenas procedimentos de emergência, mas também o acompanhamento periódico dos pacientes.

Blog da Humaniza Brasil

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