Posts tagged ‘ministério da saúde’

Amamentação é tudo para a vida toda!

O Ministério da Saúde incentiva e realiza projetos para ampliar a amamentação materna, que é a atuação que mais impacto tem na redução de óbitos infantis. Os programas dão resultado e as campanhas precisam se ampliar. Veja o vídeo:

A Humaniza Brasil apoia esta atitude! Conheça os nossos projetos, treinamentos e consultorias. Fale conosco pelo MSN .

Conheça o programa de GESTÃO ESTRATÉGICA E HUMANIZADA NA SAÚDE da Humaniza Brasil clicando no link abaixo:

A.Gestão estratégica e humanizada JUNHO2010

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Gestão estratégica e participativa na saúde vai ter seminário em Brasília.

botao_expogepA Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde vai realizar entre os dias 17 e 20 de junho, em Brasília, a I Feira Nacional de Gestão Estratégica e Participativa (I FENAGEP). O evento, com participação cerca de 1500 pessoas, é inédito na Secretaria, e vai ter entre suas atrações a I Mostra Nacional de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa no SUS (I EXPOGEP).

O objetivo da Mostra é a promoção do intercâmbio entre experiências exitosas em Gestão Estratégica e Participativa consonantes com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e com a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), em seus componentes: Auditoria, Ouvidoria, Monitoramento e Avaliação da Gestão do SUS, Participação Popular e Gestão Participativa.

As experiências da Mostra poderão ser de caráter permanente ou com duração mínima de um ano e que contemplem um ou mais dos seguintes componentes: Auditoria do SUS, Ouvidoria do SUS, Monitoramento e Avaliação da Gestão do SUS e Participação Popular e Gestão Participativa no SUS. Ao todo serão selecionados 50 trabalhos na categoria “Exposição Cultural”, 100 na “Exposição Oral” e 200 “Exposição em Pôster”.

Participarão da I EXPOGEP gestores, trabalhadores, conselheiros, movimentos sociais e populares, educadores e artistas populares, estudantes, pesquisadores e usuários, sempre  no âmbito do SUS.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Vacinação contra a gripe suína começa no Brasil

Hoje, em todo o Brasil, começou a vacinação conta a gripe suína. Dentre as cinco etapas da imunização, o grupo formado pelos profissionais de saúde e população indígena será o primeiro.

De 22 deste mês a 21 de maio, 60 mil postos de vacinação estarão abertos para gestantes, crianças com idades entre 6 meses e 2 anos, pessoas com doenças crônicas, jovens de 20 a 29 anos, idosos e adultos de 30 a 39. Com 113 milhões de doses disponíveis, o Ministério da Saúde espera vacinar 91 milhões de brasileiros.

Hoje, o site do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br) deve disponibilizar um link para que as pessoas se cadastrem e recebam, por e-mail, um lembrete sobre a data de vacinação. Na rede particular, a dose deve ser oferecida no fim de maio. As informações são do Jornal da Tarde.
Confira o calendário:
- De 08/03 a 19/03: profissionais da saúde e indígenas;
- De 22/03 a 02/04: gestantes, doentes crônicos e crianças de 6 meses a 2 anos de idade;
- 05/04 a 23/04: população de 20 a 29 anos;
- 24/04 a 07/05: início da campanha de vacinação do idoso;
- 10/05 a 21/05: imunização da população de 30 a 39 anos.

Blog da Humaniza Brasil

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

10 anos de atendimento humanizado na saúde – Dra. Eliana Ribas

eliana ribasCoordenadora do Programa de Humanização do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002.

(Artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo, Tendências/Debates, em 22/10/2009)

No final dos anos 90, pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde indicou que o aspecto mais valorizado pelos usuários dos serviços públicos de saúde era o respeito no atendimento. Os dados revelaram que os usuários desejavam ser ouvidos, compreendidos e acolhidos, e uma das principais conclusões da pesquisa foi a necessidade de reestruturação dos serviços de saúde.

A resposta do Ministério da Saúde foi a criação, em 2000, do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, propondo a introdução da assistência humanizada nos hospitais. A importância da iniciativa foi reconhecida e ampliada a partir de 2003, com a continuidade e a transformação do programa na Política Nacional de Humanização – Humaniza SUS.

Desde então, o conceito de humanização vem revelando grande potencial para promover avanços na organização e no funcionamento dos serviços de saúde. Trata-se de um princípio ético orientador que busca articular o avanço tecnológico e a ética do cuidado como fundamentos da atuação dos profissionais da saúde.

A humanização refere-se a um modo de organização e funcionamento dos serviços de saúde em que os avanços científicos da medicina, o respeito às necessidades dos cidadãos usuários e a atenção aos anseios dos profissionais são valorizados na mesma medida e de forma integrada.

Em 2007, pesquisa realizada pelo Ibope em São Paulo com gestores, profissionais e usuários dos serviços municipais de saúde apontou que práticas de humanização, tais como o cuidado no acolhimento, implantadas em 2000, eram reconhecidas por todos como atitudes que estavam no caminho certo para a qualificação dos serviços de saúde.

No Instituto do Câncer
do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp) acontece, hoje, uma experiência avançada de humanização.

Na assistência, as ações têm como principal eixo a constituição de equipes interprofissionais em que diversas especialidades atuam juntas para formar uma compreensão integral e compartilhada de cada paciente e do perfil de sua família – base para um atendimento mais efetivo.

Na gestão, a humanização se expressa com a criação de espaços de diálogo entre administradores e profissionais da saúde, a adoção de práticas de gestão participativa e o desenvolvimento de uma capacidade crescente para ouvir a voz dos pacientes.

O alcance desse último objetivo apoia-se na existência de um serviço de ouvidoria ativo e ágil e na realização de pesquisas que revelem o grau de satisfação dos usuários e apontem caminhos para o aprimoramento dos serviços.

A humanização é elemento decisivo para o alcance de melhores índices de adesão dos pacientes ao tratamento e de melhoria das condições de saúde. Ao estimular a inclusão do apoio familiar no plano de cuidados do paciente e, com isso, contribuir para a redução do tempo de internação e do índice de infecção hospitalar, a atenção humanizada também ajuda a reduzir custos e otimizar recursos.

Da mesma forma, ao investir na capacitação e no suporte à saúde física e emocional dos profissionais, garante maior motivação, participação e identificação com o trabalho, diminuindo o estresse, o absenteísmo e a rotatividade dos profissionais.

Um balanço dos últimos dez anos de busca de efetivação da humanização como um valor nos serviços de saúde revela que os desafios mais importantes para desenvolvimentos futuros nesse campo são:

1) fazer com que a voz dos usuários não seja minimizada diante do saber científico e da racionalidade burocrática das instituições da saúde, mas possa ser considerada como essencial para a avaliação e o aprimoramento dos serviços;

2) cuidar para que a especialização na medicina não se traduza em uma prática fragmentada do atendimento, mas se associe a uma visão integral e humanizada de cuidado;

3) superar os modelos de gestão verticalizada e pouco participativa, que acabam impedindo a adoção transversal de práticas de atendimento humanizado;

4) ter mecanismos de qualificação e motivação dos profissionais, como plano de carreira e programas de suporte à saúde física e emocional;

5) contribuir para a integração e para a cultura do diálogo e da cooperação nos espaços de regulação do atendimento nos vários níveis da rede;

6) buscar parcerias com escolas, centros sociais e organizações da sociedade civil que ajudem no acolhimento do usuário e na atenção integral destinada a ele.

É preciso abandonar o velho conceito de que humanização se resume a iniciativas pontuais de boa vontade individual. Para ser realmente eficaz, ela precisa se instalar no modo de pensar e agir que permeia todo o atendimento, da gestão à assistência hospitalar.

* artigo utilizado no Grupo de Estudos sobre Humanização na Saúde “David Capistrano”, da Humaniza Brasil, e publicado na íntegra a pedido de internautas e participantes do Grupo.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Gestão participativa: um dos pilares da humanização na saúde

roda de pessoasQuando se fala em gestão participativa, muitas pessoas já se lembram das intermináveis reuniões que discutem muito e não realizam nada. Assi é que em muitos lugares, quando se fala em gestão participativa o povo torce o nariz… e não acontece nada. Mas nada melhor do que retomar a discussão sob um outro prisma: as iniciativas que deram certo. Democratização sem populismo e sem excesso de teorização, que leva sempre a resultados ruins.

Nossos objetivos são sempre positivos e com a dinâmica vivencial e prática. O ministério da Saúde preconiza (Série Textos básicos de saúde/Gestão participativa e cogestão/pág.8) que “a participação social não pode estar restrita às instâncias formalizadas. Ela deve ser valorizada e incentivada no dia a dia dos serviços do SUS”. Partindo desse princípio, contruímos projetos que estão sendo aplicados em várias cidades, onde o ponto de partida é a gestão participativa.

Uma das bases dessa participação, nos nossos trabalhos, é a reorganização (feita pelo pessoal de liderança) do organograma da secretaria de saúde, quando se busca uma gestão mais compartilhada nos serviços de saúde e no cotidiano das práticas de saúde, que envolvem relações interpessoais e trabalho de equipe. Fazemos questão de mostrar as diferenças entre trabalhar em equipe e trabalhar em grupo (as tais panelinhas) e valorizamos a mudança de paradigma na produção de trabalho: o gestor não pode ser gestor apenas no nome (no rótulo que se dá), mas também nas práticas.

As rodas de gestores precisam ser eficazes na execução das tarefas.

As rodas de gestores precisam ser eficientes na execução das tarefas discutidas.

Indo direto ao ponto, as lideranças na saúde precisam sair do comodismo das “coordenações” (no sentido tradicional da palavra) e mudarem a mentalidade (o paradigma) para “gestor”, algo obviamente mais moderno, otmizador e ousado. Talvez o bom caminho seja mesmo realizar essa reinstalação do organograma, para se perceber o todo e as partes e, com atitudes eficazes, sair da visão estereotipada (do ganha-perde), passando-se a uma visão que agregue valores (do ganha-ganha).

A Humaniza Brasil está desenvolvendo um trabalho assim nos treinamentos de humanização e liderança e humanização e atendimento em Santa Cruz do Rio Pardo/SP.

O desafio segundo o professor Reginaldo Tech, coordenador de humanização na saúde da Humaniza Brasil,  é “sair das longas reuniões fechadas e teóricas e partir para ações compartilhadas e eficazes”.  Se você quiser uma ajuda, estamos aqui para isso. Ligue para (14) 8153-1885/Bauru-SP,  (61)8136-2384/Brasília-DF e  (44) 9900-2013/Maringá-PR. Acompanhe a Humaniza Brasil no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil. Sobre  professor Reginaldo Tech, acesse o site: www.meadicina.com/reginaldotech.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Exclusivo: entrevista com o coordenador da Política Nacional de Humanização, Dr. Dario Pasche

A Humaniza Brasil publica entrevista exclusiva com o coordenador da Política Nacional de Humanização, Dr. Dário Pasche, um dos maiores gestores de saúde do Brasil. Pasche fala sobre a política de humanização e o imenso trabalho que coordena: uma grande rede de fazer, que resulta em mudanças precisosas na saúde pública do Brasil.

coordenador da PNH dário pasche foto divulgaçãoHumaniza Brasil: Pudemos notar a presença de gestores da saúde de todas as partes do Brasil no 2º Seminário Nacional de Humanização, que aconteceu em Brasília no início de agosto. Isto é sinal de que as propostas de humanização e acolhimento realmente se espalharam por todos os cantos do país?

Dário Pasche: Criada em 2003, pelo Ministério da Saúde, a Política Nacional de Humanização (PNH) do Sistema Único de Saúde (SUS) já está presente em todas as unidades da Federação e cerca de 300 hospitais do SUS têm algum dispositivo de humanização implantado. Além disso, há também outras unidades do SUS trabalhando com humanização, mas sem o apoio direto da equipe da PNH/MS. Durante o seminário foi possível perceber a força que esta política tem, e que vai bem além do acolhimento. Tivemos mais de 450 experiências em humanização que mostravam diretrizes do HumanizaSUS, como gestão participativa, defesa dos direitos dos usuários, valorização do trabalho e do trabalhador da saúde, clínica ampliada, entre outros.

Humaniza Brasil: A resolução dos problemas de atendimento no SUS passa necessariamente pela Política Nacional de Humanização?

Dário Pasche: A PNH recolhe e sistematiza um conjunto de pautas que foram construídas pela reforma sanitária brasileira e que compõem um ideário ético-político do SUS. Além disto, a PNH parte de experiências e inovações que o próprio SUS tem construído em duas décadas – SUS que dá certo – para constituir suas ofertas, tanto seus princípios, método e diretrizes, como dispositivos e ferramentas de trabalho. De fato, a resolução dos problemas de atendimento no SUS não passam necessariamente pela PNH, mas a política aponta caminhos para superar desafios como o acolhimento nem sempre adequado, a pouca valorização do trabalho em saúde, a não formação de vínculo entre usuários e equipes.

Humaniza Brasil: Qual é a grande dificuldade para implementação de mais ações de humanização e acolhimento nas cidades do país?

Dário Pasche: Em primeiro lugar não creio que seja possível esta separação entre humanização e acolhimento, nem tão pouco tomá-los como equivalentes. O acolhimento é uma diretriz da PNH, logo assume posição de direção clínico-política, orientando quaisquer práticas de saúde. Acolher passa a ser uma atitude, uma ética que baliza e sustenta todo contrato entre serviços/equipes/trabalhadores e usuários/rede sócio-familiar. Talvez a maior dificuldade para a consolidação da PNH como política pública seja provocada por ela própria. Explico melhor: a PNH toma como objeto de sua ação as relações de trabalho, de afeto, de saber e de poder entre sujeitos em situação de trabalho e destes com usuários. Assim, a humanização como efeito de mudança ética nas práticas de gestão e de cuidado, vai exigir reposicionamentos dos sujeitos nas relações, o que quer dizer que determinados comportamentos, atitudes, compreensões dos sujeitos e coletivos deverão ser alterados. E esta alteração implica em mudanças em campos muito sensíveis da vida e do trabalho, que passam a ser questionados e reconstruídos coletivamente. Nós nos constituímos como sujeitos também pelo trabalho e, assim, mudar as relações de trabalho exige que mudemos a nós próprios, o que pela experiência própria de cada um de nós, se sabe que não se trata de experimentação simples. Todavia, uma vez em curso tende a melhorar o trabalho, a disposição das pessoas e sua capacidade de contrair responsabilidades. Assim, a PNH lida com a cultura, com modos de organização do cotidiano do trabalho e isto, por si só, traz dificuldades de todas as ordens, pois se mexe com interesses, tradições e concepções muito arraigadas. E esta opção – começar por aí – se deve a uma convicção de que as mudanças na saúde são efetivamente capazes de se apresentarem inovadoras e sustentáveis se foram mudanças produzidas com as pessoas. E é por isto que qualificamos o método da PNH como inclusivo.

Humaniza Brasil: Como a política nacional de humanização se realiza na prática, no cotidiano de gestores, trabalhadores da saúde e usuários?

Dário Pasche: A PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos. Um exemplo: quando nos propomos a fazer clínica ampliada, estamos convidando, permitindo a passagem nesta relação de desejos, interesses e necessidades dos usuários e de sua rede social, que cotejados com os saberes dos profissionais produzirão contratos terapêuticos que, necessariamente, serão compostos híbridos, uma mistura de ciência e vontade de investimento do próprio usuário em seu cuidado. Isto é um novo processo de comunicação e requisita dos profissionais e dos usuários deslocamentos de seus papéis tradicionais, o que é um desafio. Este modo de fazer que é a PNH (inclusão) está apontado para uma série de diretrizes, entre as quais a democratização das instituições (co-gestão), da ampliação da clínica (que incorpora a dimensões social e subjetiva; que não se reduz a ofertamentos apenas dos profissionais, mas que compõe contratos de cuidado com usuários; que permite a produção de cuidado interdisciplinar, etc), da valorização dos trabalhadores (cuidar de quem cuida; incluir trabalhador na tomada de decisão das organizações de saúde) e na defesa dos direitos dos usuários, entre outros. Mas a humanização não se reduz a um discurso, senão parte de concepções sobre o humano e sobre a política pública para interferir nas práticas de saúde e de gestão. E isto se faz com dispositivos, que são determinados arranjos de trabalho (organização do trabalho). Outro exemplo: Acolhimento com Classificação de Risco nas portas de Urgência e Emergência. Acolher é uma diretriz ética, contrato ético que os serviços assumem com a população de que todo usuário será acolhido em sua necessidade pelos serviços e equipes de saúde (esta é uma aposta). Mas esta diretriz (acolher) convoca a organização do trabalho, ou seja, deve possibilitar que se mude a forma como tradicionalmente abordamos os usuários que chegam às emergências. Assim, classificar de acordo com a gravidade do caso impõe que se considere que nem todos que chegam ao serviço têm as mesmas necessidades e que são elas que subordinam a ordem do tratamento/cuidado. Todavia, este acolher requer várias coisas, entre as quais consensos entre trabalhadores, acordos com a população, bem como discussão com a rede de saúde como um todo, pois no Brasil a maior parte das pessoas que chega às porta de urgência e emergência não se encaixam nestas definições e são, muitas vezes, demandas não acolhidas na atenção básica. Em outras palavras: humanização pressupõe exercício crítico às formas como temos cuidado das pessoas e organizado o sistema, aponta para diretrizes e aposta que as mudanças para serem efetivas devem ser acordadas e consensuadas coletivamente. Estas mudanças devem promover novas atitudes, novas éticas.

Entre no site do Ministério da Saúde e saiba mais sobre a Política Nacional de Humanização.

A Humaniza Brasil defende a Política Nacional de Humanização como ferramenta de gestão para as secretarias de saúde. Conheça mais sobre os nossos projetos ligando para (14) 8153-1885/Bauru-SP,  (61)8136-2384/Brasília-DF e  (44) 9900-2013/Maringá-PR ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br. Acompanhe a Humaniza Brasil no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Ministério Público de Paracatu, Minas Gerais, é exemplo de preocupação com atendimento humanizado

Professor Reginaldo Tech e o promotor público, Peterson Queiroz.

Professor Reginaldo Tech e o promotor público, Dr. Peterson Queiroz.

O professor Reginaldo Tech, que fez palestra de abertura do Movimento pela Humanização na Saúde em Paracatu, Minas Gerais, falou ao blog da Humaniza Brasil sobre a experiência que teve na cidade, onde teve como plateia as chamadas “forças vivas” da sociedade, preocupadas com o atendimento e a política municipal de saúde.

Tech achou interessante o fato de tudo ter surgido de uma audiência pública realizada pelo Ministério Público, a partir de reclamações dos usuários do sistema. O promotor de justiça, Peterson Queiroz, chamou toda a sociedade, no que foi prontamente atendido. O prefeito municipal, Vasco Praça Filho, abriu todas as possibilidades de participação e entrou no movimento integralmente.

Antes da palestra do professor Tech, abertura solene.

Antes da palestra do professor Tech, abertura solene.

A palestra “A Arte da Humanização na Saúde”, proferida por Reginaldo Tech, foi o lançamento do movimento, que vai ter várias outras ações, como marketing de divulgação; concursos escolares de desenhos, frases e redações; treinamentos de lideranças e treinamento integral em humanização na saúde para todos os servidores da área.

O professor Tech ressaltou que “quando a sociedade busca soluções dentro dela própria, o objetivos são mais prontamente atingidos”. Paracatu está construindo um movimento que terá duração de anos, pois todos querem resolver os principais problemas da saúde realizando a humanização e o acolhimento.

Para saber mais, ligue 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Humaniza Brasil fez palestra em Jaú/SP e, agora, se organiza para entrar em Minas Gerais.

Prof. Tech ministrando a palestra "A Arte da Humanização na Saúde"

Prof. Tech ministrando a palestra "A Arte da Humanização na Saúde"

Após São Paulo e Paraná, a Humaniza Brasil está de malas prontas para entrar em Minas Gerais. O primeiro trabalho a ser realizado no estado vai acontecer na próxima quinta-feira, quando o professor Reginaldo Tech, coordenador executivo de humanização na saúde, vai ministrar a palestra “A Arte da Humanização na Saúde”.

Este trabalho está agregado aos diversos treinamentos em humanização na saúde da Humaniza Brasil e o professor Tech vai aproveitar a viagem para fazer contatos em Brasília e em Goiânia, duas cidades que já estudam propostas da Humaniza Brasil. Também nas duas cidades, o professor Tech vai visitar empresas que trabalham com saúde, principalmente na área de tecnologia da informação, para trazer à região sudeste novos produtos que estão dando certo na área.

JAÚ

palestra jaú 008

Motivados, gestores da saúde de Jaú participam de reflexões sobre humanização.

No último sábado, dia 22, o professor Reginaldo Tech esteve na cidade de Jaú, onde proferiu a palestra “A arte da humanização na Saúde” para gestores da saúde daquela cidade. A palestra foi realizada dentro do projeto de treinamento e capacitação dos servidores públicos municipais.

Na palestra, o professor Tech delineou os princípios básicos da política nacional de humanização, do Ministério da Saúde, e também propôs uma reflexão a respeito das redes de humanização, informando sobre a Rede Humaniza SUS, também ligada ao Ministério, e sobre os projetos de treinamentos e consultoria da Humaniza Brasil.

Mais informaçõs sobre os projetos da Humaniza Brasil e sobre palestras do professor Reginaldo Tech, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

#humanizacast sobre gripe suína. Assista aqui.

Assista a gravação do #humanizacast sobre a gripe suína. Participaram Reginaldo Tech, Paulo Milreu, Heloísa Ferrari Lombardi, Luiz Roberto Relvas e Kláudio Cóffani.

GRAVAÇÃO
Live Broadcasting by Ustream

Participe do chat:

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!

Saiba mais sobre a gripe A, também chamada de gripe suína

Conheça os sintomas, como ocorre o contágio e como evitá-lo.
Já há drogas capazes de combater o vírus, diz órgão americano.

A gripe suína é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.

Quantos vírus de gripe suína existem?
Como todos os vírus de gripe, os suínos também mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripe aviária e humana. Quando todos contaminam o mesmo porco, pode haver mistura genética e novos vírus que são uma mistura de suíno, humano e aviário podem aparecer. No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.

Qual é o vírus que está causando a crise atual?
É uma versão nova do H1N1.

Como os seres humanos pegam gripe suína?
Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.

Consumir carne de porco pode causar gripe suína?

Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.

O que fazer para evitar o contágio?

O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.
- Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.
- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.
- Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.
- Evite contato próximo com pessoas doentes.
- Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.

Quais são os sintomas da gripe suína?

Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.

Gripe suína mata?
Ainda é cedo para ter estatísticas precisas, mas cerca de um em cada 15 a 20 casos da doença até agora diagnosticados resultou em morte — taxa considerada alta.

Como se faz o diagnóstico de gripe suína?
Para identificar uma infecção por um vírus influenza do tipo A, é preciso analisar amostras respiratórias do paciente durante os primeiros 4 ou 5 dias da doença — quando uma pessoa infectada tem mais chance de estar espalhando o vírus. Entretanto, algumas pessoas, especialmente crianças, podem manter o vírus presente por dez dias ou mais. A identificação do vírus é então feita em teste de laboratório.

Há medicamentos disponíveis para tratar infecções de gripe suína em humanos?
As drogas zanamivir e oseltamivir (nome comercial Tamiflu) já mostraram eficácia ao tratar ou ajudar na prevenção de infecção com vírus da gripe suína. Impressões iniciais dão conta de que essas drogas diminuem a agressividade do quadro infeccioso para a versão atual do H1N1 suíno.

Há vacinas para a gripe suína?

No momento, somente para porcos, que são mais constantemente afetados por esse tipo de vírus. Mas as autoridades já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina. As vacinações rotineiras de gripe feitas em humanos não combatem os vírus do tipo H1N1 que vêm dos suínos.

*Fontes: Ministério da Saúde/Governo Federal + www.G1.com.br

Compartilhe!
  • Twitter
  • E-mail this story to a friend!
  • LinkedIn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks
  • Rec6
  • Live
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!