Posts tagged ‘humaniza sus’

Humaniza Brasil inicia movimento de humanização na saúde em Arandu/SP

A cidade paulista de Arandu começou na noite desta quinta-feira, dia 4 de fevereiro, um movimento pela humanização na saúde. O movimento recebeu o nome de Humaniza-Ação e quer abrir espaço para a melhoria do atendimento na saúde, com humanização e acolhimento, além de buscar soluções para as situações de atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS.

O movimento começou com uma palestra do professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil, para lideranças da secretaria de saúde e amanhã, sexta-feira, tem continuidade com trabalhadores da secretaria de saúde e do hospital municipal. O treinamento de amanhã é sobre atendimento, humanização e acolhimento.

Segundo o professor Reginaldo Tech “este trabalho tem um começo mas não tem um fim, já que os resultados são obtidos a curto e a médio prazo, sempre contando com o engajamento de todo o pessoal da saúde”. Na próxima semana, haverá  a palestra “A arte da humanização na saúde”, além da continuidade dos treinamentos de atendimento e de liderança.

Leia mais no blog do professor Reginaldo Tech. E se quiser saber mais sobre projetos especiais para saúde, educação e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br

Blog da Humaniza Brasil

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Associação Hospitalar de Bauru: agora é hora de humanização e acolhimento! – por Reginaldo Tech

IMG_0105Tenho viajado por vários lugares, levando em minhas palestras e treinamentos o ideário da Política Nacional de Humanização. Recentemente, estive realizando trabalhos nos Hospitais Santo Amaro, no Guarujá, e Stella Maris, em Guarulhos. Ambos têm mais ou menos o porte do Hospital de Base de Bauru. Também estive trabalhando em cidades como: Paracatu-MG, Santa Cruz do Rio Pardo, Mongaguá, Espírito Santo do Turvo, Macatuba, Jaú, Tupã, Agudos e Arealva, sempre na área da saúde. A experiência tem sido válida para perceber a importância de um trabalho efetivo de gestão estratégica e humanizada na saúde.

Aqui em Bauru, recentemente, a notícia de má gestão na Associação Hospitalar abriu espaço para mudanças, que nos parecem ser profundas. Ou seja, a Polícia Federal e o Ministério Público desmontaram uma bomba relógio… e as coisas (perece) voltaram a funcionar. No dia 1º de dezembro, o Jornal da Cidade (JC) publicou matéria intitulada: “AHB visa melhoria de atendimento”, com informações importantes a respeito da reorganização porque passam o Hospital de Base e a Maternidade Santa Isabel.

Segundo a matéria do JC,
melhoria de gerenciamento, modernização, profissionalização da estrutura, novo modelo de gestão e aprimoramento profissional são algumas “palavras de ordem” dentro da nova gestão da AHB, cujo interventor, Fábio Tadeu Teixeira, precisa de todo o apoio da comunidade e dos poderes constituídos. Agora é a hora de mudanças radicais, para que trabalhadores da saúde e usuários do SUS sejam os grandes timoneiros dessas transformações.

Nesse ponto, é preciso retomar (mais uma vez) os indicativos do Ministério da Saúde, que norteiam os prestadores de serviço do Sistema Único de Saúde, o maior sistema de inclusão social do mundo, pelas boas palavras da PNH, a Política Nacional de Humanização. Se a Associação Hospitalar de Bauru está modificando bases, estratégias e protocolos, inclusive realizando mudanças nos protocolos de atendimento e não apenas nos protocolos médicos, chegou a verdadeira hora da virada. E essa virada é a humanização e o acolhimento.

Quando se fala em humanização
e acolhimento é preciso que se busque o mais profundo envolvimento do prestador (no caso, a AHB) com seus colaboradores e usuários do sistema, já que o SUS somos todos nós. É bem verdade que qualquer trabalho de humanização e acolhimento não surte efeito a curto prazo, mas as mudanças começam a aparecer logo nos primeiros dias em que se escolhe este caminho.

Além disso, é preciso entender-se humanização e acolhimento como os dispositivos apontados pela PNH, via Humaniza SUS. Ou seja, humanização não é só mudança formal, com longos cursos burocráticos e acadêmicos para que se construa um grupo de estudos que vai se reunir, discutir, rediscutir e não aplicar nada, ficando apenas na abordagem idealística do que seria (em um futuro não muito próximo) a humanização.

Humanização é concretização… e pode ser gerada através de trabalhos vivenciais, com monitoramento de resultados. Nossas experiências em instituições públicas e privada, hospitais e secretarias de saúde, distribuidoras de medicamentos e planos de saúde, sempre tratando da condução de projetos de implantação de humanização e acolhimento, nos dão a certeza de que o choque de gestão é um dos bons caminhos, com mudanças estruturais; reorganização do organograma (como está fazendo atualmente a AHB; instalação de ouvidoria realmente independente; e comunicação integrada, inclusive com a produção do guia do usuário, com linguagem simples e que atinja o cidadão.

Na prática, o que defendemos e orientamos em nossos treinamentos e nas palestras é o que a essência da política nacional de humanização prega: redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso; atendimento acolhedor e resolutivo, baseado em critérios de risco; implantação de modelo de atenção, com responsabilização e vínculo; garantia dos direitos dos usuários; valorização do trabalho na saúde; e gestão participativa nos serviços.

Estes são os princípios.
A hora é agora, já que o caminho está aberto para mudanças. Muitos podem colaborar nesse trabalho, pois existem pessoas aos montes em todos os cantos do país realizando a humanização e o acolhimento. Este é o SUS que dá certo… e que pode ser implantado em qualquer instituição de saúde, inclusive na Associação Hospitalar de Bauru. Basta ter a tal vontade política e de gestão. Em agosto, estivemos no II Seminário Nacional de Humanização, em Brasília, e tudo isso foi largamente comprovado. A cidade e a região aguardam boas notícias da AHB.

(Artigo publicado no Jornal da Cidade, de Bauru, no dia 01 de fevereiro de 2010)

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Você conhece a Política Nacional de Humanização?

roda de pessoas3Historicamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas,  que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002…  por  Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a  PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Via6 é rede social com comunidade de humanização na saúde

via 6A Humaniza Brasil tem disseminado por todos os cantos do país as possibilidades de trabalhos práticos em humanização na saúde, acolhimento na educação e qualidade de vida. Para os profissionais da Humaniza Brasil, realizar humanização na saúde é trabalhar com saúde preventiva, o que significa dizer que é saúde através da educação, já que os pontos fortes dos projetos da Humaniza Brasil são os treinamentos e as palestras vivenciais.

Falar em humanização na sáude é reconhecer na Política Nacional de Humanização através do programa Humaniza SUS, do Ministério da Saúde, o ideário de possibilidades de trabalhos, pois a PNH abre, através dos dispositivos de humanização, vários caminhos para a concretização de uma saúde humanizada e acolhedora.

Após os seis anos de PNH, a internet acabou também virando ponto de encontro das pessoas que militam ou trabalham com humanização. Várias redes sociais foram se instalando e criando espaços de discussão sobre humanização e acolhimento. Um desses pontos de encontro virtual é a rede social Via6, que tem sua comunidade de humanização na saúde… e a Humaniza Brasil está na rede, mostrando os trabalhos que tem desenvolvido e que irá desenvolver em 2010.

Entre no Via6 e conheça a comunidade de humanização na saúde. Conheça também os projetos da Humaniza Brasil entrando nos links que estão ali no topo do blog. Humaniza Brasil é o país com a saúde humanizada. Entre nessa onda: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde: Dra. Eliana Ribas aponta desafios para o futuro. Planejamento 2010 da Humaniza Brasil aproveita esses desafios.

A Humaniza Brasil está planejando o trabalho a ser desenvolvido em 2010. Na reunião desta manhã de sexta-feira, 11 de dezembro, discutiu-se o artigo: “10 anos de atendimento humanizado na saúde, da Dra. Eliana Ribas”. Dentro do artigo, a grande batalhadora da humanização na saúde aponta seis desafios importantes para o futuro. A equipe da Humaniza Brasil aceita os desafios e já está desenvolvendo os treinamentos, palestras e consultorias para 2010 seguindo os caminhos para a continuidade da humanização na saúde apontados pela Dra. Eliana Ribas. Veja quais são os desafios:

eliana ribas“Um balanço dos últimos dez anos de busca de efetivação da humanização como um valor nos serviços de saúde revela que os desafios mais importantes para desenvolvimentos futuros nesse campo são:

1) fazer com que a voz dos usuários não seja minimizada diante do saber científico e da racionalidade burocrática das instituições da saúde, mas possa ser considerada como essencial para a avaliação e o aprimoramento dos serviços;
2) cuidar para que a especialização na medicina não se traduza em uma prática fragmentada do atendimento, mas se associe a uma visão integral e humanizada de cuidado;
3) superar os modelos de gestão verticalizada e pouco participativa, que acabam impedindo a adoção transversal de práticas de atendimento humanizado;
4) ter mecanismos de qualificação e motivação dos profissionais, como plano de carreira e programas de suporte à saúde física e emocional;
5) contribuir para a integração e para a cultura do diálogo e da cooperação nos espaços de regulação do atendimento nos vários níveis da rede;
6) buscar parcerias com escolas, centros sociais e organizações da sociedade civil que ajudem no acolhimento do usuário e na atenção integral destinada a ele.

É preciso abandonar o velho conceito de que humanização se resume a iniciativas pontuais de boa vontade individual. Para ser realmente eficaz, ela precisa se instalar no modo de pensar e agir que permeia todo o atendimento, da gestão à assistência hospitalar.”

A Dra. Eliana Ribas é coordenadora do Programa de Humanização do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002 e publicou o artigo (de onde foi retirado o trecho acima) no Jornal Folha de São Paulo, Tendências/Debates, em 22/10/2009.

Entre nessa onda com  a Humaniza Brasil: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde é aprimoramento do atendimento e da gestão. A história e a prática mostram isso!

3353139667_60c1e5b49e2010: o ano da gestão na saúde. Talvez seja essa a vertente que definirá a continuidade de um processo que dura décadas. Desde os primeiros passos do atendimento público na saúde… até a criação do Sistema Único de Saúde, passando pelos vários momentos de aprimoramento de todo o trabalho, temos entremeado a tudo isso a ideia de humanização. E quando se fala em humanização, aparece uma grande dúvida: afinal, o que é a humanização na saúde?

A resposta vem de imediato, quando se conduz a reflexão para uma visão simplista: é atender bem o paciente. O erro começa exatamente aí, quando se coloca apenas o atendimento ao paciente como o ponto fundamental. Claro que o paciente, chamado depois de usuário… e, agora, de cliente, deve ser bem atendido. Mas não é apenas isso. O novelo é um pouco mais extenso.

Nos anos 90, o Ministério da Saúde realizou pesquisa que trouxe à tona um desejo premente do usuário do SUS. Este usuário desejava ser ouvido, compreendido e acolhido. Surgiu, então a necessidade de reestruturação do sistema. Em 2000 apareceu a assistência humanizada nos hospitais, que abriu espaço para a criação, em 2003, da Política Nacional de Humanização, com a instalação do Humaniza SUS.

handsA partir daí, com a ampliação dos conceitos de humanização, através, principalmente, da militância de trabalhadores e gestores da saúde, a humanização passou a ser entendida como algo mais amplo do que “atendimento”. A produção de saúde, com a promoção de avanços na organização e no funcionamento do sistema, passou a ser eixo fundamental da discussão.

Em 2007, pesquisa em São Paulo demonstrou que as práticas de humanização que vinham ocorrendo eram reconhecidas como o caminho certo para a melhoria dos serviços.  E essa discussão vai longe… e nós vamos parar por aqui. Daqui a pouco mais um post, pois quero falar sobre precária interação das equipes; mudança de paradigmas; transformação dos grupos em equipes; atendimento da pessoa e não da doença que a pessoa tem; e da criação de espaços de diálogos. Tudo isso a partir de uma Gestão Estratégica e Humanizada na Saúde, projeto da Humaniza Brasil, que já está em pleno funcionamento em diversos municípios do país.

Entre nessa onda: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

* A primeira foto foi publicada originalmente no site: http://redehumanizasus.net/node/5121

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Mongaguá está em pleno movimento de humanização na saúde. Trabalho já tem duas semanas.

formatura lorena mongagua 163A cidade de Mongaguá, no litoral sul paulista, começou seu processo de humanização na saúde. O trabalho, que tem a coordenação do professor Reginaldo Tech, já reuniu mais de 200 colaboradores da diretoria de saúde e foi ministrado no Clube dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar. Tudo começou com um diagnóstico inicial, que serviu para compor a programação do treinamento.

O professor Tech opina que “é um projeto árduo, a médio prazo… e que serve exatamente como ponto de partida para um processo de gestão estratpegica e pode ser implantado junto com a reorganização do organograma, a produção do gia do usuário do SUS e a criação do grupo de trabalho de humanização, como vem acontecendo em todas as cidades por onde a Humaniza Brasil deixa os seus projetos de humanização e acolhimento.”

A essência é sempre a humanização, com capacitação em atendimento e liderança, tendo com enfoque o desenvolvimento humano, nesta primeira etapa. Em cidades, como Santa Cruz do Rio Pardo e Macatuba, no interior paulista, “já estamos colhendo frutos e percebendo avanços”, salienta o professor Tech.

O movimento de humanização em Mongaguá começou no dia 27 de ovembro, mas desde agosto faz-se um diagnóstico do atendimento e das relações interpessoais naquela diretoria de saúde. Todos os trabalhos realizados pela Humaniza Brasil começam com este diagnóstico e não se finalizam no treinamento, mas permanecem por mais tempo, com o monitoramento dos resultados obtidos.

Se você quer saber mais sobre a Humaniza Brasil e seus projetos em humanização na saúde, gestão estratégica e humanizada na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885, 61-8136-2384  ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde começa sexta, dia 27, em Mongaguá. Prefeito Paulinho Wiazowski quer melhorar cada vez mais o atendimento.

Mongaguá, cidade do litoral paulista, recebe treinamento de humanização na saúde.A cidade de Mongaguá, que fica no litoral paulista, começa o treinamento de humanização na saúde, com projeto e trabalho da Humaniza Brasil, na próxima sexta-feira, dia 27 de novembro. O trabalho será realizado pelo professor Reginaldo Tech, coordenador de humanização na saúde da Humaniza Brasil. O extenso treinamento será realizado para todos os trabalhadores da saúde e será voltado à qualidade de atendimento e liderança.

Previsto para acontecer até o dia 5 de dezembro, o treinamento vai mexer com temas como: revitalização das relações interpessoais; comunicação integrada nas redes de saúde; uso do stress positivo; humanização e atendimento, humanização e acolhimento; e gestão estratégica e humanizada na saúde. Esse treinamento é vivencial e provoca mudanças substanciais na rotina de trabalho. A realização do treinamento é da Diretoria de Saúde de Mongaguá, comandada por Juan Mori Albornoz.

paulinho prefeito

Prefeito de Mongaguá, Paulinho Wiazowski Filho

Outras cidades, como Santa Cruz do Rio Pardo, Espírito Santo do Turvo, Agudos, Arealva, entre outras, já tiveram o treinamento de humanização na saúde da Humaniza Brasil. Em cada cidade, o treinamento se modifica, atendendo sempre as necessidades e a realidade locais. Antes de cada treinamento é feito um diagnóstico de preparação, seguido do treinamento em si, onde os profissionais de saúde, gestores e demais trabalhadores são capacitados, atendendo as orientações da Política Nacional de Humanização.

O professor Reginaldo Tech está bastante otimista com mais esse trabalho, já que o prefeito Paulinho Wiazowski Filho e seu vice, José Fernando Monteiro de Alcântara, que é médico, estão muito empenhados em melhorar, cada vez mais, o atendimento na área da saúde.

Se você quer saber mais detalhes sobre os treinamentos de humanização na saúde da Humaniza Brasil, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Agudos-SP realizou a I Semana de Humanização na Saúde. Reginaldo Tech coordenou os trabalhos.

A cidade de Agudos-SP realizou a I Semana de Humanização na Saúde, com treinamentos vivenciais coordenados pelo professor Reginaldo Tech, com trabalhos também dos professores César Ferreira Campos e Lucia Cirino de Moraes. A realização foi da Secretaria de Saúde, comandada por Altair Francisco Silva. Isto aconteceu no ano passado, quando era prefeito Carlos Octavianni. Na atual administração, do prefeito Everton Octavianni, os investimentos na saúde também são muito bons, o que estabelece uma continuidade do trabalho de humanização e acolhimento. Assista a momentos do treinamentos:

Quer saber mais sobre projetos de humanização e acolhimento, treinamentos vivenciais e consultorias? Ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humaniza Brasil em Minas Gerais: Paracatu começa movimento pela humanização na saúde

A cidade mineira de Paracatu iniciou um movimento pela humanização na saúde. O evento de abertura contou com a presença do professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil, que proferiu a palestra “A arte da humanização na saúde”. Os realizadores (Ministério Público, Secretaria de Saúde, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal e parceiros, com a Kinross) esperam realizar uma série de ações pela humanização e o acolhimento em toda a cidade, não apenas nas unidades de saúde pública, mas também em hospitais e outras entidades que cuidam da saúde. Veja o videoclip:

Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde e sobre treinamentos e palestras em gestão estratégica e humanizada na saúde, humanização na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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