Nos trabalhos que temos realizado em cidades do interior de SP, MG e PR, especificamente em secretarias de saúde, hospitais, indústrias farmacêuticas e outras instituições, como planos de saúde, percebemos um problema crucial: a falta de gestão humanizada e acolhedora. Então, criamos um projeto que envolve organização de conferência de saúde; discussão do plano de carreira, cargos e salários; reorganização da estrutura, com novo organograma e novos protocolos; produção do guia do usuário; treinamento em atendimento e liderança; e gestão estratégica e humanizada na saúde. Todos esses passos são feitos de forma otimizada e participativa.
Como o nosso trabalho é centralizado em Bauru, fica fácil acompanhar também todas as mudanças estruturais que estão sendo realizadas na Secretaria de Saúde de Bauru, onde o secretário Fernando Monti vai sacudindo a poeira e refazendo percursos para melhorar o atendimento aos usuários do SUS. Monti passou o ano mergulhado nessas mudanças, em novos projetos e na reestruturação organizacional. O prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho está recebendo todo o projeto nesta semana.
Um ponto nos chamou atenção no projeto de mudanças da secretaria de saúde de Bauru: a inclusão de duas assessorias especiais. Uma de gestão do sistema, incluindo-se aí um olhar atento a todo o processo de atendimento com regras do SUS, e outra assessoria de tecnologia de informação, mostrando a vontade política do secretário em modernizar, otimizar, digitalizar e informatizar todo o trabalho. O trabalho realizado em Bauru, coordenado por Fernando Monti e sua equipe, é um exemplo que sempre usamos nos projetos que estão sendo desenvolvidos pela Humaniza Brasil em outras cidades. E, pelo visto, as mudanças em Bauru não param por aí.
Estes dois pontos ideais: assessoria de gestão do sistema e assessoria de tecnologia da informação revelam as necessidades básicas para se construir um organismo que tenha a vitalidade humanizada e acolhedora. A gestão do sistema é o ponto de partida, já que temos observado uma ação muito individualizada dos trabalhadores da saúde. Algo como: cada um faz da sua maneira. E não é uma dificuldade pessoal, mas falha na estrutura organizacional, que não segue protocolos de gestão. Já a outra assessoria revela o interesse em realmente otimizar, dando mais fluidez ao trabalho.
O médico Fernando Monti faz o caminho natural que todo secretário de saúde, hoje chamado de gestor, deveria mesmo fazer: reorganizar, refazer, repensar, reestruturar… e otimizar tudo, de maneira estratégica. A máquina pública (de praticamente todas as cidades) está emperrada, o que torna necessário este “choque de gestão”. Estamos atuando nisso em algumas cidades e em outras, como é o caso de Bauru, observamos de perto, contruibuindo no que for possível, como é o caso da divulgação desse trabalho pelo nosso blog.
Quer saber mais sobre gestão estratégica e humanizada na saúde, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.com.br. Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil.
(postado por Reginaldo Tech)