Posts Tagged ‘educação’

A cultura da “palmada pedagógica” é um dos alicerces do bullying

O bullying volta a ser assunto da moda na mídia. O assunto chegou a ser amplamente explorado há algum tempo atrás, mas poucas ações efetivas aconteceram como forma de prevenção ou combate. Bullying é o comportamento agressivo, verbal ou físico, de maneira repetitiva. Na escola, pode ser cometido dentro das salas de aula e nos corredores, por um ou mais alunos ou até mesmo por professores contra alunos. Caracteriza-se, principalmente, por ameaças e intimidações recorrentes. Atualmente existe a versão virtual desse tipo de ação, o cyberbullying, quando essa violência é propagada na internet. Esta violência pode ocorrer também nas imediações da escola ou em outros ambientes de prolongamento do ambiente escolar.

Muitos pesquisadores colocam como ponto de partida a educação dada em casa, que pode conter etapas de violência, como, por exemplo, a tal “palmada pedagógica”. A nosso ver, qualquer atitude que saia da condição de poder que os pais precisam ter e adentrem a situação de autoritarismo, já que a “palmada” é um tipo de violência explícita, colabora para uma possível prática do bullying . Acostumados à cultura da “palmada pedagógica”, pais e professores foram perdendo a tranquilidade e a grandeza da conversa, do diálogo.

Claro que estamos falando de uma forma geral, já que não é em toda casa e em toda escola que a intransigência de educadores ocorre. Vários outros ingredientes aparecem no contexto, como baixos salários, estímulo à violência e à sexualidade através da televisão e o excesso de “populismo” de professores e pais. Nesses casos, lutar por melhores salários através dos sindicatos; escolher melhor os programas de televisão; e refazer o percurso da autoridade e do poder são pontos básicos para mudar a situação.

Outra questão que envolve o tema bullying é o excesso de teorização. Falta atitude, sobra teoria e podemos, mais uma vez, ficar apenas no proselitismo, deixando de cometer ações assetivas e proativas para reduzir o comportamento agressivo no ambiente escolar.

Foi pensando em tudo isto que a Humaniza Brasil foi buscar o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil e de outros organismos importantes da regiao de Bauru para lançar o Movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO, que será realizado no dia 29 de novembro de 2010, na sede da OAB, na cidade de Bauru. Proximamente vamos dar detalhes do lançamento deste Movimento.

Mais informações: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.

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02

11 2010

Entre nessa caminhada com a gente!

Bullying: vamos dar um jeito nisso!

Acabou o comodismo! Vamos deixar de reclamar das coisas e achar que o governo precisa resolver tudo. É preciso que cada um faça a sua parte, independente de quem está fazendo ou não. Esse comodimo é o nó da questão. Por isso, o programa ACOLHIMENTO SIM, BULLYING NÃO: redução do comportamento agressivo nas escola está ampliando suas ações e iniciando um processo de aplicação real.

Isto significa dizer que o programa pretende propor ações concretas linkando educação e cultura como forma da comunidade escolar sair do comodismo e criar ações práticas, proativas e assertivas no combate ao bullying e na reduçaõ do comportamento agressivo.

Para este programa, não adianta, por exemplo, criar concursos de redação cujos temas sejam paz ou não violência, sem que a comunidade de insira em um processo de rodas de conversas extremamente francas sobre esta situação. Aliado a isto, as ações práticas tendem a criar mecanismos de diálogo e respeito, usando-se a cultura como ponto de apoio.

Este programa já está disponível, mas será lançado oficinalmente no final do mês de novembro em um evento na cidade de Bauru/SP. Mais informações: 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Os profissionais da Humaniza Brasil agradecem o contato e estão disponíveis.

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18

10 2010

Vamos dar um jeito no bullying!

Estamos à postos! E precisamos começar a mexer na questão. Nos reunimos para discutir a redução de comportamento agressivo nas escolas e percebemos o óbvio: é precisa que se faça algo. As longas conversas, os extensos debates e todos os livros e pesquisas realizados sobre o tema ainda não conseguiram modificar a realidade. Portanto, a Humaniza Brasil se coloca à disposição para realizar ações efetivas para reduzir o bullying.

Oficinas e palestras vivenciais foram preparadas dentro do programa de redução de comportamento agressivo nas escolas, que nós batizamos de “Acolhimento da educação”. Um trabalho com gestores, educadores, colaboradores, pais e alunos que tenha uma consistência orgânica é o caminho. Quer saber mais? Escreva para a Humaniza Brasil: contato@humanizabrasil.org.br ou ligue: 14-3011-7560 / 14-8153-1885.

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04

10 2010

Projetos sérios melhoram a educação no Brasil. “Acredite na escola pública” é exemplo disso.

Projeto prof BrevesA Humaniza Brasil tem trabalhado muito com educação permanente na saúde e tem projetos de acolhimento da educação e de qualidade de vida. Nessa trajetória, vamos conhecendo experiências fabulosas que acontecem Brasil afora. O exemplo que vamos dar é de um projeto social que acontece no Ceará. O professor José Breves, que estudou com o coordenador de educação permanente da Humaniza Brasil, professor Reginaldo Tech, na pós-graduação da Unesp de Araraquara, vai falar sobre o programa social “Acredite na escola pública”.

Com mais de 25 anos dedicados à educação, o professor José de Souza Breves Filho coordena um projeto social que tem melhorado o ensino no Ceará. Trata-se do “Acredite na escola pública”, que capacita professores dos ensinos fundamental e médio. A iniciativa oferta aulas sobre metodologia de ensino da leitura e da produção textual escrita; matemática; arte e educação; entre outras.

O professor Breves afirma: “Tenho como premissa o pensamento de que ninguém é capaz de ensinar o que não sabe. Em outras palavras, quem não é leitor, não ensina a ler; quem não é escritor, não ensina a escrever. Esse é o calcanhar-de-Aquiles da educação brasileira. Em consequência disso, tiramos 3,8 na avaliação da leitura e da escrita, feita no final do ano passado, com jovens de 15 anos. Ficamos à frente somente dos países mais pobres da África.

As atividades são realizadas em um sábado por mês e dividas em dois módulos. Pela manhã, são promovidos os cursos com professores e no período da tarde é realizada palestra voltada para os pais e estudantes. “Essas plenárias têm de versar sobre algo de interesse deles, como por exemplo, a relação pais e filhos; sexualidade; drogas; profissões e mercado de trabalho; educação para o trânsito; cuidados com a saúde; reciclagem de lixo, entre outras”, explica o professor.

O projeto também oferta atividades de conservação do meio ambiente, desenvolvidas diretamente nas escolas que participam da iniciativa e nas comunidades próximas a essas instituições de ensino. Atualmente o projeto envolve professores das escolas Municipal Vicente Fialho e Estadual Governador Adauto Bezerra. Da primeira instituição, participam 23 professores, beneficiando 640 estudantes da educação infantil e do ensino fundamental. Já da escola estadual, participam 73 profissionais.

“Neste primeiro ano, trabalhamos a organização dos conteúdos e os procedimentos metodológicos para o ensino do primeiro ano do ensino médio, beneficiando 18 turmas de, aproximadamente, 45 alunos em cada uma”, contou o professor. Esses estudantes  do ensino médio são provenientes de 132 bairros de Fortaleza e da Região Metropolitana, como, por exemplo, Maracanaú, Caucaia, Pacatuba, Itaitinga, Euzébio, Urucutuba entre outros.

“Os alunos têm um déficit de aprendizagem muito grande. Alguns não tiveram a devida carga horária, em várias disciplinas”, pontua, Breves, que  é escritor, pesquisador de métodos, técnicas de leitura e escrita, doutor em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista (UNESP),  graduado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ),  membro do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas e Estudos em Educação (GIPEE) e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

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15

05 2010

Educação e saúde são temas de palestras e treinamentos vivenciais que fazem sucesso no interior

Temos realizado muitos treinamentos e palestras no interior paulista, todas elas de maneira vivencial, fugindo completamente das tais maneiras motivacionais. Nada de show ou pirotecnia, mas muita reflexão, vivência e ferramentas úteis para o cotidiano das pessoas. Nossa missão é realmente mudar as coisas. Para o professor Reginaldo Tech, presidente da Humaniza Brasil, “a colheita é fruto de muitos anos de trabalho árduo em busca de conhecimento e construção de projetos próprios.”

E vamos colhendo sucesso nessa empreitada, com temas que variam de humanização na saúde e acolhimento na educação, passando por bom atendimento, vendas e protagonismo das pessoas. Aliado a isso, estamos realizando também vários trabalhos de coaching e consultoria em instituições públicas e empresas privadas. Para a psicóloga Lucia Cirino de Moraes, da Humaniza Brasil, “o trabalho vivencial é, hoje, a única maneira de realmente formar as pessoas com bases reais.”

Outra atividade que estamos realizando há algum tempo é a organização de eventos, como as conferências municipais de saúde, com todo o apoio, assessoria e planejamento para as prefeituras municipais. Nesse aspecto, um diferencial é que nós treinamos as pessoas envolvidas para que os próximos eventos sejam organizados por elas próprias. O gestor de pessoas César Ferreira Campos acredita que o trabalho de treinamento é a melhor parte, pois “deixa a semente plantada”.

Cidades como Itapuí, Ourinhos, São Sebastião da Grama, Bauru, Arealva, Americana, Santos, São Vicente, Itanhaém, Peruíbe, Ourinhos, Agudos, Pederneiras, Jaú, Itaju, Andradina, Tupã, entre outras, já receberam alguns dos nossos trabalhos.

No caso da educação, o trabalho é imenso e com excelentes resultados, pois entramos no foco da questão: o stress, a auto-estima, a comunicação e a criatividade que precisam ser treinadas em educadores e gestores da área. O projeto “Acolhimento na educação” é a ponta de lança, na área de ensino, da Humaniza Brasil, grupo de profissionais que trabalha com gestão de pessoas, com ênfase no desenvolvimento humano e na qualidade de vida.

Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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