Posts tagged ‘desenvolvimento humano’

Gestão estratégica e humanizada na saúde: as quatro fases do treinamento da Humaniza Brasil

Nos nossos treinamentos, estas são as fases de trabalho:

1. Diagnóstico sistêmico e avaliação da realidade
·    Fase em que se realiza todo um levantamento da realidade e das necessidades do lugar, seja um hospital ou unidade de saúde, com especificações sobre estrutura física, constituição de pessoal e mecanismos de gestão.

2. Implantação de dispositivos de gestão e humanização
·    Tarefa básica com capacitação sobre gestão estratégica, liderança, atendimento humanizado e acolhimento com classificação de riscos. Esta fase é uma capacitação para transferência de conhecimento e tecnologia a gestores e trabalhadores da saúde.

3. Desenvolvimento de programas de capacitação técnica
·    Neste momento será desenvolvido um conjunto de programas de capacitação técnica, atendendo às necessidades locais, visando a construir um processo de ampliação das competências da equipe de colaboradores.

4. Monitoramento dos resultados
·    De forma efetiva, serão criados os grupos de trabalho de gestão, reorganização do organograma da unidade, humanização e acolhimento, implantação do guia do usuário e monitoramento de todos os resultados, com uso de plataforma online.

assinatura  humaniza correta

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Humanização e acolhimento é o caminho para melhorar o atendimento no sistema de saúde

marketing 2010 B

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Um domicílio, uma história, uma vida: espaços de humanização – por Elmis Santos

elmis 2

Nutricionista, formado pela FANUTRI/UEMG, especialista em Nutrição Humana e Saúde pela UFLA, Atuando em Oncologia, nas ONGs + Vida, Centro de Apoio aos Portadores de Câncer e da UNIAP, Unidade de Apoio aos Portadores de Câncer Blog: http://personaldiet-elmis.blogspot.com e Orkut: comunidade humanização oncológica, Palestrante motivacional e humanização em Oncologia.

A personalização do indivíduo está totalmente condicionada a sua condição existencial primária, alicerçada e humanizada, composta de três fatores determinantes: a referência de um lar (domicílio); suas experiências e trajetória de vida (história); e sensibilidade e valores interiores (vida).

Imaginar estabelecer relações sociais, distante desse olhar, é o mesmo que plantar uma semente em terreno árido, esperando colher belos frutos e descansar sob uma boa sombra fresca. Nos momentos de fragilidades existenciais, como por exemplo: situação de doença grave com risco eminente de morte; e perda repentina, trágica e irreparável de alguém ou algo querido.

Precisamos doar nossos ouvidos, doar nosso carinho, prestar nosso cuidado, respeitando seu domicílio, valorizando sua história, contribuindo para o fortalecimento de sua crença e esperança na vida, promovendo assim, a verdadeira humanização. É impressionante a superação do ser humano, quando se tem a sensação de perda do seu lar, vê ameaçada sua história e traz consigo um desejo imensurável de viver.

Por outro lado, é impressionante como indivíduos confortavelmente desligados de seus domicílios, alheios a sua própria história, dando pouco ou nenhum valor à essência das suas existências, que é a vida. Diante do menor problema, essas pessoas logo fraquejam, deixando se consumirem pela chama do desespero e desânimo.

assinatura  humaniza correta

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Humanização na saúde agita Pernambuco: eventos vão fazer do Recife a capital brasileira de humanização na saúde em julho

Veja os principais pontos da programação prevista para o I Congresso Norte-Nordeste de Humanização na Área da Saúde e do II Congresso Pernambucanno de Humanização na Área da Saúde, que vão acontecer no mês de no Recife:

° Rede de saúde: marcos para uma Política de Humanização.
° Humanização nos três níveis de assistência em saúde
° Formação do profissional de saúde: Humanização e Ética na matriz curricular.
° A saúde do trabalhador da saúde.
° Medicina dos Cuidados Paliativos.
° Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade nas equipes.
° Arte na Medicina.
° Bioética, Biodireito e Biomedicina.
° Infecção hospitalar: mitos e realidades.
° Diversidades humanas
° Humanização e finitude
° Projetos inovadores
° UTI: portal do inferno ou esperança de vida?
° Terapias Alternativas: coadjuvantes dos tratamentos alopáticos?
° Dor e Sofrimento: no cotidiano do profissional de saúde, na vivência do paciente
° Humanização e Espiritualidade
° Transplantes

Saiba mais sobre os eventos acessando o site http://www.congressohumanizasaude2010.com.br/

A Humaniza Brasil divulga iniciativas de Humanização na Saúde.

Conheça os projetos de humanização na saúde da Humaniza Brasil: 14-3011-7560 ou 14-8153-1885

E-mail: contato@humanizabrasil.org.br

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Humanização na saúde através do trabalho de desenvolvimento humano e da qualidade de vida: trabalho da Humaniza Brasil que vem dando certo

1185102_happyA Humaniza Brasil tem seu projeto de humanização na saúde estabelecido. Nosso trabalho é gerado a partir do desenvolvimento humano, o que solidifica as relações interpessoais, o atendimento com qualidade e a liderança proativa nos locais de trabalho. O estresse na área da saúde necessita de respostas rápidas para mudanças de atitudes nos trabalhadores da saúde e nos gestores. Este trabalho da Humaniza Brasil tem origem nos muitos exemplos de humanização na saúde que tem acontecido no Brasil, após dez anos de trabalhos oficiais em humanização.

Já realizamos este trabalho em inúmeras cidades, seja em secretarias de saúde, hospitais, empresas de distribuição de medicamentos, universidades, empresas de planos de saúde ou empresas não ligadas a área da saúde. O movimento positivo e de resultados estabelecido em todos os lugares tem sido o nosso grande diferencial. Trabalhamos de maneira proativa e decisiva, orientando-nos através da realidade e da necessidade locais. Nada de treinamentos pasteurizados e ecessivamente burocráticos. Não discutimos o que é humanização na saúde, mas concretizamos atitudes, junto com gestores e trabalhadores da saúde, no sentido de eles próprios interferirem na realidade.

Não existem receitas prontas: este é o fato! Todo o trabalho realizado por gestores e facilitadores das áreas federal, estadual e municipal tem sido muito importante para as mudanças de atitudes e na melhoria do atendimento ao usuário. Porém, algo mais efetivo e amplo pode ser feito. Assim surgiu o nosso trabalho… na intenção de colaborar. E o mundo colaborativo é uma realidade fervilhante. Esta é a rede do bem, que não critica, mas auxilia!

Atuamos com todos os trabalhadores, líderes e gestores. Utilizamos práticas do desenvolvimento humano na elaboração e na excecução dos nossos treinamentos. Possibilitamos discussão ampla e aberta sobre a realidade local… e buscamos soluções conjuntas, desenvolvendo um plano de atuação através de grupos de trabalho. Ou será que não é importante cada organização reelaborar seu organograma de funcionamento; criar um guia do usuário que realmente se estabeleça como um “meio eficiente de comunicação”; desenvolver um processo de acolhimento concreto e não apenas burocrático; ter os próprios trabalhadores no comando dos trabalhos de humanização na saúde; modificar conceitos de comunicação e protocolo; e, finalmente, atender o usuário e o próprio trabalhador com qualidade e eficiência?

Nosso trabalho é assim: simples, direto, proativo e baseado no desenvolvimento humano e nas modernas práticas de gestão estratégica. Quer saber mais, ligue para 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Pernambuco prepara congressos de humanização na saúde e encontro de palhaçoterapia

“A Medicina como arte de curar veio perdendo esta característica ao longo dos dois últimos séculos, tornando-se uma profissão exercida mais na base da instrumentalização, em detrimento da atenção ao doente. O avanço tecnológico, reconhecidamente importante na elucidação, tratamento e reabilitação de muitas doenças, não deveria jamais substituir o caráter fundamentalmente relacional de um trabalho que envolve pessoas – é preciso ter sempre em mente que se deve tratar doentes e não doenças.


Nessa perspectiva
, o principal papel do profissional de saúde é cuidar do paciente, mesmo que não seja possível promover a cura de sua doença, pois enquanto cidadão e usuário do sistema de saúde, qualquer paciente tem o direito de receber atenção e respeito dos profissionais que tratam de seus males, dentro de uma visão holística de cuidados de saúde. Pensamos também que profissionais de saúde sentir-se-ão mais motivados a prestar um atendimento eficiente e eficaz, desde que se sintam comprometidos e estimulados em seus espaços de trabalho. Por fim, defendemos que a formação de estudantes da área de saúde deve contemplar o desenvolvimento de práticas humanizadas no cuidado de pacientes.

Assim, estamos preparando nossos Congressos de Humanização 2010, em julho próximo, no Centro de Convenções de Pernambuco e em nossa bela Recife, para debater a melhoria da assistência interdisciplinar em saúde, alertar para o auto-cuidado que todo profissional de saúde precisa desenvolver em si próprio, e mostrar o que estudantes universitários já estão fazendo para minorar o sofrimento e ajudar na recuperação de pacientes.”

* Texto publicado na página oficial do I Congresso Norte-Nordeste de Humanização na Área da Saúde, II Congresso Pernambucano de Humanização na Área da Saúde e I Encontro Estudantil de Palhaçoterapia.

PARTICIPE DESTE EVENTO. MAIS INFORMAÇÕES NO LINK ACIMA.

* A Humaniza Brasil ajuda a divulgar atitudes positivas de humanização na saúde.

Blog da Humaniza Brasil

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Modelo da Cultura pode ser usado como exemplo e adaptado para a Saúde: humanização e acolhimento precisam ser ampliados.

Celio-Turino

Célio Turino é idealizador e gestor dos Pontos de Cultura, que poderiam ser "reinventados" pela saúde.

Muito se fala em humanização na saúde atualmente. Só aqui na Humaniza Brasil recebemos diariamente inúmeros e-mails de estudantes, gestores, trabalhadores e  profissionais buscando informações e mandando sugestões sobre humanização na saúde. Mas, um ponto é sempre lembrado por um ou outro contato: humanizar humanos é algo intrigante! E é mesmo. Porém, é preciso que se entenda o que vem a ser exatamente isto.

Sabemos que o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, fomentar as iniciativas de humanização na saúde. Isso já acontece há 10 anos e é algo muito importante para os usuários do SUS e para os trabalhadores da saúde. Porém, queremos refletir uma questão: não seria interessante a descentralização real das ações governamentais em humanização na saúde? Não que o trabalho oficial não seja interessante e importante, muito pelo contrário. Mas, poderiam existir projetos ou programas que pudessem dar pernas ao municípios quando o assunto fosse humanização na saúde.

Peguemos um exemplo de descentralização que ocorre no próprio governo federal: os pontos de cultura propostos pelo Ministério da Cultura. Talvez, o modelo de fomento e empoderamento que a Cultura quer, possa servir de exemplo para o Ministério da Saúde. O caminho poderia ser empoderar as bases da saúde para ampliar o trabalho de humanização e acolhimento. As experiências que existem em todo o Brasil em humanização na saúde poderiam servir de exemplo real para ampliar a rede de produção de saúde. Lembramos que os pontos de cultura, programa idealizado por Célio Turino, secretário nacional de cultura de cidadania do Ministério da Cultura.

Isto é apenas a ponta de um imenso novelo que o Brasil desenrola. Humanização é necessidade básica e acolhimento é gestão estratégica. A Humaniza Brasil valoriza o trabalho das redes de produção de saúde no Brasil e está, dentro do grupo de estudos de humanização na saúde David Capistrano, buscando novos caminhos para treinamentos e aplicação de gestão humanizada e acolhedora.

Quer saber mais, ligue para 14-81531885 ou 14-3011-7560. Ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde exige mudanças de comportamento e decisões fortes

e-mail marketing 2Já falamos neste blog que não basta uma boa teoria ou uma excelente política de atendimento para que as coisas na saúde pública ou privada sejam boas. È a tal coisa: não basta ter boas palavras, é preciso ter boas ações. E boas ações não se faz apenas com boa conversa ou com reuniões infindáveis. É preciso se trocar as reuniões infindáveis pelas rodas de conversa, em que o centro de tudo não sejam os egoismos, mas a saúde preventiva, o bom atendimento e o acolhimento verdadeiro.

O ponto chave é a definição de trabalhos vivenciais, que possibilitem mudanças de comportamentos, pois a ponta de todo o trabalho começa em cada porta de entrada… e isso não é teoria. É prática mesmo! Portanto, a decisão de se colocar o dedo na ferida (literal e lliterariamente) é de cada gestor, possibilitando essas mudanças reais.

Coragem é uma palavra importante nisso tudo, já que mexer no “vespeiro” é o melhor (e até único) caminho. Não dá para pintar a cozinha, quando uma tempestade se aproxima. Não dá para ficar olhando para a caixinha de música, quando o leite está derramando no fogão. É algo simples, mas complexo ao mesmo tempo. Alguns empurram com a barriga, enquanto outros colocam humanização na saúde como prioridade.

Apagar incêndios é o que mais se faz, enquanto o vento sopra fazendo mais fogo ainda. É que muito gestor ainda trabalha como se fosse um coordenador… e muitas soluções dadas são antiquadas e não acompanham as mudanças da sociedade, da tecnologia e do pensamento humano. Humanizar é preciso… e acreditamos no trabalho do desenvolvimento humano para fazer isto. Vamos conversar mais? Mande seu comentário, escrva para a gente ou telefone.

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Mongaguá continua projeto de humanização na saúde com treinamento para lideranças

A cidade de Mongaguá, administrada pelo prefeito Paulo Wiakowski Filho, continuou na última semana o projeto de humanização na saúde, realizado pela Humaniza Brasil, com treinamento de todos os servidores da saúde em desenvolvimento humano, mais precisamente em atendimento, liderança, humanização e acolhimento. Na última sexta-feira, lideranças da secretaria de saúde, cujo diretor é o Dr. Sérgio Paulo Nascimento, realizaram um dia todo de capacitação em lideranças, revitalização dos relacionamentos interpessoais e trabalho proativo.

A partir deste último treinamento, os líderes criaram quatro grupos de trabalho, que começam a funcionar imediatamente: criação do guia do usuário; estudo do organograma da secretaria de saúde; humanização na saúde; e produção do projeto de acolhimento. Estes quatro grupos de trabalho, compostos por cerca 20 servidores neste primeiro momento, estão interligados através da internet, o que significa dizer que está constituída uma rede de produção de saúde, já que todos tem funções de comando na secretaria.

O próximo passo é ampliar estes trabalhos, que serão de realizações práticas, acompanhadas de estudos, uma vez que os outros servidores da saúde já participaram de treinamento de atendimento, humanização na saúde e revitalização das relações interpessoais.

Um ponto importante que resumiu o encontro da última sexta-feira é o fato de todos saberem que são capazes de melhorarem ainda mais o atendimento da saúde em Mongaguá e também de realizar um trabalho proativo, auxiliando profundamente o diretor da saúde Sérgio Paulo do Nascimento e o prefeito Paulo Wiazowski Filho. Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, entre em contato com a Humaniza Brasil. Fone 14-8153-1885 ou e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

Blog da Humaniza Brasil

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Humanização na saúde é necessidade, muito mais do que um conjunto de ideias políticas

e-mail marketing 2Há dez anos, a saúde pública (e porque nãodizer também privada) respira uma experssão que, cada dia mais, se torna padrão dentro de hospitais, unidades de saúde e outros ambientes afins: humanização na saúde. Estes dez anos foram marcantes para a realização de muitas experiências de humanização e acolhimento por todo o país. Tanto o poder público, quando a iniciativa privada, concretizaram muitos casos de sucesso em humanização na saúde. Isso ninguém pode negar.

O Governo Federal, nos idos de 2003, criou a Política Nacional de Humanização que, sem dúvida, veio agregar valor ao trabalho que já vinha sendo realizado. A PNH, como é conhecida, formalizou as ideias que já vinham sendo concretizadas, tornando mais orgânico e amplo o trabalho de humanização na saúde. Não há que se negar também que a Política Nacional de Humanização tornou-se um bem público, sem pais, sem donos e sem engessamento. Como bem público, a PNH apenas baliza as experiências quando delimita dispositivos, algo importante para que huamnização na saúde deixe de ser experiência isolada e passe a ser atitude orgânica dos trabalhadores, gestores e profissionais da saúde.

Como não é preciso pedir autorização para ninguém a fim de que se construa ações de humanização na saúde, os municípios vão se transformando em celeiros de ótimas experiências, que seguem princípios, mas não são engessados por ideias que possam deixar tudo no vazio burocrático. Assim, gestores, trabalhadores e profissionais da saúde de todos os cantos do Brasil vão humanizando, acolhendo e ampliando, inclusive, as propostas da Política Nacional de Humanização, que já faz 7 anos existe e, como toda ideia ou princípio, precisa sempre de atualização, já que o mundo se desenvolve rapidamente.

Essas mudanças são possíveis e necessárias, para que a humanização na saúde evolua com o mundo, com as novidades da internet e com as mudanças na gestão de pessoas e na gestão da saúde. Isso é óbvio! Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

Blog da Humaniza Brasil

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