Posts Tagged ‘comportamento agressivo’

Bullying pode ser prevenido com acolhimento

A Humaniza Brasil está realizando atualmente o programa “Acolhimento SIM, bullyinf NÃO” nas escolas da rede municipal de educação da Prefeitura cidade de Tupã. Este programa, que tem como base a redução do comportamento agressivo nas escolas e a construção de atitudes de acolhimento, recebe apoio total da Secretaria Municipal de Educação, da Prefeitura de Tupã.

O diferencial desse programa é a mudança de foco, saindo do bullying e entrando no acolhimento. Porém, um acolhimento contra o bullying, funcionando de maneira preventiva. É claro que todos os indicativos de bullying precisam ser verificados, acionando-se MinistérioPúblico e Juizado da Infância e Juventude para que se coibam todos os casos comprovados de bullying.

Este programa propõe a condução de uma nova situação: ferramentas, atitudes e açoes proativas de ACOLHIMENTO desencadeadas por toda a comunidade escolar. Assim, gestores, educadores, servidores, pais e alunos formarão uma grande rede de ações positivas focadas em mudanças de paradigmas.

As experiências tem sido interessantes e logo vamos compartilhá-las.

Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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30

05 2011

Gestores da Secretaria de Educação de Tupã participam de treinamento sobre acolhimento e bullying com professor Reginaldo Tech

O prefeito Waldemir Gonçalves Lopes e a secretaria municipal de Educação, Carla Ortega Brandão estiveram nesta quarta-feira, no anfiteatro do Centro Educacional Integrado (CEI) para dar inicio a palestra sobre o bullying que terá como enfoque o tema Acolhimento Sim, Bullying Não!!! A palestra foi ministrada pelo representante do Instituto Humaniza Brasil, Reinaldo Tech.

O evento contou com a participação de gestores escolares (professores, coordenadores e diretores). Também estiveram presentes o secretario de Governo, Adriano Rigoldi, de administração, William Manfré e de Meio Ambiente, Eliseu Bosari Neto. Reinaldo Tech, disse que o Instituto Humaniza Brasil existe há três anos. Dentro deste período já realizou palestras em 30 cidades. Atualmente o Instituto conta com dois eixos temáticos: Humanização da Saúde e Prevenção contra o bullying”.

Tech disse que cada cidade conta com suas singularidades e comportamentos da população e por isso ele procura sempre sanar as necessidades da cidade com conteúdos diferentes sobre o bullying. “Todos sabem o que é bullying, mas hoje nós iremos falar quais são as ferramentas para prevenir este tipo de comportamento social”.

A secretária de Educação, Carla Ortega Brandão, destacou a aprovação da Lei Municipal 4.510 de 2010 que trata de questões sobre o bullying nas escolas. “Gostaria de parabenizar o empenho do prefeito, Waldemir, em apoiar a idéia de implementar uma lei para que os professores e gestores pudessem tratar deste questão com apoio da legislação municipal”.

Waldemir destacou que o bullying tem que ser combatido dentro e fora da escola. Disse que os professores tem uma missão especial porque geralmente este tipo de comportamento se dá de forma social. Ou seja, quando junta muitas crianças e uma delas é diferente das demais, o individuo diferente começa a ser vitima de preconceito. “Aí está o papel de todos educadores, saber combater este tipo de preconceito através de atividades recreativas e pedagógicas”.

Carla citou a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) João Geraldo Iori que está desenvolvendo o Projeto Recreio Dirigido, onde os alunos são motivados a participar de atividades em grupos na hora do recreio. “O Projeto está dando certo e outras escolas também estão desenvolvendo outras iniciativas que envolve o tema bullying”.

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28

04 2011

Começa o programa de acolhimento contra o bullying em Bauru

O programa “Acolhimento SIM, bullying NÃO!” foi idealizado por profissionais das áreas de educação, qualidade de vida e saúde do Instituto Humaniza Brasil, com apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (subseção Bauru), Diretoria de Ensino/seção Bauru da Secretaria de Estado da Educação, Sindicato das Escolas Particulares e Secretaria da Educação da Prefeitura Municipal de Bauru, cidade onde foi lançado e onde os trabalhos já começaram a ser realizados.

O programa é dividido em módulos, atendendo a gestores, educadores, colaboradores, pais e alunos, através de atividades práticas cujo objetivo é realizar um trabalho preventivo a favor do acolhimento e contra o bullying. O primeiro módulo é motivacional e didático, compreendendo diagnóstico qualitativo para se observar a realidade local, abrir uma roda de conversa transparente sobre a questão e tornar prioridade o processo de trabalho preventivo contra o bullying, com início de uma campanha de marketing pelo acolhimento contra o bullying.

O primeiro módulo deverá ser realizado nos primeiros 3 meses do ano, exatamente no planejamento e início das aulas, podendo ser realizado de 3 formas diferentes (ver carga horária).

Módulo I – diagnóstico, motivação e esclarecimentos

  1. Rodas de conversa com gestores para diagnóstico qualitativo da realidade

levantamento da realidade e formas de atuação

O propósito é motivar os gestores a colocarem como prioridade a questão do acolhimento contra o bullying, fazendo um diagnóstico qualitativo sobre o comportamento agressivo e dando ferramentas de atuação. Neste ponto, deverá ser feita uma avaliação esclarecedora para que a prevenção seja o ponto de partida, buscando-se a melhoria dos diálogos com educadores, colaboradores, pais e alunos.

2.       Palestras motivacionais e esclarecedoras para educadores e colaboradores

# diálogos sobre comportamento, relacionamentos e criatividade

O objetivo é motivar educadores e colaboradores a enfrentarem a questão de maneira aberta e transparente, dando ferramentas adequadas para o enfrentamento do problema, com acolhimento e criatividade na melhoria dos relacionamentos. Neste ponto serão realizadas, dentro da carga horária escolhida, oficinas de reequilíbrio emocional (estress, auto-estima) e criatividade dentro da escola.

3.    Palestras motivacionais e dialogadas para pais

# papel da família e relacionamento pais e filhos

A proposta é orientar os pais quanto ao relacionamento com os filhos e a relação escola-família, dando ferramentas acessíveis para que haja motivação para mudanças e melhoria na qualidade de vida e nas relações familiares e com a escola. Serão realizadas, dentro da carga horária, oficinas e rodas de conversa de criatividade nos relacionamentos, fortalecimento do acolhimento e revitalização dos laços família-escola.

4.       Oficinas dinâmicas e rodas de conversas para alunos

# acolhimento, cooperação e relacionamentos qualitativos

O objetivo é orientar usando diálogo transparente, motivando os alunos a entrarem no programa contra o comportamento agressivo. Dentro da carga horária, serão realizadas oficinas de reequilíbrio emocional, criatividade, linguagens digitais e rodas de conversa sobre os principais problemas dos jovens. O propósito é uma aproximação franca com os alunos para que a continuidade do trabalho seja motivadora.

* As horas de trabalho poderão ser divididas em turmas

Após a realização deste módulo, será realizada uma reunião de avaliação entre os profissionais do Instituto Humaniza Brasil e os gestores envolvidos, quando serão repassados todos os indicativos para sequência  do programa (detalhamento dos módulos seguintes), que poderão ser realizados pela própria prefeitura ou pela Humaniza Brasil, havendo a possibilidade de se buscar parceiros externos.

A Humaniza Brasil vai autorizar o uso do selo “Esta escola tem acolhimento” para os participantes.

CONTATO

Rua 13 de Maio, 20-75  Jardim Estoril   Bauru   São Paulo

Site: www.humanizabrasil.org.br / E-mail: contato@humanizabrasil.org.br

Telefones: (14) 8153-1885/Tim, 9197-7636/Claro, 9637-7400/Vivo, 3204-6994

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10

01 2011

Acolhimento contra o bullying: veja o filme!

Lançado programa de acolhimento contra o bullying em Bauru

Uma piada de mau gosto com um colega. Uma “tiração de sarro” com um amiguinho devido ao modo como ele fala. Um grupo falando mal e excluindo uma garota devido ao seu peso. Tais ações existem há tempo, porém, agora passaram a ser vistas com mais atenção pelos órgãos públicos e, desse modo, a palavra “bullying” – que conceitua exatamente práticas como essas – entrou na moda. Exatamente por isso, ocorreu na tarde de ontem, o lançamento institucional do programa “Acolhimentos SIM, ‘bullying’ NÃO” no auditório da Prefeitura de Bauru.

O programa é uma parceria da prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação, com a organização Humaniza Brasil e ainda conta com o apoio institucional da subseção bauruense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Estado de Educação, da Diretoria de Ensino de Bauru e do Sindicatos dos Professores de Bauru e Região e o das Escolas Particulares.

Segundo a Secretária Municipal de Educação, Vera Caserio, o programa de redução do comportamento agressivo nas escolas tem um caráter muito importante exatamente na junção de forças. “Todas as instituições parceiras já tomavam medidas contra a prática do bullying. A rede municipal já tinha um trabalho grande nesse ponto. Com esse projeto, iremos articular todas essas ações e ter uma efetividade maior. É uma maneira de trabalhar de modo coletivo e mais forte”, explica.


O idealizador
do programa e coordenador da organização Humaniza Brasil, o professor Reginaldo Tech, afirma que a intenção é agir de forma mais intensa nas medidas preventivas do bullying. “Queremos agir em um ponto anterior. Discute-se muito a parte corretiva e realmente isso é muito importante, porém, queremos pensar em prevenir e evitar que essa prática aconteça”.

Ele explica que, para isso, serão realizadas uma série de oficinas culturais focadas no acolhimento, relação saudável e cooperação com o próximo. “Esta fase inicial do programa é realizar um planejamento dessas ações. A segunda parte é realmente colocar essas medidas em prática em 2011. Queremos estudar tudo de forma correta para saber como motivar os gestores a trabalhar de forma efetiva com a questão”, completa.

Além de oficinas, serão promovidas rodas de conversas sobre filmes com a temática do bullying, grupos de redes de relacionamentos, montagens no cineclube, oficinas de criatividade, ações criativas, entre outras medidas. Mais um ponto importante do programa são as diferentes visões que incidem sobre o problema, ao passo que congrega várias instituições. De acordo com o representante da OAB de Bauru Antônio Carlos da Silva Barros, “além da leitura legalista, estão sendo pensadas leituras do espaço educacional, dos próprios gestores, da família e até mesmo psicológicas, com os danos que o bullying causa nas pessoas afetadas”.

Por meio da assessoria de comunicação, o prefeito Rodrigo Agostinho afirmou que “este é um excelente momento para começar um movimento de ação contra o bullying, pois já vai começar a fase de planejamento para 2011 e a sociedade toda, inclusive pais e alunos, precisam participar ativamente”. Ainda de acordo com a secretária de Educação, Vera Casdrio, apesar de já haver instituições de diferentes níveis envolvidas, o programa “Acolhimentos SIM, ‘bullying’ NÃO” ainda está aberto a quem queira ajudar.


“O bullying
não ocorre somente na escola. A educação é uma área muito importante nessa questão, porém, não é a única. A sociedade e a comunidade devem participar também. Queremos que mais instituições se juntem nessa parceria. Quanto mais coletivo, mais forte é nosso poder de convencimento e conscientização”, conclui a secretária.

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12

12 2010

Entre nessa caminhada com a gente!

Bullying: vamos dar um jeito nisso!

Acabou o comodismo! Vamos deixar de reclamar das coisas e achar que o governo precisa resolver tudo. É preciso que cada um faça a sua parte, independente de quem está fazendo ou não. Esse comodimo é o nó da questão. Por isso, o programa ACOLHIMENTO SIM, BULLYING NÃO: redução do comportamento agressivo nas escola está ampliando suas ações e iniciando um processo de aplicação real.

Isto significa dizer que o programa pretende propor ações concretas linkando educação e cultura como forma da comunidade escolar sair do comodismo e criar ações práticas, proativas e assertivas no combate ao bullying e na reduçaõ do comportamento agressivo.

Para este programa, não adianta, por exemplo, criar concursos de redação cujos temas sejam paz ou não violência, sem que a comunidade de insira em um processo de rodas de conversas extremamente francas sobre esta situação. Aliado a isto, as ações práticas tendem a criar mecanismos de diálogo e respeito, usando-se a cultura como ponto de apoio.

Este programa já está disponível, mas será lançado oficinalmente no final do mês de novembro em um evento na cidade de Bauru/SP. Mais informações: 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Os profissionais da Humaniza Brasil agradecem o contato e estão disponíveis.

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18

10 2010