Posts Tagged ‘acolhimento’

Humaniza Brasil lança movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO!

A Humaniza Brasil, uma organização de profissionais ligados à educação, saúde, cultura, desenvolvimento humano e qualidade de vida vai lançar no próximo dia 10 de dezembro o Movimento Acolhimento SIM, bullying NÃO, que pretende motivar gestores, administradores, donos de escolas, coordenadores, diretores para que coloquem como prioridade para o planejamento de 2011 o bullying e ações práticas para a redução do comportamento agressivo nas escolas.

Já estão apoiando este movimento a Prefeitura Municipal de Bauru, Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Ensino (seção Bauru) da Secretaria de Estado da Educação, Ordem dos Advogados do Brasil (seção Bauru) e Sindicato dos Professores de Bauru e Região. O lançamento vai acontecer no dia 10 de dezembro, às 15 horas, no auditório do Gabinete do Prefeit0, no Palácio das Cerejeiras, sede da Prefeitura Municipal.

Assista ao vídeo da campanha organizada pelo apresentador Serginho Groisman:

Empresário: apoie as iniciativas da Humaniza Brasil. O país agradece! Entre em contato: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.n

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29

11 2010

Acolhimento na educação e humanização na saúde são roteiros prioritários da Humaniza Brasil

Ainda temos muito a fazer em 2010. Engana-se quem acha que o ano acabou e apenas precisamos planejar 2011. As duas coisas juntas sim: finalizar e planejar. Empreendedorismo é isso… o fortalecimento de ideias interessantes, que possibilitem investimentos, produção e ganhos. Assim, a Humaniza Brasil definiu as prioridades para os próximos trabalhos. Primeiro, vamos trocar a palavra “projeto” por “roteiro”. A mudança dá mais ênfase à ação proativa e assertiva.

Portanto, temos dois bons roteiros para a continuidade do nosso trabalho: humanização na saúde e acolhimento na educação. O primeiro, referente à saúde pública e privada, se faz por meio de treinamentos, palestras, consultorias e eventos sobre os temas: humanização na saúde, humanização e acolhimento, atendimento humanizado e gestão estratégica e humanizada na saúde. Mantendo o caráter de vivências, oficinas, rodas de conversa e estratégias práticas, os roteiros de capacitação da Humaniza Brasil não querem apenas discutir, mas também formar trabalhadores da saúde com mais disposição para o atendimento humanizado, acolhedor e com qualidade.

O outro roteiro é relacionado à educação, também com treinamentos, palestras, consultorias e eventos, e com propósito de colaborar com gestores, educadores, pais e alunos. Acolhimento na educação é o eixo, evidenciado no programa “Acolhimento SIM, bullying NÃO – redução do comportamento agressivo no espaço escolar. Mudando o foco do negativo para o positivo e refazendo o precurso de trabalho, propondo ações práticas, este roteiro é inovador, pois abre espaço para motivação à produção de ações assertivas na redução do comportamento agressivo. Assim como o trabalho na saúde, na educação a proposta também é realizada através de vivências, oficinas, rodas de conversa e estratégias práticas.

Nos dois roteiros, a Humaniza Brasil conta com profissionais qualificados e experientes, capazes de responder aos quesitos mais importantes do “atendimento” na saúde e na educação. Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou 14-3011-7560. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Cultura é bom caminho para a gestão contra o bullying

A questão do bullying tem fica na pauta das discussões em escolas, nas famílias, na mídia e também nos órgão governamentais. Na semana passada, o Conselho Nacional de Justiça lançou a Cartilha sobre o bullying, que vai auxiliar a comunidade escolar brasileira a entender esse grave problema. Vários outros organismos públicos e privados tem participado dessa discussão e torna-se premente que ações assertivas sejam tomadas, saindo-se da discussão a respeito do bullying.

Percebendo esta situação, a Humaniza Brasil criou o Programa “Acolhimento SIM, bullying NÃO: redução do comportamento agressivo na escola”. A proposta desse programa da Humaniza Brasil não é apenas diagnosticar e discutir o que é o bullying, mas fomentar e executar ações proativas e assertivas, que possam contribuir profundamente com a redução do comportamento agressivo nas escolas.

A base deste trabalho está ativada em um tripé: 1. motivação de gestores através de rodas de conversa e oficinas dinâmicas e transparentes; 2. palestras motivacionais e oficinas de criação, equilíbrio e eventos culturais para professores e funcionários; e 3. atividades culturais dirigidas para alunos, pais e também para professores, funcionários e gestores.

Este programa já está pronto e é baseado nas recentes discussões sobre o bullying e as maneiras de enfrentá-lo. As oficinas são integrativas e ponderam sempre sobre o bullying. Da mesma forma, as mostras e outras atividades culturais, relacionadas a cinema, por exemplo, são motivadoras de conversas e soluções sobre o bullying.

Atuar no cerne da questão, buscando contribuir para a dinamização do trabalho dos professores e da própria escola; criar condições de avaliar e diagnosticar o bullying, convertendo os resultados em ação e propiciar uma grande roda de conversa dinâmica e transparente sobre a questão são os objetivos deste programa.

Quer saber mais? Ligue para 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. Mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br. Estamos à disposição.

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26

10 2010

Entre nessa caminhada com a gente!

Entre nesse movimento: “Acolhimento SIM, bullying NÃO!

A questão do bullying ou do comportamento agressivo nas escolas deve ser prioridade no planejamento do ano letivo de 2011. A Humaniza Brasil começa o movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO pensando exatamente assim! Precisamos mesmo sair do comodismo e encarar o problema de frente e com ações proativas. Não precisamos mais achar culpados, o que necessitamos mesmo é de nossa ação concreta.

Dessa forma, se você quiser ajudar, venha com a gente. Este movimento quer congregar as instituições de ensino público e particular; órgãos de imprensa; entidades de classe e toda a comunidade escolar, sejam gestores, educadores, funcionários, pais ou alunos, pois o assunto é de interesse de todos.

A Humaniza Brasil lança o movimento, junto com um programa de ações. Este lançamento será oficializado no dia 29 de novembro e quer contar com a participação de todos. Faça contato, entre no movimento e faça a sua parte. Telefone: 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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19

10 2010

Humanização e acolhimento: as mudanças na gestão da saúde são urgentes!

logo ministério da saúde 2É algo óbvio: o atendimento ao usuário precisa ser bom. Mas muitos gestores não fazem o dever de casa, ou seja, não tratam o trabalhador da saúde com bom atendimento. Isso mesmo, caro web leitor! Estamos no século XXI e muitos administradores e gestores dos serviços público e privado de saúde se acham auto-suficientes e não abrem as portas às novidades, às capacitações decisivas, aos novos ordenamentos no tratamento da saúde e da doença.

Entra nisso aí a falta de estímulo aos trabalhadores e o pouco caso das autoridades. Claro que existem bons programas e ótimos recursos para investir em humanização e acolhimento, porém, os passos são muito lentos e há um excesso de teorias em torno da situação, com poucos investimentos práticos e muita “conversa mole pra boi dormir”.

O Humaniza SUS, que é uma realidade concreta que dá resultados, é pouco conhecido dos gestores da saúde pública. Ou melhor, até que é conhecido, mas é pouco reconhecido. As capacitações técnicas se multiplicam, mas os treinamentos em desenvolvimento humano ainda são poucos. O pior, muitos gestores querem palestras motivacionais, mas não se arriscam a mudar conceitos de gestão, que otimizem e qualifiquem o atendimento.

Tenho rodado muitas cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná… e percebo que as coisas andam porque precisam andar. Percebo que as preocupações se estagnam em papeis, relatórios, fichas, guias… e o atendimento continua o mesmo, a gestão é arcaica e os mecanismos de atendimento são os mais antiquados possíveis.

Mas não dá para apenas reclamar. Tanto gestores, quanto prefeitos, querem mudanças. Isso é visível nas conversas sobre o sistema de saúde, no entanto, não priorizam mudanças de gestão e de atendimento, o que ocasionaria, com certeza, a melhoria real na saúde do povo brasileiro.

Não faltam verbas, não faltam pessoas… o que falta mesmo é mudar a ordem de prioridades e cada gestor e cada prefeito perceber que a política nacional de humanização precisa, urgentemente, ser apoiada e aplicada em cada unidade de saúde. A valorização do trabalhador e do usuário é que são prioridades para o atendimento relamente ser humanizado e acolhedor. Usar melhor as verbas e o capital humano é o caminho. O resto é teoria!

Conheça mais sobre os nossos projetos, treinamentos, eventos e consultorias: contato@humanizabrasil.org.br. 14-8153-1885 ou 14-3204-6994. www.twitter.com/humanizabrasil.

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Humanização… muito além das páginas e das teorias!

Mais uma vez a Humaniza Brasil publica material interessante sobre humanização na saúde. Hoje, um vídeo que circula no youtube e que foi produzido com uma música de lenine, Paciência. A reflexão vale muito à pena. Assista:

Faça contato com a Humaniza Brasil: 14-81531885 e conheça nossos projetos de humanização na saúde e gestão estratégica. Nosso e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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06

07 2010

Doe sangue! Julho é mês complicado para hemocentros.

cruz saúdePara se tornar um doador de sangue é necessário que a pessoa apresente as seguintes características: tenha entre 18 e 60 anos; pese mais de 50 quilos; não esteja grávida; já tenha se passado pelo menos 3 meses do último parto ou aborto; não tenha tido doença de chagas ou contato com o inseto barbeiro; não tenha tido malária ou estado em região de malária nos últimos 6 meses; não tenha hepatite ou sífilis; não seja epilético; tenha doado sangue há mais de 60 dias (homem) ou 90 dias (mulher); não tenha ingerido bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a doação; e tenha dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.


Atenção, serão realizados os
seguintes exames de triagem no sangue doado: AIDS; sífilis; hepatite; doença de chagas; HTLV I/II; formas raras de hemoglobina (anemias); e grupos Sanguíneos e Fator Rh.
O ato de doar sangue: não emagrece; não engorda; não afina o sangue; não engrossa o sangue; e não vicia.
ATENÇÃO: pessoas que foram vacinadas contra sarampo ou com a BCG estão impedidas de doar sangue por um mês. Pessoas vacinadas contra rubéola não podem doar por duas semanas.

A doação de sangue passo a passo:
1° Passo: O processo de doação leva aproximadamente meia hora. A doação em si dura apenas de 6 a 10 minutos.
2° Passo: Preencha a ficha do doador. Você ficará cadastrado em nosso banco.
3° Passo: Check-up médico. Um médico irá medir sua pressão e checar se você está apto a doar sangue. Não fique constrangido, algumas perguntas que fazem parte da rotina, serão feitas. Suas respostas são extremamente importantes e confidenciais.
4° Passo: A doação propriamente dita. Um profissional de saúde irá realizar a assepsia em seu braço e usar uma agulha descartável. Não há chance de contrair o vírus da AIDS ou nenhuma outra doença infecciosa doando sangue.
5° Passo: Após a doação você deverá descansar uns 10 minutos. Esse tempo é super importante e com isso você poderá fazer um lanche leve, fornecido gratuitamente.

Perguntas e Respostas
E se eu tiver uma tatuagem ou “body piercing”?
Pessoas que fizeram uma tatuagem recentemente devem esperar pelo menos um ano antes de doar sangue. Não importa quantas tatuagens a pessoa tenha, apenas a data da mais recente. Ter um “body piercing” não impede uma pessoa de doar sangue, desde que ele tenha sido feito em um estabelecimento licenciado. Fazer um “body pierce” em um estabelecimento não licenciado impede com que a pessoa faça uma doação por um ano.
Pessoas que tomam remédios podem doar sangue?
Se você estiver sob medicação, consulte um médico ou pergunte à equipe do banco de sangue se você tiver dúvidas se pode doar ou não.


Clique aqui e veja a relação de Hemocentros

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01

07 2010

A urgência de psicólogo na emergência médica – por Sônia Cardoso Moreira Garcia

Imagem-de-quebra-cabeca-de-livroNa urgência e na emergência médica também circulam sentimentos e emoções que modificam e mesmo interferem nos cuidados de quem, neste setor, encontra-se. O nosso objetivo no trabalho, voltado para o acolhimento e para a humanização é ressaltar a necessidade de termos o psicólogo como o profissional a ser inserido nas unidades de emergências médicas. Profissional que deve promover a compreensão do que seja significar, reconhecer e legitimar instâncias outras, as quais também nos constituem e estão sempre ao redor, modificando o andamento das expectativas.

Dimensões estas que atravessam nossa rotina de vida, que se vê, subitamente, entrecortada pelo inusitado de um mal estar inesperado ou por um acidente de diversas ordens, onde nos vemos  inundados por medos, fantasias, inseguranças, tristezas, sensação de impotência, ansiedade e tantos outros sentimentos que valsam entre si, deflagrando uma condição perturbadora dentro de nós mesmos e dentro de uma sala de emergência médica.

Assim, busca-se compreender que há uma dimensão para além do orgânico. Dimensão que se faz presente e perceptível àqueles que estão afinados em percebê-la e a qual dita os rumos de um prognóstico e de um tratamento médico. Tratamos, aqui, da dimensão psíquica do ser e de seu poder de atuação em adoecimentos crônicos e/ou agudos, emergenciais, súbitos e que nos conduzem, a todos, para salas de emergências e urgências médicas, sendo recebidos por vozes desconhecidas, mãos que salvam mas que nunca nos tocaram…

Rostos que expressam a preocupação com nosso estado entre vida e morte. O setor de Emergência Médica é uma Unidade de total imprevisibilidade. A equipe que ali atua, como que um corpo de balé, onde seus movimentos devem ser precisos e isso, de forma harmonicamente peculiar, quase que orquestrada, a evidencia com singularidades.

Contudo, diferente do corpo de balé, a equipe do Pronto Socorro não dispõe de tempo hábil para ensaios e nunca se tem conhecimento prévio da música que será orquestrada no ato seguinte. O P.S. é o local aonde se chega não só com a dor física, mas também, com a dor psíquica, onde ambas possibilitam o deflagrar de vivências únicas.

É neste sentido que apontamos para a urgência do psicólogo nas emergências médicas, acolhendo e humanizando, compartilhando com os atores, paciente, família e equipe, suas angústias. Cabe a este preparado profissional a incisão adequada em intervenções psicológicas emergenciais.

Reconhecer o impacto psíquico na tríade paciente, equipe e familiar na Emergência Médica, aponta para a necessidade de inserção do psicólogo nesta equipe, minimizando todo o sofrimento advindo do inesperado do adoecimento e isto é um primeiro passo rumo à inovação no Acolhimento e na Humanização dentro da Unidade de Emergência Médica.

Sônia Cardoso Moreira Garcia: psicóloga clinica e hospitalar. Psicoterapia breve em trabalho de luto; psicoterapia breve em adoecimentos agudos, crônicos e dependência; acompanhamento em pré, per e pós Cirúrgico; gestão em saúde; Coordenação Municipal do Programa Nacional de Controle do Tabagismo – Resende/RJ; Coordenação do Grupo de Humanização – Hospital Municpal Manoel Martins de Barros – Itatiaia/RJ. Fone: 24 – 8816-7718.

assinatura  humaniza correta

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25

06 2010

Programa Saúde da Família – um importante passo para a saúde preventiva

Veja no vídeo abaixo, que circula no Youtube, um bom diagnóstico do Programa Saúde da Família, que de programa está virando estratégia.

Entre em contato com a Humaniza Brasil para conhecer os nossos projetos de Gestão estratégica e humanizada na saúde. Faça contato pelo MSN . Nosso e-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Fone: 14-8153-1885.

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22

06 2010