Posts Tagged ‘acolhimento sim bullying não’

Humaniza Brasil segue implantando estratégias inéditas contra o bullying em Tupã

A Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade de Tupã (520 km de São Paulo), em parceria com a Humaniza Brasil, através da consultoria do Professor Reginaldo Tech, está implantando o Programa de redução do comportamento agressivo nas escolas, o que deve melhorar em muito os relacionamentos interpessoais entre gestores-educadores-servidores-alunos-pais, além de prevenir a incidência do bullying.

O programa está sendo implantado gradualmente, com a participação efetiva da equipe de gestores da Secretaria de Educação do município, e está na sua terceira semana de produção. O lançamento aconteceu com a presença do prefeito Waldemir Gonçalves Lopes e da secretaria municipal de Educação, Carla Ortega Brandão, que deram total apoio ao programa.

Professor Reginaldo Tech dando palestra aos educadores de Tupã: acolhimento contra o bullying.

Na sequência, o professor Reginaldo Tech realizou treinamentos vivenciais com os gestores, servidores da secretaria de educação e com todos os educadores para sistematizar e sensibilizar a todos sobre a importância do programa, as questões referentes ao bullying e o processo de acolhimento contra o bullying.

A partir de agora, o programa vai entrar nas escolas para fazer diagnósticos e realizar rodas de conversa com a comunidade de cada lugar, implantando novas situações e atitudes de acolhimento, envolvendo pais e alunos nesse importante processo de cidadania.

O acolhimento como ferramenta contra o bullying é apenas uma das etapas desse processo, já que os diagnósticos, a sensibilização, as mudanças de referência e o uso de outras ferramentas assertivas são pontos vitais desse programa. Os primeiros resultados já começam a ser sentidos, mesmo com apenas  três semanas de trabalho. Para o professor Tech, isto se deve à participação efetiva da comunidade e o apoio incondicional do prefeito e da secretária de educação.

Mais informações sobre o programa ACOLHIMENTO SIM, BULLYING NÃO: 14-8153-1885.

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09

05 2011

Acolhimento pode combater o bullying!

Acolhimento sim, bullying não!

Bullying é uma palavra inglesa derivada do verbo “to bully”, que significa usar a superioridade física ou moral para intimidar alguém. Em vários países essa palavra tem sido usada para definir o comportamento agressivo, intencional e repetido, em comunidades, principalmente nas escolas. As vítimas do bullying são indivíduos considerados mais frágeis, transformados em objetos de diversão por meio de “brincadeiras”.

Pronto, caro leitor, defini o bullying em um parágrafo. Claro que poderíamos ficar aqui durante parágrafos e mais parágrafos, procurando definir o que é o bullying. Mas não é esse o nosso intento, já que muitos livros e teses acadêmicas circulam por aí, procurando ponderar “o que é” este fenômeno.

Vamos dar um passo a mais, pois o tal de bullying também invadiu a grande rede, recebendo o nome de cyberbullying. Isso fez com que o fenômeno do comportamento agressivo tivesse sua estatística aumentada. Segundo o IBGE, quase 1/3 dos estudantes brasileiros afirma ter sofrido bullying alguma vez em sua vida escolar, sendo que 35,9 % dos casos acontece em colégios privados e 29,5% ocorre em escolas públicas.

Pesquisadores e educadores já sabem que a comunidade escolar precisa tomas as rédeas da situação. Já tramitam no Senado,  Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, vários projetos de lei a respeito desta situação. Porém, todos nós sabemos também que não precisamos apenas de leis mais rígidas e sim de ações mais assertivas e proativas contra o bullying.

Daí, torna-se imprescindível que a sociedade perceba algo mais importante ainda: a banalização da vida humana levou o homem a perder aquilo que de mais importante existe numa relação interpessoal: o equilíbrio. Fácil falar, diria o leitor, no entanto, fácil escrever o que é o bullying e não apontar caminhos resolutivos. E o que eu mais quero agora é mostrar que o caminho não é a discussão, mas as ações realizadoras.

Algumas virtudes rotineiras do homem, como generosidade, respeito e solidariedade,  se perderam no ambiente escolar e na internet. E onde está a causa disso. Os estudiosos tem várias teses, que eu também não quero discutir neste artigo. Aqui, quero apenas delinear alguns pontos que podem significar uma retomada de atitudes, valores  e comportamentos voltados à harmonia e à cidadania.

A situação é complicada e precisamos abrir o coração para realizarmos ações que realmente modifiquem comportamentos. Foi pensando nisso que a Humaniza Brasil, um organismo que reúne profissionais de diferentes áreas, criou o Programa ACOLHIMENTO SIM, BULLYING NÃO – redução do comportamento agressivo nas escolas.

Partindo do princípio de que devemos combater o bullying de forma assertiva, vamos começar trazendo toda a comunidade escolar (pais, estudantes, educadores, funcionários e gestores) para dentro dessa imensa tarefa: sair do conformismo e tomar ações resolutivas, compondo uma grande campanha, que começa pequenininha e vai crescendo dentro da alma de cada um é o primeiro passo.

Assim, o que são palavras vai  se transformando em gestos e um jeito novo de olhar para o problema, resolvendo de forma prática, com ações de cidadania e cultura, bem afinadas com o princípio de uma educação mais equilibrada e democrática.

Nesse ponto, tanto escola pública, quanto particular, seja de qual nível social for, precisam estar irmanadas, para que uma ajude a outra, compartilhando valores e experiências. Mas não adianta falar para os alunos abraçarem a escola, num gesto caloroso de paz. É preciso muito mais! Também não basta um concurso de redação cujo tema seja a harmonia entre os homens. É preciso muito mais!

A escola é um espaço plural e todos nós, pais, alunos, educadores, funcionários e gestores, temos muito mais a fazer e muito menos a discutir. As ações assertivas e proativas precisam tomar conta das escolas e de suas comunidades, pois o verdadeiro papel da educação é formar sujeitos sociais com ética e caráter. A cultura, as oficinas de criatividade e equilíbrio, as mostras de arte, as rodas de conversa e as palestras dinâmicas são algumas das ferramentas que podemos e vamos usar no combate ao bullying.

Afinal, acolhimento SIM, bullying NÃO é uma tarefa de todos. A redução do comportamento agressivo nas escolas é nosso dever. E não podemos ficar esperando de braços cruzados as ações dos governos. É hora de ação e determinação, pois o trabalho é árduo e a caminhada é longa. Quer saber mais, entre em contato.

(O autor, Reginaldo Tech, já foi gestor em educação, é pai, professor e um eterno aluno. Site: www.humanizabrasil.org.br. E-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br)


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03

12 2010

Bullying: conheça o que é isso e vamos realizar o acolhimento!

POLIVIDEO é a primeira empresa a apoiar “movimento de acolhimento contra o bullying”

Empresário Xico Coffani, da Polivideo

Existem empresários que são profissionais por excelência. Um deles em Bauru é o cinegrafista e fotógrafo Xico Coffani, proprietário da Polivideo Produções. A empresa é a primeira que decidiu por apoio total ao movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO… que será lançado no dia 10 de dezembro no auditório do gabinete do prefeito no Palácio das Cerejeiras, sede da Prefeitura Municipal de Bauru.

A Polivideo, que fica na Rua Virgílio Malta, 15-2, Altos da Cidade, vai fazer o filme de apresentação do movimento, bem como o filme de divulgação. Segundo Xico Coffani, “este apoio, na verdade, é uma parceria, já que a Polivideo está sempre engajada nas questões sociais e que envolvam a cidade”.

O movimento de acolhimento contra o bullying é uma iniciativa da Humaniza Brasil que tem como objetivos: motivar gestores públicos e donos de escolas acolocarem a questão do acolhimento contra o bullying como prioridade para 2011; criar ações assertivas de acolhimento, como oficinas relacionadas a cultura e qualidade de vida; e criar um movimento proativo de redução do comportamento agressivo nas escolas.

O movimento já tem o apoio da Prefeitura Municipal de Bauru, Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Ensino (seção Bauru) da Secretaria de Estado da Educação. Sindicato dos Professores de Bauru e Região e Ordem dos Advogados do Brasil (subseção Bauru). E mais apoios virão.

Quer saber mais sobre o movimento e outros projetos da Humaniza Brasil, ligue 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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30

11 2010

Humaniza Brasil lança movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO!

A Humaniza Brasil, uma organização de profissionais ligados à educação, saúde, cultura, desenvolvimento humano e qualidade de vida vai lançar no próximo dia 10 de dezembro o Movimento Acolhimento SIM, bullying NÃO, que pretende motivar gestores, administradores, donos de escolas, coordenadores, diretores para que coloquem como prioridade para o planejamento de 2011 o bullying e ações práticas para a redução do comportamento agressivo nas escolas.

Já estão apoiando este movimento a Prefeitura Municipal de Bauru, Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Ensino (seção Bauru) da Secretaria de Estado da Educação, Ordem dos Advogados do Brasil (seção Bauru) e Sindicato dos Professores de Bauru e Região. O lançamento vai acontecer no dia 10 de dezembro, às 15 horas, no auditório do Gabinete do Prefeit0, no Palácio das Cerejeiras, sede da Prefeitura Municipal.

Assista ao vídeo da campanha organizada pelo apresentador Serginho Groisman:

Empresário: apoie as iniciativas da Humaniza Brasil. O país agradece! Entre em contato: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.n

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29

11 2010

A cultura da “palmada pedagógica” é um dos alicerces do bullying

O bullying volta a ser assunto da moda na mídia. O assunto chegou a ser amplamente explorado há algum tempo atrás, mas poucas ações efetivas aconteceram como forma de prevenção ou combate. Bullying é o comportamento agressivo, verbal ou físico, de maneira repetitiva. Na escola, pode ser cometido dentro das salas de aula e nos corredores, por um ou mais alunos ou até mesmo por professores contra alunos. Caracteriza-se, principalmente, por ameaças e intimidações recorrentes. Atualmente existe a versão virtual desse tipo de ação, o cyberbullying, quando essa violência é propagada na internet. Esta violência pode ocorrer também nas imediações da escola ou em outros ambientes de prolongamento do ambiente escolar.

Muitos pesquisadores colocam como ponto de partida a educação dada em casa, que pode conter etapas de violência, como, por exemplo, a tal “palmada pedagógica”. A nosso ver, qualquer atitude que saia da condição de poder que os pais precisam ter e adentrem a situação de autoritarismo, já que a “palmada” é um tipo de violência explícita, colabora para uma possível prática do bullying . Acostumados à cultura da “palmada pedagógica”, pais e professores foram perdendo a tranquilidade e a grandeza da conversa, do diálogo.

Claro que estamos falando de uma forma geral, já que não é em toda casa e em toda escola que a intransigência de educadores ocorre. Vários outros ingredientes aparecem no contexto, como baixos salários, estímulo à violência e à sexualidade através da televisão e o excesso de “populismo” de professores e pais. Nesses casos, lutar por melhores salários através dos sindicatos; escolher melhor os programas de televisão; e refazer o percurso da autoridade e do poder são pontos básicos para mudar a situação.

Outra questão que envolve o tema bullying é o excesso de teorização. Falta atitude, sobra teoria e podemos, mais uma vez, ficar apenas no proselitismo, deixando de cometer ações assetivas e proativas para reduzir o comportamento agressivo no ambiente escolar.

Foi pensando em tudo isto que a Humaniza Brasil foi buscar o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil e de outros organismos importantes da regiao de Bauru para lançar o Movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO, que será realizado no dia 29 de novembro de 2010, na sede da OAB, na cidade de Bauru. Proximamente vamos dar detalhes do lançamento deste Movimento.

Mais informações: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.

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02

11 2010

Cultura é bom caminho para a gestão contra o bullying

A questão do bullying tem fica na pauta das discussões em escolas, nas famílias, na mídia e também nos órgão governamentais. Na semana passada, o Conselho Nacional de Justiça lançou a Cartilha sobre o bullying, que vai auxiliar a comunidade escolar brasileira a entender esse grave problema. Vários outros organismos públicos e privados tem participado dessa discussão e torna-se premente que ações assertivas sejam tomadas, saindo-se da discussão a respeito do bullying.

Percebendo esta situação, a Humaniza Brasil criou o Programa “Acolhimento SIM, bullying NÃO: redução do comportamento agressivo na escola”. A proposta desse programa da Humaniza Brasil não é apenas diagnosticar e discutir o que é o bullying, mas fomentar e executar ações proativas e assertivas, que possam contribuir profundamente com a redução do comportamento agressivo nas escolas.

A base deste trabalho está ativada em um tripé: 1. motivação de gestores através de rodas de conversa e oficinas dinâmicas e transparentes; 2. palestras motivacionais e oficinas de criação, equilíbrio e eventos culturais para professores e funcionários; e 3. atividades culturais dirigidas para alunos, pais e também para professores, funcionários e gestores.

Este programa já está pronto e é baseado nas recentes discussões sobre o bullying e as maneiras de enfrentá-lo. As oficinas são integrativas e ponderam sempre sobre o bullying. Da mesma forma, as mostras e outras atividades culturais, relacionadas a cinema, por exemplo, são motivadoras de conversas e soluções sobre o bullying.

Atuar no cerne da questão, buscando contribuir para a dinamização do trabalho dos professores e da própria escola; criar condições de avaliar e diagnosticar o bullying, convertendo os resultados em ação e propiciar uma grande roda de conversa dinâmica e transparente sobre a questão são os objetivos deste programa.

Quer saber mais? Ligue para 14-3011-7560 ou 14-8153-1885. Mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br. Estamos à disposição.

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26

10 2010

Ministra Eliana Calmon defende o combate ao bullying na prevenção da criminalidade

Todo o investimento que se fizer no combate ao bullying no país resultará, em contrapartida, na diminuição da violência e da criminalidade nas escolas. Essa é a convicção dos especialistas que participaram da abertura do seminário de lançamento do Projeto Justiça nas Escolas, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta quarta-feira (20/10). O evento, que tem a proposta de discutir o assunto, acontece durante todo o dia no auditório da Escola de Magistratura Federal (ESMAF), em Brasília.

A ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, que abriu os trabalhos, destacou a importância do seminário como uma ação efetiva do Judiciário. Segundo a corregedora, “essa nova roupagem do CNJ, que também se apresenta como solucionador de conflitos, fortalece as instituições e possibilita uma nova inserção do Conselho na aproximação, no combate e na prevenção dos problemas das crianças e adolescentes do País”.

A corregedora lembrou que o problema do bullying é de grande dimensão e “o papel do CNJ é, também, levar a todos os conhecimentos necessários para enfrentar os obstáculos que se apresentam no âmbito da sociedade”. O Conselho – segundo a ministra – “vai envidar todo esforço possível para ajudar pais e educadores a mudar essa situação que tem se registrado de forma crescente nas comunidades e nas escolas brasileiras”


Sujeitos de direito
– Já a secretária de educação básica do Ministério da Educação Maria Pilar Lacerda Almeida, afirmou que, antes da Constituição de 1988, crianças e adolescentes não eram sujeitos de Direito. No entanto, as concepções traçadas a partir da atual Carta Magna consolidaram uma nova postura nesse sentido, que levou crianças e adolescentes a serem mais ouvidos.

O juiz William D. King, do Texas (EUA), Estados Unidos, também relatou a experiência americana no combate e na prevenção do bullying. King disse que “o bullying não é produto de escola e sim, do comportamento aprendido em casa”. O tema ainda recebeu considerações do professor José Afonso Mazzon, da Universidade de São Paulo e do juiz auxiliar da presidência do CNJ, Daniel Issler (coordenador científico do seminário).

Cartilha – Uma das ações do CNJ de combate ao bullying foi marcada pelo lançamento da cartilha Bullying. O trabalho didático, produzido pelo CNJ, foi elaborado pela médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, também autora do livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas”. A médica foi uma das palestrantes do seminário, ocasião em que desenvolveu uma espécie de “cartografia” do problema, considerado por ela “um fenômeno social e ato covarde”.

Beneti Nascimento/ Hylda Cavalcanti
Agencia CNJ de Notícias

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20

10 2010