Archive for the ‘treinamento’ Category.

Humanização na saúde é a única saída – por Wilson Martins

wilson martins(Administrador de empresas, gestor de recursos humanos, 12 anos na área da saúde e 3 anos como gerente de secretaria de saúde municipal, parceiro da Humaniza Brasil)

Parece um absurdo falar em humanizar a atividade humana, no entanto, a sociedade vive tristes aspectos de selvageria. Sofre pelas graves violências cotidianas, das favelas, morros, ruas e até domésticas.

No caso de humanização da saúde temos que desenvolver um intenso trabalho no âmbito clínico/hospitalar para combater a insensibilidade, o processo de anestesiamento dos profissionais da saúde. De tanto ver gente sofrer, gemer e morrer já não mais impressiona e nem comove, tudo parece e é vivido como simples casos de rotina. Só que cada um tem sua dor, seu sofrimento, emoções e preocupações de forma individual e personalizada.

É pre ciso que o servidor público/funcionário entenda que, normalmente, não lida com pessoas comuns que estão felizes, mas sim, com pessoas que trazem atrás de si uma bagagem de sofrimentos, seja esse passageiro ou não, mas o certo é que estão sofrendo toda sorte de infelicidades, pressão, pobreza, miséria e um enorme medo e descrédito dos serviços públicos de saúde.

O funcionário/servidor público de uma policlínica, posto de saúde, clínica ou hospitais privados é conscientizado no curso de Humanização da Saúde que, toda pessoa, independentemente da sua cultura e da sua condição social, ao adoecer, ao se submeter a uma cirurgia, ao ocupar uma maca na emergência ou leito na CTI/UTI, fica profundamente fragilizada, sente insegurança, medo de sofrer e morrer. Nessas circunstâncias, mais do que nunca necessita de apoio, presença e carinho humano. É também o momento em que passa a lembrar de Deus, do qual, talvez viveu esquecida.

Muitas vezes, “Mais que de máquinas, necessitamos de humanidade. Mais do que de inteligência, necessitamos de afeição”. Charlie Chaplin. ..

Muitas dessas pessoas, além das doenças que as afligem, são pessoas excluídas do sistema, permanentemente desempregadas, passando necessidades, com baixa auto- estima, em sua grande maioria viciada em álcool, (que às vezes está cobrando o preço de viver uma vida desregrada), sem perspectivas de dias melhores, sem esperanças, apenas tem um dia a após o outro, enfim, são pessoas que não tem qualidade de vida.

As vidas dessas já são um inferno devido as péssimas condições em que vivem. Chegam ao serviço de saúde e se deparam com um quadro constante: funcionário desmotivado, baixos salários, falta de treinamento, falta de medicamentos básicos, ambulâncias, sendo que, em todo o Brasil, salvo raras exceções, a população tem péssima impressão dos funcionários dos serviços de saúde.

A falta de empenho, despreparo e vontade dos gerentes e agentes políticos fazem com que os funcionários que lidam diariamente com recepção, encaminhamentos e cuidados desses pacientes os tratem com descasos. Para as pessoas que necessitam cuidar da sua saúde acontecem péssimos tratamentos, demoras e enormes custos, com as consequências que bem conhecemos: agravamento de sua saúde, maior custo para o serviço de saúde e até óbito do paciente, simplesmente por demoras desnecessárias.

Tudo isso pode e deve ser evitado com ganhos reais para todos os atores envolvidos, seja o gestor público, funcionários/servidores e pacientes, desde que se faça constantemente treinamento, palestras, cursos de Humanização da Saúde em que os funcionários/servidores sejam chamado a “atuarem” até com a aplicação da Lei do Menor Esforço, diminuindo assim, o estresse e doenças ligadas a esse, tão comuns no servidor público, responsáveis, por faltas e afastamento da parte dos funcionários/servidores.

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Humanização na saúde vista como atendimento qualificado – por Luiz Bigarelli Junior

luizbigarellijr(pedagogo, publicitário e consultor em gestão de pessoas, área de atendimento e vendas. Foi governador da Associação Internacional de Lions Clube entre 2008 e 2009. É parceiro e colaborador da Humaniza Brasil)

No final de 2009, recebi com muito carinho um convite muito especial do Reginaldo Tech para escrever um post no blog da Humaniza Brasil. Os dias se passaram e fiquei pensando sobre a abordagem do tema direcionado para saúde, humanização, acolhimento, atendimento ou qualidade de vida.  Hoje estou tranquilo, pensando e revendo algumas coisas e localizei o tema e a abordagem.

Postei no BauruBlog o conteúdo de um panfleto que peguei em um Hotel em Ribeirão Preto, muito simples, já conhecido, prático e eficaz, porém, cada linha com uma amplitude e profundidade sem igual. Selecionei duas linhas para trabalhar brevemente aqui.

Trabalho com consultoria em gestão de pessoas, equipes de vendas e muito com marketing interno. Desta forma, nossos trabalhos se cruzam em determinadas situações, onde o Reginaldo Tech desenvolve seu trabalho de humanização na saúde.

1º Conceito selecionado:

O cliente não é uma interrupção em nosso trabalho, mas seu objetivo.

Este é o 3º dos 10 mandamentos do bom atendimento. Geralmente em qualquer lugar, mas aqui tratando, especialmente na saúde, muitas vezes nós, usuários do sistema, nos sentimos como um tropeço, sentimos em alguns lugares que estamos incomodando quem nos atende. Se olharmos a rede pública de saúde e acompanharmos um atendimento, podemos facilmente chegar a esta clara conclusão. Chamo de cliente o usuário do sistema de saúde.

Independente da natureza do cidadão, seja pobre ou rico, bonito ou feio, todos tem o direito a serem tratados não como uma interrupção no trabalho, mas como clientes do sistema público de saúde. Clientes pois, de uma forma ou de outra, acabam recolhendo seus impostos, seja de forma específica ou indiretamente como consumidores. Nós somos a razão da existência do sistema, simplesmente isso.

2º Conceito selecionado:

O cliente não é alguém com quem devemos manter duelo verbal.

Este é o 7º
mandamento do bom atendimento. Nós sabemos que, muitas vezes pela inoperância ou dificuldades operacionais do sistema público de saúde, os ânimos se exaltam. As pessoas ao buscarem determinadas soluções, crêem que o sistema tem a obrigação de resolver determinado problema, não deixa de ter razão nesta parte, mas, simplesmente é a função resolver, porém os recursos e a demanda acabam por impedir que algumas situações sejam resolvidas. Daí surge o duelo verbal.

Nestas situações sermos resilientes, pacientes, praticarmos a empatia, colocando-se no lugar do outro, estabelecermos uma conversa adulta e principalmente amiga, pode fazer muita diferença na solução deste problema. Em vez de duelar verbalmente, devemos tratar com elegância e principalmente amor cada caso difícil que nos apresenta. Isso é dar qualidade de vida ao usuário da saúde pública ou privada.

É isso, creio não ser tarefa simples trabalhar no atendimento seja de qualquer setor, público ou privado. Atender é uma arte e exige certas habilidades muito complexas. Atender um ser humano em busca de solução para seus problemas em uma situação de grandes adversidades é um grande desafio e tenham certeza de que quanto mais amigo, mais cortesia usarmos e principalmente se oferecermos um atendimento mais humano e empático, melhores resultados alcançaremos.

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Humanização na saúde é discutida no Grupo de Estudos “David Capistrano”

david o guerreiro

Quem está acostumado aos tradicionais métodos de reunião de grupos de estudos, vai achar muito diferente o Grupo que discute humanização na saúde da Humaniza Brail, batizado com o nome de um dos mais importantes médicos sanitaristas que o Brasil já teve: David Capistrano da Costa Filho. É que o funcionamento do grupo é dinâmico, como todos os trabalhos da Humaniza Brasil.

Funcionando o tempo todo, o grupo é responsável pelas publicações dos colaboradores aqui no blog e mantém com todos eles uma conversa cotidiana, objetivando a troca de experiências, tão importante no mundo colaborativo. Acreditamos que isto colabora com os extensos trabalhos de humanização na saúde que acontecem em todo o Brasil. As reuniões, inclusive com participação virtual via skype, começam a acontecer na próxima sexta-feira, dia 15 de janeiro… e o primeiro texto que o pessoal já está estudando é o excelente artigo da Dra. Eliana Ribas sobre os 10 anos de humanização na saúde no Brasil. Participe!

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Humanização na saúde precisa fazer o Homem se sentir mais humano

A Humaniza Brasil está publicando artigos de diversos colaboradores sobre humanização na saúde e qualidade de vida, mas neste sábado queremos compartilhar uma propaganda de 30 segundos que vale mais do que mil palavras. É um filme da Sony Vaio, que tematiza a tecnologia, mas abre espaço para a questão dos sentidos humanos. Assista e reflita como é importante que os projetos em humanização na saúde alcancem os sentidos humanos para terem melhores resultados. Depois, leia os artigos e conheça os projetos da Humaniza Brasil.

marketing 2010 B Entre também no blog www.reginaldotech.com.br

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Humanização na saúde e gestão estratégica

marketing 2010 B

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Você conhece a Política Nacional de Humanização?

roda de pessoas3Historicamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas,  que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002…  por  Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a  PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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2009 foi marcado por muitos trabalhos de humanização na saúde

liderança santa cruz 023Mongaguá, Guarujá, Guarulhos e Espírito Santo do Turvo… Jaú, Santa Cruz do Rio Pardo e Paracatu… Bauru, Andradina e Araçatuba. E vamos parar um pouco e respirar fundo… porque tem muitas outras cidades. As viagens foram emocionantes e o público muito talentoso. Todos querem humanização na saúde… e nós fomos “fazer acontecer”.

Os dois semestres de 2009, entremeados por duas viagens significativas para Brasília, foram bastante produtivos. Em uma das viagens para Brasília, participamos do II Seminário Nacional de Humanização e pudemos fazer contatos com várias partes do país.

2009 foi preparação para 2010… e o planejamento segue firme. Nossos propósitos? Muito mais humanização na saúde, acolhimento na educação, gestão estratégica e humanizada e qualidade de vida. Sem falar nos projetos HumanizaCast, Método OM/life e no Humaniza São Paulo.

Os lugares? Vamos continuar em São Paulo… vamos entrando em Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. E já temos caminhos certos para Espírito Santo, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul. O nordeste brasileiiro é questão de tempo. É o país com a saúde humanizada.

Entre nessa onda: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humaniza Brasil planeja 2010 com foco em humanização na saúde, acolhimento na educação e qualidade de vida

e-mail marketing 2A equipe da Humaniza Brasil começou na última segunda-feira o planejamento estratégico para 2010. Na mesa de trabalho estão a organização da agenda, com prospecção de novos trabalhos e continuidade dos trabalhos iniciados em 17 cidades ao longo de 2009.

No planejamento, organiza-se também o crescimento da Humaniza Brasil em termos de estrutura de execução de projetos e a ampliação para duas novas áreas: educação e qualidade de vida, com novos treinamentos, palestras e consultorias, inclusive com a inclusão de coaching através do Método OM/life.

As reuniões de planejamento estão acontecendo em vários âmbitos, destacando-se os trabalhos de planejamento com parceiros, clientes e equipe de trabalho. Este é um processo contínuo, já que tudo estará planejado, organizado, metrificado e agendado até o dia 22 de dezembro, data da apresentação do Projeto Humaniza Brasil 2010.

Algumas novidades já podem ser vistas aqui no blog da Humaniza Brasil. Acesse os novos links: humanização, saúde, educação, equipe 2010 e Método Om/life… e fique sabendo mais sobre as mudanças estratégicas. O trabalho da Humaniza Brasil em todas as áreas não se restringe atreinamentos e palestras, mas incluem diagnósticos, gestão estratégica e monitoramento de resultados, além de produção de eventos, guias e reorganização de organogramas e protocolos.

Se você tem interesse em saber mais ou participar dos projetos da Humaniza Brasil, entre em contato: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde começa sexta, dia 27, em Mongaguá. Prefeito Paulinho Wiazowski quer melhorar cada vez mais o atendimento.

Mongaguá, cidade do litoral paulista, recebe treinamento de humanização na saúde.A cidade de Mongaguá, que fica no litoral paulista, começa o treinamento de humanização na saúde, com projeto e trabalho da Humaniza Brasil, na próxima sexta-feira, dia 27 de novembro. O trabalho será realizado pelo professor Reginaldo Tech, coordenador de humanização na saúde da Humaniza Brasil. O extenso treinamento será realizado para todos os trabalhadores da saúde e será voltado à qualidade de atendimento e liderança.

Previsto para acontecer até o dia 5 de dezembro, o treinamento vai mexer com temas como: revitalização das relações interpessoais; comunicação integrada nas redes de saúde; uso do stress positivo; humanização e atendimento, humanização e acolhimento; e gestão estratégica e humanizada na saúde. Esse treinamento é vivencial e provoca mudanças substanciais na rotina de trabalho. A realização do treinamento é da Diretoria de Saúde de Mongaguá, comandada por Juan Mori Albornoz.

paulinho prefeito

Prefeito de Mongaguá, Paulinho Wiazowski Filho

Outras cidades, como Santa Cruz do Rio Pardo, Espírito Santo do Turvo, Agudos, Arealva, entre outras, já tiveram o treinamento de humanização na saúde da Humaniza Brasil. Em cada cidade, o treinamento se modifica, atendendo sempre as necessidades e a realidade locais. Antes de cada treinamento é feito um diagnóstico de preparação, seguido do treinamento em si, onde os profissionais de saúde, gestores e demais trabalhadores são capacitados, atendendo as orientações da Política Nacional de Humanização.

O professor Reginaldo Tech está bastante otimista com mais esse trabalho, já que o prefeito Paulinho Wiazowski Filho e seu vice, José Fernando Monteiro de Alcântara, que é médico, estão muito empenhados em melhorar, cada vez mais, o atendimento na área da saúde.

Se você quer saber mais detalhes sobre os treinamentos de humanização na saúde da Humaniza Brasil, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Agudos-SP realizou a I Semana de Humanização na Saúde. Reginaldo Tech coordenou os trabalhos.

A cidade de Agudos-SP realizou a I Semana de Humanização na Saúde, com treinamentos vivenciais coordenados pelo professor Reginaldo Tech, com trabalhos também dos professores César Ferreira Campos e Lucia Cirino de Moraes. A realização foi da Secretaria de Saúde, comandada por Altair Francisco Silva. Isto aconteceu no ano passado, quando era prefeito Carlos Octavianni. Na atual administração, do prefeito Everton Octavianni, os investimentos na saúde também são muito bons, o que estabelece uma continuidade do trabalho de humanização e acolhimento. Assista a momentos do treinamentos:

Quer saber mais sobre projetos de humanização e acolhimento, treinamentos vivenciais e consultorias? Ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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