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Brasileira, que mora em Santiago, conta sobre o terremoto no Chile

A Humaniza Brasil abre espaço para uma história muito especial, contada por uma brasileira que  viveu todos os problemas causados pelo terremoto que abalou aquele país. Assim, demonstramos nosso comprometimento com as causas humanitárias. A seguir, a carta de Raquel Gonçalves, que é escritora, nasceu na cidade de Itapuí e morou na cidade de Bauru, ambas no estado de São Paulo, e mora há 3 anos em Santiago, no Chile, pedida a ela pelo professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil:

Terremoto no Chile: as histórias perdidas

terremoto chile“Um amigo brasileiro me pediu para escrever sobre o terremoto no Chile. Confesso, esta não é uma tarefa fácil. Talvez porque os acontecimentos estão muito presentes na memória, ou porque novas informações chegam a cada instante, o ato de escrever torna-se mais difícil. Ser testemunha de algo tão destruidor como um terremoto é uma experiência muito difícil de ser compreendida; é algo que transforma a sequência linear dos acontecimentos, tudo pára, tudo recomeça a partir daquele instante.

A rotina, os compromissos agendados, a vida em si evapora-se para ceder espaço à grandeza que este fato representa – neste caso, quase três minutos de tremor e destruição que presenciamos no dia 27 de fevereiro, às 3 e 30 da manhã. Os desastres naturais – furacões, terremotos, maremotos, tsunamis, enchentes, tornados, etc, possuem este poder avassalador de transformar a nossa vida cotidiana, ao menos por um certo tempo. Quanto mais grave seus efeitos, mais tempo ocupam. Depois, tudo volta à normalidade, à rotina, porque assim é o homem, mestre da sobrevivência em tempos difíceis. Mas alguma coisa nele fica diferente.

As contingências já me fizeram testemunhar vários momentos de ira da natureza. Foram três furacões (Katrina, Wilma e Ivan) nos cinco anos que vivimos em Miami, e, agora, este terremoto chileno. Foram experiências aterradoras. Compartilhar o cenário com um furacão é participar de uma visão apocalíptica. A sensação é de que somos apenas frágeis expectadores de algo muito maior e mais forte que toda a obra humana.

Porém, sabemos quando um furacão se aproxima, nos preparamos para este espetáculo anunciado, nos trancamos em nossas casas com água e comida suficiente para sobrevivermos por vários dias, nos protegemos dentro de nossas paredes, nossa fortaleza, e esperamos, atônitos por largas horas, para que aquela força gigantesca se afaste do nosso cotidiano. Se temos sorte, a construção humana é mais forte que a fúria da natureza, e sobrevivemos.  E depois, lentamente, tudo volta ao normal. E a vida continua. O terremoto é muito diferente, ele não manda aviso, e te encontra de surpresa.

Na madrugada daquele sábado, acordei com a casa, a parede, o chão, tudo balançando muito forte. Os livros caindo da estante, os alarmes disparando. Assustada, agarrei os dois meninos nos braços e corri para o quintal, esperando passar. Foram largos minutos. No terremoto a casa deixa de ser uma fortaleza e passa a ser uma ameaça, uma armadilha. São as paredes e teto que podem te ferir ou matar. Ficamos parados, assistindo, talvez testemunhar a completa destruição da nossa casa. Nossa casa, e tudo o que havia dentro dela – uma existência singular de lembranças e cores, passou a ser  uma mistura de cimento, vidro, madeira, tecido, plástico, metal e papel, que podia ser destruída em segundos e não me importaria nada. Afinal, as únicas coisas que me importavam já estavam seguras, nos meus braços. Passado o susto, recomeçar, reconstruir a vida, voltar à rotina.

Os amigos
trocam experiências, cada um conta o que sentiu, como reagiu, como recuperou-se. Cada um tem o seu relato para compartir. Com o tempo, as informações são detalhadas. Somos informados das casas, edifícios e pontes que caíram. Somos informados do tsunami que atacou violentamente a orla quase trinta minutos depois do terremoto e centenas de pessoas morreram. As cidades destruídas precisam da ajuda do exército para proteger a população dos saques e crimes dos próprios moradores. Por todo o país são iniciadas campanhas para arrecadar alimento, roupa e dinheiro para ajudar na recuperação das famílias atingidas.

Conversar com as pessoas, assistir as entrevistas dos moradores na televisão, ler os jornais, conhecer mais e mais relatos, estas histórias compartilhadas de tristeza, medo, coragem, impotência e solidariedade, nos permitem conhecer as consequências do desastre, e aprender sobre a incrível força que cada ser humano possui. A vida continua. Porém, são os relatos ausentes, daqueles que não puderam compartilhar seus últimos momentos, o que sentiram, como agonizaram, são os que deixam o registro mais duradouro na memória da humanidade.  Colocar-se no lugar das mais de setecentas pessoas que perderam a vida, e imaginar estes relatos que nunca aconteceram, nos permitem voltar ao nosso cotidiano mais humildes e solidários. A vida continua, mas agora é mais humana que antes.

*Raquel Gonçalves é escritora e vive em Santiago há três anos.

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Humanização na saúde é necessidade, muito mais do que um conjunto de ideias políticas

e-mail marketing 2Há dez anos, a saúde pública (e porque nãodizer também privada) respira uma experssão que, cada dia mais, se torna padrão dentro de hospitais, unidades de saúde e outros ambientes afins: humanização na saúde. Estes dez anos foram marcantes para a realização de muitas experiências de humanização e acolhimento por todo o país. Tanto o poder público, quando a iniciativa privada, concretizaram muitos casos de sucesso em humanização na saúde. Isso ninguém pode negar.

O Governo Federal, nos idos de 2003, criou a Política Nacional de Humanização que, sem dúvida, veio agregar valor ao trabalho que já vinha sendo realizado. A PNH, como é conhecida, formalizou as ideias que já vinham sendo concretizadas, tornando mais orgânico e amplo o trabalho de humanização na saúde. Não há que se negar também que a Política Nacional de Humanização tornou-se um bem público, sem pais, sem donos e sem engessamento. Como bem público, a PNH apenas baliza as experiências quando delimita dispositivos, algo importante para que huamnização na saúde deixe de ser experiência isolada e passe a ser atitude orgânica dos trabalhadores, gestores e profissionais da saúde.

Como não é preciso pedir autorização para ninguém a fim de que se construa ações de humanização na saúde, os municípios vão se transformando em celeiros de ótimas experiências, que seguem princípios, mas não são engessados por ideias que possam deixar tudo no vazio burocrático. Assim, gestores, trabalhadores e profissionais da saúde de todos os cantos do Brasil vão humanizando, acolhendo e ampliando, inclusive, as propostas da Política Nacional de Humanização, que já faz 7 anos existe e, como toda ideia ou princípio, precisa sempre de atualização, já que o mundo se desenvolve rapidamente.

Essas mudanças são possíveis e necessárias, para que a humanização na saúde evolua com o mundo, com as novidades da internet e com as mudanças na gestão de pessoas e na gestão da saúde. Isso é óbvio! Quer saber mais sobre projetos de humanização na saúde, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

Blog da Humaniza Brasil

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Associação Hospitalar de Bauru: agora é hora de humanização e acolhimento! – por Reginaldo Tech

IMG_0105Tenho viajado por vários lugares, levando em minhas palestras e treinamentos o ideário da Política Nacional de Humanização. Recentemente, estive realizando trabalhos nos Hospitais Santo Amaro, no Guarujá, e Stella Maris, em Guarulhos. Ambos têm mais ou menos o porte do Hospital de Base de Bauru. Também estive trabalhando em cidades como: Paracatu-MG, Santa Cruz do Rio Pardo, Mongaguá, Espírito Santo do Turvo, Macatuba, Jaú, Tupã, Agudos e Arealva, sempre na área da saúde. A experiência tem sido válida para perceber a importância de um trabalho efetivo de gestão estratégica e humanizada na saúde.

Aqui em Bauru, recentemente, a notícia de má gestão na Associação Hospitalar abriu espaço para mudanças, que nos parecem ser profundas. Ou seja, a Polícia Federal e o Ministério Público desmontaram uma bomba relógio… e as coisas (perece) voltaram a funcionar. No dia 1º de dezembro, o Jornal da Cidade (JC) publicou matéria intitulada: “AHB visa melhoria de atendimento”, com informações importantes a respeito da reorganização porque passam o Hospital de Base e a Maternidade Santa Isabel.

Segundo a matéria do JC,
melhoria de gerenciamento, modernização, profissionalização da estrutura, novo modelo de gestão e aprimoramento profissional são algumas “palavras de ordem” dentro da nova gestão da AHB, cujo interventor, Fábio Tadeu Teixeira, precisa de todo o apoio da comunidade e dos poderes constituídos. Agora é a hora de mudanças radicais, para que trabalhadores da saúde e usuários do SUS sejam os grandes timoneiros dessas transformações.

Nesse ponto, é preciso retomar (mais uma vez) os indicativos do Ministério da Saúde, que norteiam os prestadores de serviço do Sistema Único de Saúde, o maior sistema de inclusão social do mundo, pelas boas palavras da PNH, a Política Nacional de Humanização. Se a Associação Hospitalar de Bauru está modificando bases, estratégias e protocolos, inclusive realizando mudanças nos protocolos de atendimento e não apenas nos protocolos médicos, chegou a verdadeira hora da virada. E essa virada é a humanização e o acolhimento.

Quando se fala em humanização
e acolhimento é preciso que se busque o mais profundo envolvimento do prestador (no caso, a AHB) com seus colaboradores e usuários do sistema, já que o SUS somos todos nós. É bem verdade que qualquer trabalho de humanização e acolhimento não surte efeito a curto prazo, mas as mudanças começam a aparecer logo nos primeiros dias em que se escolhe este caminho.

Além disso, é preciso entender-se humanização e acolhimento como os dispositivos apontados pela PNH, via Humaniza SUS. Ou seja, humanização não é só mudança formal, com longos cursos burocráticos e acadêmicos para que se construa um grupo de estudos que vai se reunir, discutir, rediscutir e não aplicar nada, ficando apenas na abordagem idealística do que seria (em um futuro não muito próximo) a humanização.

Humanização é concretização… e pode ser gerada através de trabalhos vivenciais, com monitoramento de resultados. Nossas experiências em instituições públicas e privada, hospitais e secretarias de saúde, distribuidoras de medicamentos e planos de saúde, sempre tratando da condução de projetos de implantação de humanização e acolhimento, nos dão a certeza de que o choque de gestão é um dos bons caminhos, com mudanças estruturais; reorganização do organograma (como está fazendo atualmente a AHB; instalação de ouvidoria realmente independente; e comunicação integrada, inclusive com a produção do guia do usuário, com linguagem simples e que atinja o cidadão.

Na prática, o que defendemos e orientamos em nossos treinamentos e nas palestras é o que a essência da política nacional de humanização prega: redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso; atendimento acolhedor e resolutivo, baseado em critérios de risco; implantação de modelo de atenção, com responsabilização e vínculo; garantia dos direitos dos usuários; valorização do trabalho na saúde; e gestão participativa nos serviços.

Estes são os princípios.
A hora é agora, já que o caminho está aberto para mudanças. Muitos podem colaborar nesse trabalho, pois existem pessoas aos montes em todos os cantos do país realizando a humanização e o acolhimento. Este é o SUS que dá certo… e que pode ser implantado em qualquer instituição de saúde, inclusive na Associação Hospitalar de Bauru. Basta ter a tal vontade política e de gestão. Em agosto, estivemos no II Seminário Nacional de Humanização, em Brasília, e tudo isso foi largamente comprovado. A cidade e a região aguardam boas notícias da AHB.

(Artigo publicado no Jornal da Cidade, de Bauru, no dia 01 de fevereiro de 2010)

marketing 2010 B

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Feliz 2010 com muito mais humanização na saúde!

cartao feliz ano novo 1

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Feliz Natal…

cartao de natal para o blog

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Mongaguá está em pleno movimento de humanização na saúde. Trabalho já tem duas semanas.

formatura lorena mongagua 163A cidade de Mongaguá, no litoral sul paulista, começou seu processo de humanização na saúde. O trabalho, que tem a coordenação do professor Reginaldo Tech, já reuniu mais de 200 colaboradores da diretoria de saúde e foi ministrado no Clube dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar. Tudo começou com um diagnóstico inicial, que serviu para compor a programação do treinamento.

O professor Tech opina que “é um projeto árduo, a médio prazo… e que serve exatamente como ponto de partida para um processo de gestão estratpegica e pode ser implantado junto com a reorganização do organograma, a produção do gia do usuário do SUS e a criação do grupo de trabalho de humanização, como vem acontecendo em todas as cidades por onde a Humaniza Brasil deixa os seus projetos de humanização e acolhimento.”

A essência é sempre a humanização, com capacitação em atendimento e liderança, tendo com enfoque o desenvolvimento humano, nesta primeira etapa. Em cidades, como Santa Cruz do Rio Pardo e Macatuba, no interior paulista, “já estamos colhendo frutos e percebendo avanços”, salienta o professor Tech.

O movimento de humanização em Mongaguá começou no dia 27 de ovembro, mas desde agosto faz-se um diagnóstico do atendimento e das relações interpessoais naquela diretoria de saúde. Todos os trabalhos realizados pela Humaniza Brasil começam com este diagnóstico e não se finalizam no treinamento, mas permanecem por mais tempo, com o monitoramento dos resultados obtidos.

Se você quer saber mais sobre a Humaniza Brasil e seus projetos em humanização na saúde, gestão estratégica e humanizada na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885, 61-8136-2384  ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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HumanizaCast sobre Gripe Suína

Ouça o primeiro podcast da Humaniza Brasil. Neste programa, o professor Reginaldo Tech recebe os convidados Luiz Roberto Relvas, que é biomédico; Kláudio Cóffani, que é ambientalista; e Heloísa Lombardi, enfermeira e diretora do Centro de Saúde Coletiva de Bauru. Participa também do Humanizacast, o empresário de mídias digitais, Paulo Milreu.

A discussão nesse bate papo, que é um verdadeiro café de conversa, é sobre a gripe suína, com dicas e informações úteis aos internautas. O bate papo é descontraído e informal, com a participação de internautas através das várias redes sociais existentes. A experiência foi tão boa, que a Humaniza Brasil resolveu tornar o Humanizacast um produto que vai acontecer todos os meses.

Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.  A Humaniza Brasil também está no Twitter: www. twitter.com/humanizabrasil.

Clique abaixo e ouça o Humanizacast sobre a gripe suína.

 
icon for podpress  HumanizaCast sobre Gripe Suina: Play Now | Play in Popup | Download (139)
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Seminário de Humanização em Brasília: sucesso total!

No dia 5 de agosto último publicamos um post a respeito do II Seminário Nacional de Humanização. Como alguns pontos equivocados estavam no post, a direção da Humaniza Brasil resolveu retirar aquele post do ar e publicar este, restabelecendo informações. Este é o processo democrático e resolutivo, já que não podemos deixar inverdades navegando na rede.

O Seminário, como este blog noticiou desde o mês de maio até esta semana, aconteceu de 5 a 7 de agosto; mas naquele post do dia 5 de agosto, noticiamos que o Seminário iria até o dia 8, o ue não era verdade. Como bem frisou o coordenador da Política Nacional de Humanização, Dário Frederico Pasche, houve apenas um Seminário, ao contrário do que o post afirmou (O Seminário que dá certo e o cheio de problemas).

Talvez pelo stress de ficarmos cerca de 10 horas esperando por vaga no hotel no dia 4 e mais um pouco de stress por ficarmos no hotel das 8h30 às 11h45 sem condução para o local do evento, ao escrevermos aquele post nosso olhar foi crítico e severo demais. Pedimos desculpas aos organizadores, que, a bem da verdade, não mediram esforços para resolver todos os problemas, já que vários se originaram em situações que fugiram à responsabilidade do Ministério da Saúde e da empresa que colaborou na organização. Mas sempre existe o lado bom das coisas: durante toda essa espera, ganhamos amigos de todas as partes do país.

Sobre os paineis para exposição de pôster, o problema foi a quantidade de experiências que foram levadas a Brasília, talvez maior do que se esperava… porém, este é o ponto positivo, já que é muito melhor excesso de boas experiências do que a falta delas. Isto significa também a importância da política de humanização, do HumanizaSUS e do próprio Seminário.

A verdade é que, a partir do dia 5 de agosto, com o início do II Seminário Nacional de Humanização, tanto o Ministério da Saúde, quanto a empresa que prestava serviços no local do evento, eram um show de competência, humanização e acolhimento. Este post é de responsabilidade da Humaniza Brasil e quer tirar qualquer dúvida a respeito da nossa posição diante da política nacional de humanização. Afinal, qual é a nossa?

Simples! Colaboar (as mais de 3 mil visitas assíduas ao nosso blog tem à disposição o conteúdo positivo sobre a humanização na saúde); divulgar as iniciativas do SUS (desde o início deste blog, foram mais de 40 posts mostrando o lado positivo do trabalho do Ministério da Saúde); e ajudar com os nossos projetos, que já atenderam mais de 20 cidades do interior de São Paulo e agora começa a entrar nos estados do Paraná e Minas Gerais.

Conheça mais sobre os nossos projetos. Ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Próximo post: “Como o telefone 61-8136-2384, da Humaniza Brasil, ajudou a organização do II Seminário de Humanização. Veja abaixo momentos importantes do Seminário. Entre na comunidade dos participantes do Seminário no Orkut: Eu fui ao “Seminário de Humanização em Brasília”



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Começa o Seminário de Humanização em Brasília

Após um dia intesndo de problemas na organização, começa oficialmente hoje, 5 de agosto, o II Seminário Nacional de Humanização em Brasília. Pelas palavras de participantes vindos de toda parte do país, a organização do evento de humanização não foi ágil na resolução dos problemas, mas fez um acolhimento pessoal bom. Em um evento de humanização esperava-se mais.

Apesar disso
(e resolvidos os problemas) começa bem o Seminário, com os participantes sendo bem recebidos e iniciando os trabalhos de exposição de projetos, pôster e rodas de trocas de experiências. São inúmeras experiências que são trazidas de todos os lugares, e que podem ser copiadas integralmente. Na ideia desses militantes do SUS, o propósito é conhecer mais e fazer nas suas localidades aquilo que está dando certo em outros lugares.

A Humaniza Brasil está presente e já faz contatos com gestores dos estados de Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e também de São Paulo, onde fica a sede nacinaonal da Humaniza Brasil. Segundo o professor Reginaldo Tech, que está em Brasília acompanhando o Seminário, “este é o grande momento dos treinamentos vivenciais da Humaniza Brasil e vale à pena compartilhar esta experiência”.

Entre em contato com a Humaniza Brasil através dos telefones: 14-8153-1885 e durante o Seminário 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br

seminario-humanizacao

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Já estamos em Brasília para o II Seminário Nacional de Humanização, que começa com problemas de organização.

Com o tema: “Trocando experiências. Aprimorando o SUS”, começa hoje, 4 de agosto, o II Seminário de Humanização, promovido pelo Ministério da Saúde. As delegações de todos os estados do Brasil já chegaram, mas encontraram um primeiro problema: cerca de 60 pessoas aguardam lugar em algum hotel da cidade. A organização do evento começou falhando neste sentido, pois ainda não resolveu este grave problema.

brasilia2Como é um seminário de humanização, não faltaram piadas como “está faltando humanização e acolhimento no Seminário de Humanização” ou “é melhor procurar a central de vagas”. Participantes de São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul ainda aguardam notícias da organização do evento.

Mesmo com esse grave problema, o Seminário já está começando no Pavilhão Parque da Cidade. Um dos ponto de discussão será o Humaniza SUS, que está vinculado à Secretaria de Atenção à Saúde e desde 2003 propõe mudanças para qualificar a atenção e gestão em saúde pública no Brasil, atuando em todas as políticas do SUS. A redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso, o atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco, a garantia dos direitos dos usuários, a valorização do trabalho na saúde e a gestão participativa nos serviços são parte dos resultados buscados pela Política de Humanização.

A Humaniza Brasil está participando do Seminário em Brasília e irá apresentar o projeto: Saúde Humanizada. O telefone da Humaniza Brasil no Seminário é 61-8136-2384. Mas você pode também mandar e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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