Archive for the ‘saúde’ Category.

Saúde pública é discutida em podcast da Humaniza Brasil com o médico Fernando Monti

Assista ao HumanizaCast, o podcast da Humaniza Brasil, que discutiu a saúde pública, com participação do médico Fernando Monti, secretário da saúde de Bauru, Rafael Ribeiro, presidente do Departamento de Água e Esgoto, Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil e Paulo Milreu, da SmartIS Agência Digital.

Chat Google Talk: humanizabrasil@gmail.com Skype: techhumaniza MSN: rajeshvaom@hotmail.com
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Não ao ato médico – por Pedro Edgar

MS Carimbo Ato MédicoO Projeto de Lei do Ato Médico, discutido no Senado, se aprovado, além de violentar os direitos de 3 milhões de profissionais da saúde, coloca em risco a saúde da população ao delegar aos médicos o exercício de atos privativos para os quais eles não possuem treinamento. Em sua essência, o Ato Médico regulamenta as atribuições destes profissionais. No entanto, reserva algumas práticas exclusivamente para os formados em Medicina e torna demais profissionais da Saúde subordinados às decisões daquela categoria. Isso significa que os pacientes teriam que primeiro obter um diagnóstico nosológico e a respectiva “prescrição terapêutica”, emitida por um médico, para só depois terem o atendimento por outro profissional da saúde especializado. O fato acaba com o direito da população de ter livre acesso aos serviços de saúde. Na prática, o projeto transforma os demais profissionais em técnicos dos médicos.

Este projeto é no mínimo corporativista e tem como objetivo fazer reserva de mercado para garantir a grande demanda de profissionais na área de medicina. Apresenta-se com uma visão conservadora, autoritária, ultrapassada e privatista das ações em saúde. Tem como referência o velho modelo de saúde centrado no atendimento clínico, individual, medicamentoso e hospitalocêntrico. A compreensão e concepção de saúde que se firmou a partir da realização da 8ª Conferência de Saúde vêm sendo corroborada em todos os espaços institucionais e profissionais, abrangendo a saúde não como um sintoma da doença, mas a saúde na sua amplitude preventiva e social. A relação “saúde/doença” passa a ser caracterizada como decorrente das condições de vida e de trabalho e da necessidade de acesso igualitário de todos os serviços que objetivem a promoção, proteção e recuperação da saúde.

Ao fundamentar a proposta e a adequação da emenda constitucional nº 34, de 2001, a Comissão Especial, destinada a proferir parecer sobre a proposta, considera que “tornou-se anacrônica a concepção autoritária que via o médico como o único agente promotor de saú-de. A moderna perspectiva do Movimento da Reforma Sanitária considera que para se promover a melhoria quantitativa e qualitativa do sistema de saúde é indispensável o concurso de todos os profissionais da saúde, como médicos, bioquímicos, cirurgiões dentistas, assistentes sociais, biólogos, enfermeiros, engenheiros, sanitaristas, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e psicólogos e outros. Essa compreensão traduz o conceito de saúde, que é contemplado e recepcionado por todas as correntes teóricas que hoje estudam e atuam nesta área. Esses conceitos devem ser muito criteriosos para que os políticos passem a se posicionar favoráveis ou contrários, uma vez que demostra seu verdadeiro interesse pelo bem da coletividade, no caso os usuários do sistema de saúde, ou interesses de uma determinada categoria, bem como demostram seu real conhecimento da política atual de saúde do país que é gestada no SUS e todos os seus princípios. Me parece que os posicionamentos são contraditórios até entre a própria categoria médica. Já li vários posicionamentos contrários ao projeto . Senhores políticos: pensem e estudem melhor para não serem pegos de surpresa nas próximas eleições. www.atomediconao.com.br.

(Artigo publicado no Jornal da Cidade, de Bauru, no dia 01 de março de 2010, página 2, Opinião. Pedro Edgar é defensor do SUS – Sistema Único de Saúde)

Blog da Humaniza Brasil

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Araçatuba começa movimento de humanização na saúde na Unesp nesta quinta-feira

bexigasA Unesp, mais precisamente o Centro de Atendimento Odontológico a Pessoas Portadoras de Deficiência (CAOE), vai puxar o fio… e a cidade de Araçatuba vai se incluir nessa: quinta-feira, dia 18, começa o Movimento de Humanização na Saúde, com a palestra “A arte da humanização na saúde”, seguida de um treinamento de dois dias para todos os servidores do Centro odontológico da Unesp.

Quando falamos em Movimento, isto significa dizer que o propósito não deve ficar apenas na Unesp, mas ultrapassar os muros e seguir para a cidade. Inicialmente eram 40 pessoas inscritas, porém, vão participar cerca de 15o pessoas, 80 das quais da secretaria de saúde da Prefeitura Municipal de Araçatuba.

O professor Reginaldo Tech, que esteve até a semana passada dando treinamento aos servidores da saúde da Prefeitura Municipal de Arandu, diz que este movimento de humanização na saúde vem crescendo cada dia mais, independente das propostas oficiais, já que “a política nacional de humanização acabou virando um patrimônio do povo brasileiro e em todos os lugares os gestores querem realizar algum trabalho”.

Para a psicóloga Lucia Cirino de Moraes, que trabalha com projetos da Humaniza Brasil, este interesse e os movimentos que vão acontecendo em toda parte, revelam que a humanização na saúde é maior que todos nós, é maior que o Estado e está cada vez mais presente nas unidades de saúde de todos os lugares.

A palestra e o treinamento na Unesp de Araçatuba é apenas o início de um longo trabalho de humanização para usuários e trabalhadores da saúde. Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização do atendimento odontológico a pacientes portadores de deficiência vai acontecer na Unesp de Araçatuba

unesp araçatubaA Faculdade de Odontologia da Unesp, campus de Araçatuba, vai oferecer nos próximos dias 18 e 19 de fevereiro um treinamento para humanizar o atendimento para as pessoas com deficiência. O treinamento vai ser dado pela  Humaniza Brasil. O curso vai ser oferecido aos 40 profissionais do Centro de Assistência Odontológica à Pessoa com Deficiência (Caoe), ou “Centrinho”, como é popularmente conhecido.

O curso conjuga teoria e prática para promover um atendimento ainda mais atencioso, aperfeiçoando o serviço oferecido pelo Caoe desde 1984. O “Centrinho” foi pioneiro no País ao dar atendimento odontológico às pessoas com diversos tipos de deficiência mental. Em 1991, teve seu trabalho reconhecido pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Atualmente, a unidade tem mais de 9 mil pacientes cadastrados, provenientes de diversos estados brasileiros e de países como Bolívia, Peru e Portugal.

O treinamento
segue as diretrizes da Política Nacional de Humanização, do Ministério da Saúde. Essa política existe desde 2003 para qualificar o atendimento por meio de trocas solidárias entre gestores, funcionários e usuários do Sistema Público de Saúde (SUS).

Segundo a organizadora do curso e agente administrativa do Caoe, Maria Cristina Storti Rasteiro, nem todo profissional de odontologia está preparado para tratar esse tipo de paciente.  “A pessoa com deficiência, muitas vezes, apresenta complicações no organismo que podem dificultar o atendimento, como problemas pulmonares e cardíacos ou impossibilidade de tomar certos medicamentos”, explica.

Por isso, o trabalho deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar que possa dar o suporte necessário ao cirurgião-dentista. Trabalham no “Centrinho” profissionais de diferentes áreas como dentistas, médicos, assistente social, psicóloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, auxiliares de odontologia e funcionários da área administrativa e da recepção. Além dos atendimentos prestados, a equipe também mantém intercâmbio cultural e científico com instituições nacionais e internacionais.

“Quando o centrinho
foi criado, alguns pacientes chegavam aqui com problemas bucais agravados pela demora no atendimento, comprometendo a saúde como um todo”, diz Maria Cristina. Isso acontecia porque os dentistas não conseguiam atendê-los e os familiares não sabiam a quem recorrer. Hoje, o centro realiza não apenas procedimentos de emergência, mas também o acompanhamento periódico dos pacientes.

Blog da Humaniza Brasil

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Humanização na saúde vista como atendimento qualificado – por Luiz Bigarelli Junior

luizbigarellijr(pedagogo, publicitário e consultor em gestão de pessoas, área de atendimento e vendas. Foi governador da Associação Internacional de Lions Clube entre 2008 e 2009. É parceiro e colaborador da Humaniza Brasil)

No final de 2009, recebi com muito carinho um convite muito especial do Reginaldo Tech para escrever um post no blog da Humaniza Brasil. Os dias se passaram e fiquei pensando sobre a abordagem do tema direcionado para saúde, humanização, acolhimento, atendimento ou qualidade de vida.  Hoje estou tranquilo, pensando e revendo algumas coisas e localizei o tema e a abordagem.

Postei no BauruBlog o conteúdo de um panfleto que peguei em um Hotel em Ribeirão Preto, muito simples, já conhecido, prático e eficaz, porém, cada linha com uma amplitude e profundidade sem igual. Selecionei duas linhas para trabalhar brevemente aqui.

Trabalho com consultoria em gestão de pessoas, equipes de vendas e muito com marketing interno. Desta forma, nossos trabalhos se cruzam em determinadas situações, onde o Reginaldo Tech desenvolve seu trabalho de humanização na saúde.

1º Conceito selecionado:

O cliente não é uma interrupção em nosso trabalho, mas seu objetivo.

Este é o 3º dos 10 mandamentos do bom atendimento. Geralmente em qualquer lugar, mas aqui tratando, especialmente na saúde, muitas vezes nós, usuários do sistema, nos sentimos como um tropeço, sentimos em alguns lugares que estamos incomodando quem nos atende. Se olharmos a rede pública de saúde e acompanharmos um atendimento, podemos facilmente chegar a esta clara conclusão. Chamo de cliente o usuário do sistema de saúde.

Independente da natureza do cidadão, seja pobre ou rico, bonito ou feio, todos tem o direito a serem tratados não como uma interrupção no trabalho, mas como clientes do sistema público de saúde. Clientes pois, de uma forma ou de outra, acabam recolhendo seus impostos, seja de forma específica ou indiretamente como consumidores. Nós somos a razão da existência do sistema, simplesmente isso.

2º Conceito selecionado:

O cliente não é alguém com quem devemos manter duelo verbal.

Este é o 7º
mandamento do bom atendimento. Nós sabemos que, muitas vezes pela inoperância ou dificuldades operacionais do sistema público de saúde, os ânimos se exaltam. As pessoas ao buscarem determinadas soluções, crêem que o sistema tem a obrigação de resolver determinado problema, não deixa de ter razão nesta parte, mas, simplesmente é a função resolver, porém os recursos e a demanda acabam por impedir que algumas situações sejam resolvidas. Daí surge o duelo verbal.

Nestas situações sermos resilientes, pacientes, praticarmos a empatia, colocando-se no lugar do outro, estabelecermos uma conversa adulta e principalmente amiga, pode fazer muita diferença na solução deste problema. Em vez de duelar verbalmente, devemos tratar com elegância e principalmente amor cada caso difícil que nos apresenta. Isso é dar qualidade de vida ao usuário da saúde pública ou privada.

É isso, creio não ser tarefa simples trabalhar no atendimento seja de qualquer setor, público ou privado. Atender é uma arte e exige certas habilidades muito complexas. Atender um ser humano em busca de solução para seus problemas em uma situação de grandes adversidades é um grande desafio e tenham certeza de que quanto mais amigo, mais cortesia usarmos e principalmente se oferecermos um atendimento mais humano e empático, melhores resultados alcançaremos.

Blog da Humaniza Brasil

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Humanizar a saúde para envelhcer bem – por Joana Carolina Paro

Joana Blog2

(psicóloga transpessoal e poeta, tem o blog Elogio à vida. Especializada em biopsicologia pelo Instituto Visão Futuro; em violência doméstica pela USP; em psicologia transpessoal pelo Instituto Humanizatis de Campinas. Proprietária da Ânima Núcleo de Desenvolvimento. Mora em Penápolis e participa dos projetos da Humaniza Brasil)

A gente nunca pensa em envelhecer enquanto é jovem. A gente sempre acha que ainda é jovem para pensar em envelhecer. Temos medo… Pavor… Horror só em pensar ! Alguns, não todos, claro! Conheço inúmeras pessoas que envelhecem magnificamente, aceitando e superando as limitações de seu tempo. Pessoas que vão pelo caminho sempre revendo conceitos e valores, tornando-se menos preconceituosas, menos moralistas, mais flexíveis, que seguem transformando todo o conhecimento de uma vida em sabedoria de viver em equilíbrio consigo mesmas, com os outros e com o universo. Sem julgamentos. Amorosamente acolhendo as imperfeições humanas e proporcionando harmonia ao mundo.

Diz um ditado que morremos como vivemos. Então, temos que nos ocupar de como estamos vivendo e não nos pré-ocupar de como ou quando morreremos. É isso que faz a diferença, saber que fazemos nossas escolhas.
A expectativa de vida aumentou e o mercado está transbordando de ofertas de como não envelhecer, ou melhor, não desenvolver as doenças da velhice.

Estamos cansados de saber sobre a necessidade de dieta equilibrada, exercícios físicos, interesses diversificados para manter os neurônios em atividade, amigos verdadeiros, família solidária, algum lazer, se possível um amor sensual sem conflitos, isso para manter a qualidade de vida na velhice. Tudo isso dá um imenso trabalho! Cuidados constantes, diários, rotineiros, durante a jornada inteirinha.

Envelhecer com juventude é um grande lance! Acredito que isso é possível e, para mim, significa envelhecer com alegria e entusiasmo pela vida. É estar aberto às novas formas de cultura renovada pelas gerações. Experimentar tudo que a vida oferece dentro das suas condições, conhecer seus limites e fazer deles cercas vivas cultivadas com primaveras num belo jardim.

Significa adquirir o direito de fazer arte sem preocupar-se com o sucesso e as críticas, pelo simples prazer de ver as horas passarem descobrindo seus próprios traços, suas cores, sua poética de expressão na vida. Ir ao encontro do EU maior que nos habita…

Envelhecer com juventude é cultivar o amor incondicional a serviço do outro como instrumento de transformação do mundo. Ensinar as crianças e os jovens o valor de servir com amor a toda a humanidade. Ser revolucionário na sua linguagem de paz.

Envelhecer com juventude é transcender as aparências e as limitações e penetrar na alma da vida, no seu verdadeiro sentido, nas esferas mais sutis da consciência do eterno mistério da existência. Ter juventude é caminhar como quem dança, sonhar como criança e amar, amar e amar… e isto tudo é humanizar a nossa saúde!

marketing 2010 B

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Você conhece a Política Nacional de Humanização?

roda de pessoas3Historicamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas,  que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002…  por  Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a  PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde é aprimoramento do atendimento e da gestão. A história e a prática mostram isso!

3353139667_60c1e5b49e2010: o ano da gestão na saúde. Talvez seja essa a vertente que definirá a continuidade de um processo que dura décadas. Desde os primeiros passos do atendimento público na saúde… até a criação do Sistema Único de Saúde, passando pelos vários momentos de aprimoramento de todo o trabalho, temos entremeado a tudo isso a ideia de humanização. E quando se fala em humanização, aparece uma grande dúvida: afinal, o que é a humanização na saúde?

A resposta vem de imediato, quando se conduz a reflexão para uma visão simplista: é atender bem o paciente. O erro começa exatamente aí, quando se coloca apenas o atendimento ao paciente como o ponto fundamental. Claro que o paciente, chamado depois de usuário… e, agora, de cliente, deve ser bem atendido. Mas não é apenas isso. O novelo é um pouco mais extenso.

Nos anos 90, o Ministério da Saúde realizou pesquisa que trouxe à tona um desejo premente do usuário do SUS. Este usuário desejava ser ouvido, compreendido e acolhido. Surgiu, então a necessidade de reestruturação do sistema. Em 2000 apareceu a assistência humanizada nos hospitais, que abriu espaço para a criação, em 2003, da Política Nacional de Humanização, com a instalação do Humaniza SUS.

handsA partir daí, com a ampliação dos conceitos de humanização, através, principalmente, da militância de trabalhadores e gestores da saúde, a humanização passou a ser entendida como algo mais amplo do que “atendimento”. A produção de saúde, com a promoção de avanços na organização e no funcionamento do sistema, passou a ser eixo fundamental da discussão.

Em 2007, pesquisa em São Paulo demonstrou que as práticas de humanização que vinham ocorrendo eram reconhecidas como o caminho certo para a melhoria dos serviços.  E essa discussão vai longe… e nós vamos parar por aqui. Daqui a pouco mais um post, pois quero falar sobre precária interação das equipes; mudança de paradigmas; transformação dos grupos em equipes; atendimento da pessoa e não da doença que a pessoa tem; e da criação de espaços de diálogos. Tudo isso a partir de uma Gestão Estratégica e Humanizada na Saúde, projeto da Humaniza Brasil, que já está em pleno funcionamento em diversos municípios do país.

Entre nessa onda: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

* A primeira foto foi publicada originalmente no site: http://redehumanizasus.net/node/5121

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Humanização na saúde é o foco do Hospital Stella Maris de Guarulhos. Movimento começou com formação de grupo de trabalho e palestra de Reginaldo Tech

formatura lorena mongagua 141O professor Reginaldo Tech ministrou a palestra “A arte da humanização na saúde” no Hospital Stella Maris, de Guarulhos. O convite para a palestra foi feito pelo Grupo de Trabalho de Humanização, recém instalado no Hospital. A ideia, segundo membros do Grupo é disseminar a cultura de humanização e acolhimento no hospital, incluindo-se trabalhos para os públicos interno e externo.

Na palestra, o professor Tech abordou os principais dispositivos da política nacional de humanização de uma maneira simples, direta e vivencial, sem muito burocracia e estatísticas. O propósito desse trabalho da Humaniza Brasil, desenvolvido pelo prefessor Reginaldo Tech, é motivar colaboradores e gestores para práticas de produção de saúde e a revitalização das relações interpessoais.

O trabalho aconteceu na última quinta-feira, dia 3, e o Grupo de Trabalho de Humanização do Hospital Stella Maris já tem marcada a I Semana de Humanização na saúde para o mês de fevereiro de 2010. Mais informações sobre os projetos de Gestão Estratégica e Humanizada na Saúde você pode obeter pelo telefone: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.

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Banco de saúde é portal com informações sobre saúde e qualidade de vida

Já está no ar a primeira rede social de saúde do Brasil: Banco de Saúde. A Humaniza Brasil criou a comunidade “Humanização na saúde”. Entre, participe e siga no twitter o Banco de Saúde.


Ligue para a Humaniza Brasil:
14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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