Archive for the ‘saúde humanizada’ Category.

Araçatuba começa movimento de humanização na saúde na Unesp nesta quinta-feira

bexigasA Unesp, mais precisamente o Centro de Atendimento Odontológico a Pessoas Portadoras de Deficiência (CAOE), vai puxar o fio… e a cidade de Araçatuba vai se incluir nessa: quinta-feira, dia 18, começa o Movimento de Humanização na Saúde, com a palestra “A arte da humanização na saúde”, seguida de um treinamento de dois dias para todos os servidores do Centro odontológico da Unesp.

Quando falamos em Movimento, isto significa dizer que o propósito não deve ficar apenas na Unesp, mas ultrapassar os muros e seguir para a cidade. Inicialmente eram 40 pessoas inscritas, porém, vão participar cerca de 15o pessoas, 80 das quais da secretaria de saúde da Prefeitura Municipal de Araçatuba.

O professor Reginaldo Tech, que esteve até a semana passada dando treinamento aos servidores da saúde da Prefeitura Municipal de Arandu, diz que este movimento de humanização na saúde vem crescendo cada dia mais, independente das propostas oficiais, já que “a política nacional de humanização acabou virando um patrimônio do povo brasileiro e em todos os lugares os gestores querem realizar algum trabalho”.

Para a psicóloga Lucia Cirino de Moraes, que trabalha com projetos da Humaniza Brasil, este interesse e os movimentos que vão acontecendo em toda parte, revelam que a humanização na saúde é maior que todos nós, é maior que o Estado e está cada vez mais presente nas unidades de saúde de todos os lugares.

A palestra e o treinamento na Unesp de Araçatuba é apenas o início de um longo trabalho de humanização para usuários e trabalhadores da saúde. Quer saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail para contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde: rodando a roda… contrareferenciando para a rede – por Sônia Cardoso Moreira Garcia

SONIAA(Psicóloga Clinica e Hospitalar, trabalha no Hospital Municipal da itatiaia/RJ e no Hospital de Emergência de Resende/RJ. É militante da humanização e do acolhimento; e colaboradora da Humaniza Brasil)

Ouvir o desejo do outro não é, necessariamente, atendê-lo. Mas incluí-lo através da nossa escuta e dos limites.

Conhecendo a Rede, pensando nas possibilidades de pactuação de encaminhamentos, elaboramos o Projeto Piloto de Sistema de Contra Referência na Porta de Entrada do Hospital Municipal Henrique Sérgio Grégori: Este é um novo Protocolo que dá continuidade ao do Acolhimento com Classificação de Risco, validando-o ainda mais. Este segundo, classifica os usuários de acordo com seu grau de adoecimento, agudo ou crônico, e sua complexidade. Desta forma há usuários que são classificados em nível baixo de complexidade, em cor azul, com demanda de ambulatório, de consulta sem urgência ou emergência.

Estes usuários são os que podem ser contra referenciados para suas unidades de origem, seus PSFs.
Digo podem, pois a eles é dado o direito de não aceitarem a contra referência e esperarem ou não, pelo tempo previsto pelo Ministério da Saúde para atendimento de usuários de ficha azul, ou seja, entre 4 ou 5 horas podendo variar para mais ou para menos.

O Sistema de Contra Referência é um  modo de organização dos serviços configurados em redes sustentadas por critérios, fluxos e mecanismos de pactuação de funcionamento, para assegurar a atenção integral aos usuários. Na compreensão de rede, deve-se reafirmar a perspectiva de seu desenho lógico, que prevê a hierarquização dos níveis de complexidade, viabilizando encaminhamentos resolutivos (dentre os diferentes equipamentos de saúde), porém reforçando a sua concepção central de fomentar e assegurar vínculos em diferentes dimensões: intra-equipes de saúde, inter-equipes/serviços, entre trabalhadores e gestores, e entre usuários e serviços/equipes.

Este Sistema garante a adscrição do usuário nos PSFs e a efetivação de vínculos entre as partes envolvidas. Para o sucesso deste Sistema é necessário que a Rede e os Gestores estejamos afinados e isso, nós estamos. Aos poucos estamos mudando uma cultura onde a população busca a emergência e a urgência médica sem demanda para tal, promovendo um enorme gargalo dos atendimentos de emergência, na emergência médica.

Ao usuário, após passar pela classificação de risco, é designada uma cor. Se for a azul ele será chamado pelo médico que o avaliará e solicitará à equipe de acolhimento a contra referência. A contra referência é feita formalmente, com encaminhamento  próprio e com resumo mínimo do caso para ser apresentado na Unidade de origem do usuário. Este usuário é atendido de acordo com a disponibilidade da agenda da Unidade, para que esse encaminhamento não se transforme em um privilégio de atendimento na Rede Básica. Em caso de necessidade de medicação para alívio dos sintomas e/ou outros procedimentos sugeridos pelo médico, eles são realizados e só depois o usuário é contra referenciado.

As equipes médicas do Hospital estão empenhadas na promoção saudável da contra referência, entendendo que os gestores estão imbuídos do desejo de fazer o que há de melhor pela população. Aderiram com profissionalismo e seriedade aos nossos esforços. vencemos as habituais resistências  por conta da seriedade com que trabalhamos. Com grande parceria estamos juntos, oferecendo um serviço em saúde,  humanizado e de qualidade.

* A Humaniza Brasil está feliz por ter como uma de suas colaboradoras a psicóloga Sonia, que tem sido militante da humanização na saúde com humildade e perseverança. Parabéns!

Blog da Humaniza Brasil

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Seminário de Humanização em Brasília: sucesso total!

No dia 5 de agosto último publicamos um post a respeito do II Seminário Nacional de Humanização. Como alguns pontos equivocados estavam no post, a direção da Humaniza Brasil resolveu retirar aquele post do ar e publicar este, restabelecendo informações. Este é o processo democrático e resolutivo, já que não podemos deixar inverdades navegando na rede.

O Seminário, como este blog noticiou desde o mês de maio até esta semana, aconteceu de 5 a 7 de agosto; mas naquele post do dia 5 de agosto, noticiamos que o Seminário iria até o dia 8, o ue não era verdade. Como bem frisou o coordenador da Política Nacional de Humanização, Dário Frederico Pasche, houve apenas um Seminário, ao contrário do que o post afirmou (O Seminário que dá certo e o cheio de problemas).

Talvez pelo stress de ficarmos cerca de 10 horas esperando por vaga no hotel no dia 4 e mais um pouco de stress por ficarmos no hotel das 8h30 às 11h45 sem condução para o local do evento, ao escrevermos aquele post nosso olhar foi crítico e severo demais. Pedimos desculpas aos organizadores, que, a bem da verdade, não mediram esforços para resolver todos os problemas, já que vários se originaram em situações que fugiram à responsabilidade do Ministério da Saúde e da empresa que colaborou na organização. Mas sempre existe o lado bom das coisas: durante toda essa espera, ganhamos amigos de todas as partes do país.

Sobre os paineis para exposição de pôster, o problema foi a quantidade de experiências que foram levadas a Brasília, talvez maior do que se esperava… porém, este é o ponto positivo, já que é muito melhor excesso de boas experiências do que a falta delas. Isto significa também a importância da política de humanização, do HumanizaSUS e do próprio Seminário.

A verdade é que, a partir do dia 5 de agosto, com o início do II Seminário Nacional de Humanização, tanto o Ministério da Saúde, quanto a empresa que prestava serviços no local do evento, eram um show de competência, humanização e acolhimento. Este post é de responsabilidade da Humaniza Brasil e quer tirar qualquer dúvida a respeito da nossa posição diante da política nacional de humanização. Afinal, qual é a nossa?

Simples! Colaboar (as mais de 3 mil visitas assíduas ao nosso blog tem à disposição o conteúdo positivo sobre a humanização na saúde); divulgar as iniciativas do SUS (desde o início deste blog, foram mais de 40 posts mostrando o lado positivo do trabalho do Ministério da Saúde); e ajudar com os nossos projetos, que já atenderam mais de 20 cidades do interior de São Paulo e agora começa a entrar nos estados do Paraná e Minas Gerais.

Conheça mais sobre os nossos projetos. Ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br. Próximo post: “Como o telefone 61-8136-2384, da Humaniza Brasil, ajudou a organização do II Seminário de Humanização. Veja abaixo momentos importantes do Seminário. Entre na comunidade dos participantes do Seminário no Orkut: Eu fui ao “Seminário de Humanização em Brasília”



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Começa o Seminário de Humanização em Brasília

Após um dia intesndo de problemas na organização, começa oficialmente hoje, 5 de agosto, o II Seminário Nacional de Humanização em Brasília. Pelas palavras de participantes vindos de toda parte do país, a organização do evento de humanização não foi ágil na resolução dos problemas, mas fez um acolhimento pessoal bom. Em um evento de humanização esperava-se mais.

Apesar disso
(e resolvidos os problemas) começa bem o Seminário, com os participantes sendo bem recebidos e iniciando os trabalhos de exposição de projetos, pôster e rodas de trocas de experiências. São inúmeras experiências que são trazidas de todos os lugares, e que podem ser copiadas integralmente. Na ideia desses militantes do SUS, o propósito é conhecer mais e fazer nas suas localidades aquilo que está dando certo em outros lugares.

A Humaniza Brasil está presente e já faz contatos com gestores dos estados de Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e também de São Paulo, onde fica a sede nacinaonal da Humaniza Brasil. Segundo o professor Reginaldo Tech, que está em Brasília acompanhando o Seminário, “este é o grande momento dos treinamentos vivenciais da Humaniza Brasil e vale à pena compartilhar esta experiência”.

Entre em contato com a Humaniza Brasil através dos telefones: 14-8153-1885 e durante o Seminário 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br

seminario-humanizacao

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Já estamos em Brasília para o II Seminário Nacional de Humanização, que começa com problemas de organização.

Com o tema: “Trocando experiências. Aprimorando o SUS”, começa hoje, 4 de agosto, o II Seminário de Humanização, promovido pelo Ministério da Saúde. As delegações de todos os estados do Brasil já chegaram, mas encontraram um primeiro problema: cerca de 60 pessoas aguardam lugar em algum hotel da cidade. A organização do evento começou falhando neste sentido, pois ainda não resolveu este grave problema.

brasilia2Como é um seminário de humanização, não faltaram piadas como “está faltando humanização e acolhimento no Seminário de Humanização” ou “é melhor procurar a central de vagas”. Participantes de São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul ainda aguardam notícias da organização do evento.

Mesmo com esse grave problema, o Seminário já está começando no Pavilhão Parque da Cidade. Um dos ponto de discussão será o Humaniza SUS, que está vinculado à Secretaria de Atenção à Saúde e desde 2003 propõe mudanças para qualificar a atenção e gestão em saúde pública no Brasil, atuando em todas as políticas do SUS. A redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso, o atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco, a garantia dos direitos dos usuários, a valorização do trabalho na saúde e a gestão participativa nos serviços são parte dos resultados buscados pela Política de Humanização.

A Humaniza Brasil está participando do Seminário em Brasília e irá apresentar o projeto: Saúde Humanizada. O telefone da Humaniza Brasil no Seminário é 61-8136-2384. Mas você pode também mandar e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Saiba mais sobre a gripe A, também chamada de gripe suína

Conheça os sintomas, como ocorre o contágio e como evitá-lo.
Já há drogas capazes de combater o vírus, diz órgão americano.

A gripe suína é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.

Quantos vírus de gripe suína existem?
Como todos os vírus de gripe, os suínos também mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripe aviária e humana. Quando todos contaminam o mesmo porco, pode haver mistura genética e novos vírus que são uma mistura de suíno, humano e aviário podem aparecer. No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.

Qual é o vírus que está causando a crise atual?
É uma versão nova do H1N1.

Como os seres humanos pegam gripe suína?
Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.

Consumir carne de porco pode causar gripe suína?

Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.

O que fazer para evitar o contágio?

O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.
- Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.
- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.
- Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.
- Evite contato próximo com pessoas doentes.
- Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.

Quais são os sintomas da gripe suína?

Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.

Gripe suína mata?
Ainda é cedo para ter estatísticas precisas, mas cerca de um em cada 15 a 20 casos da doença até agora diagnosticados resultou em morte — taxa considerada alta.

Como se faz o diagnóstico de gripe suína?
Para identificar uma infecção por um vírus influenza do tipo A, é preciso analisar amostras respiratórias do paciente durante os primeiros 4 ou 5 dias da doença — quando uma pessoa infectada tem mais chance de estar espalhando o vírus. Entretanto, algumas pessoas, especialmente crianças, podem manter o vírus presente por dez dias ou mais. A identificação do vírus é então feita em teste de laboratório.

Há medicamentos disponíveis para tratar infecções de gripe suína em humanos?
As drogas zanamivir e oseltamivir (nome comercial Tamiflu) já mostraram eficácia ao tratar ou ajudar na prevenção de infecção com vírus da gripe suína. Impressões iniciais dão conta de que essas drogas diminuem a agressividade do quadro infeccioso para a versão atual do H1N1 suíno.

Há vacinas para a gripe suína?

No momento, somente para porcos, que são mais constantemente afetados por esse tipo de vírus. Mas as autoridades já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina. As vacinações rotineiras de gripe feitas em humanos não combatem os vírus do tipo H1N1 que vêm dos suínos.

*Fontes: Ministério da Saúde/Governo Federal + www.G1.com.br

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Educação e saúde são temas de palestras e treinamentos vivenciais que fazem sucesso no interior

Temos realizado muitos treinamentos e palestras no interior paulista, todas elas de maneira vivencial, fugindo completamente das tais maneiras motivacionais. Nada de show ou pirotecnia, mas muita reflexão, vivência e ferramentas úteis para o cotidiano das pessoas. Nossa missão é realmente mudar as coisas. Para o professor Reginaldo Tech, presidente da Humaniza Brasil, “a colheita é fruto de muitos anos de trabalho árduo em busca de conhecimento e construção de projetos próprios.”

E vamos colhendo sucesso nessa empreitada, com temas que variam de humanização na saúde e acolhimento na educação, passando por bom atendimento, vendas e protagonismo das pessoas. Aliado a isso, estamos realizando também vários trabalhos de coaching e consultoria em instituições públicas e empresas privadas. Para a psicóloga Lucia Cirino de Moraes, da Humaniza Brasil, “o trabalho vivencial é, hoje, a única maneira de realmente formar as pessoas com bases reais.”

Outra atividade que estamos realizando há algum tempo é a organização de eventos, como as conferências municipais de saúde, com todo o apoio, assessoria e planejamento para as prefeituras municipais. Nesse aspecto, um diferencial é que nós treinamos as pessoas envolvidas para que os próximos eventos sejam organizados por elas próprias. O gestor de pessoas César Ferreira Campos acredita que o trabalho de treinamento é a melhor parte, pois “deixa a semente plantada”.

Cidades como Itapuí, Ourinhos, São Sebastião da Grama, Bauru, Arealva, Americana, Santos, São Vicente, Itanhaém, Peruíbe, Ourinhos, Agudos, Pederneiras, Jaú, Itaju, Andradina, Tupã, entre outras, já receberam alguns dos nossos trabalhos.

No caso da educação, o trabalho é imenso e com excelentes resultados, pois entramos no foco da questão: o stress, a auto-estima, a comunicação e a criatividade que precisam ser treinadas em educadores e gestores da área. O projeto “Acolhimento na educação” é a ponta de lança, na área de ensino, da Humaniza Brasil, grupo de profissionais que trabalha com gestão de pessoas, com ênfase no desenvolvimento humano e na qualidade de vida.

Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Ministro Temporão quer gestores mobilizados pela emenda 29

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, voltou a defender nesta segunda-feira (16), em Salvador (BA), a aprovação e regulamentação de duas ferramentas de gestão que vão resultar no aprimoramento do Sistema Único de Saúde (SUS): os projetos que tratam das fundações estatais de direito privado na saúde e da Emenda Constitucional 29, cujas propostas tramitam no Congresso Nacional desde 2007.

O ministro Temporão tem convocado sempre os gestores estaduais e municipais da saúde para um “esforço de mobilização” pela regulamentação da Emenda Constitucional 29 (PLC 89/2007), que vai definir quais são os gastos específicos do setor da saúde.

Somente com a aplicação correta desses recursos, estima-se que a rede pública pode receber um incremento de aproximadamente 5 bilhões de reais dos governos estaduais. O texto também vai definir um novo patamar de investimentos pelo governo federal, o que deve indicar outras fontes de financiamento.

Segundo o ministro, o Brasil gasta pouco no financiamento da saúde, investindo apenas 3,6% do seu PIB (Produto Interno Bruto). O total foi comparado aos 8% do PIB desembolsados pela Inglaterra e aos 17%, pelos Estados Unidos. O presidente Lula apoia a política ousada do ministro Temporão.

No panorama nacional, uma pesquisa de 2008 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que a despesa de consumo final com bens e serviços de saúde, em 2005, foi de R$ 171,6 bilhões. Desse total, as famílias gastaram R$ 103,2 bilhões e a administração pública, R$ 66,6 bilhões.

É o Brasil crescendo com mudanças de comportamento e de visão de mundo. A HumanizaBrasil está junto nessa luta. Ligue pra gente: 14-81531885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde só com protagonismo

Na semana passada, membros de nossa equipe participaram do XXIII Congresso de Secretários de Saúde do Estado de São Paulo, que aconteceu em Guarulhos, tendo como discussão básica o protagonismo dos municípios, envolvidos completamente com o sistema público de saúde. O Congresso obteve êxito total, já que as discussões em torno da saúde prosperaram muito e, cada vez mais, gestores e trabalhadores da área solidificam o sistema único de saúde.

O ruim deste Congresso fica por conta da falta do uso das mídias digitais para divulgação do Congresso em si, já que os organizadores ainda utilizam apenas as mídias tradicionais, através de assessoria de imprensa, dificultando o acesso às informações das coisas que vão ocorrendo durante o evento. Para o próximo Congresso, fica aqui a sugestão da Humaniza Brasil para que se crie um blog, como uma mídia própria para democraticar a informação de tudo o que ocorre durante o evento.

O professor Reginaldo Tech, presidente da HumanizaBrasil esteve na abertura do Congresso de Secretários de Saúde e acredita que “os gestores estão cada vez mais percebendo a importância de treinamentos vivenciais para solucionar a questão do atendimento na saúde”. Para Tech, “de todos os pontos instigados pela Política Nacional de Humanização, a questão do atendimento e do acolhimento é vital pois é o espaço de interação sistema-usuário”.

A HumanizaBrasil está presente em vários municípios dos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais, com projetos relacionados a Conferência Municipal de Saúde, palestras sobre humanização e treinamentos vivenciais de humanização na saúde. Esta é a forma que os profissionais da HumanizaBrasil encontraram para colaborar com saúde pública. Para a HumanizaBrasil todo trabalho deve levar em conta o protagonismo dos trabalhadores, gestores e usuários.

Mais informações pelo telefone 14-81531885 ou pelo e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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II Conferência Municipal de Saúde de Tupã vai acontecer dias 28 e 29 de março

IMPRENSA DE TUPÃ DIVULGA PALESTRA SOBRE HUMANIZAÇÃO NA SAÚDE DO PROFESSOR REGINALDO TECH

A Secretaria Municipal de Saúde já definiu a programação para a II Conferência Municipal de Saúde da Estância Turística de Tupã (II COMSAÚDE), que acontecerá nos dias 28 e 29 de março, a partir das 7h30, na Fadap/FAP. A programação começa hoje, com a abertura da série de pré-conferências que serão realizadas com o objetivo de esclarecer à população sobre a importância e os objetivos das conferência. As pré-conferências serão realizadas hoje, amanhã, domingo e no dia 14 de março, atendendo a todas as regiões da cidade (veja box).

A Conferência da Saúde, que é realizada a cada dois anos, foi criada para ser um foro municipal de debates na área da saúde. Reunindo representantes de vários segmentos sociais o evento traz oferece subsídios para a formulação de políticas públicas no setor, incorporada ao Plano Municipal de Saúde. A conferência também será marcada pela eleição dos membros do Conselho Municipal de Saúde para o próximo biênio e pela avaliação da situação de saúde e os avanços alcançados através das propostas aprovadas na primeira conferência, realizada em 2007.

Com o tema “Saúde: Incluir e Humanizar”, o evento deste ano abordará vários subtemas, que serão discutidos em plenárias temáticas. Serão ao todo sete grupos de trabalho: Grupo A – Serviços de Recepção, Odontologia, Referências; Grupo B – Serviços Médicos, Vigilância em Saúde e Gestor Municipal de Saúde; Grupo C – Serviços de Enfermagem, Transporte, Farmácia e Alto Custo e Grupo D – Serviços de Diagnóstico, ESF e Fisioterapia. Também foram definidos Grupo E – Serviços de Saúde Mental, Consórcio Regional e Rede Física; Grupo F – Serviços de Nutrição, Fonoaudiologia e Home Care e Grupo G – Serviços de Urgência e Emergência, DST/AIDS e Controle Social.

A II Conferência Municipal de Saúde começa no dia 28, às 7h30, com a recepção ao público e coffee break. Às 8h30 terá início a solenidade de abertura, com a composição da Mesa Diretora, execução do Hino Nacional e pronunciamento das autoridades. Em seguida, às 9 horas haverá a apresentação da trabalho “Evolução da Saúde de Tupã”, com o médico e vice-prefeito César Donadelli.

Às 9h30 está prevista a palestra “Humanização SUS”, que será ministrada por Reginaldo Tech, professor e palestrante da Humaniza Brasil. Posteriormente, às 11 horas, haverá formação dos grupos de discussão e às 12h30, pausa para refeição. Os trabalhos recomeçam às 13h30, com plenária geral; às 17h30 acontece brunch e às 21 horas, o encerramento da plenária geral.

No dia 29 os trabalhos recomeçam às 7h30, com recepção dos participantes e às 8 horas acontecerá a priorização das propostas. Às 10h30 haverá coffee break e às 10h45, retomada das discussões. Às 12h30 haverá plenária de Eleição dos Conselheiros Municipais para o biênio 2009/2010 e às 13 horas brunch. Ainda de acordo com a programação, às 13h30 será realizada a votação do Relatório Final e às 15 horas, o encerramento do evento.

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