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Reginaldo Tech vai abrir II Simpósio de Psicologia e Serviço Social, que vai discutir humanização na saúde
Humaniza na saúde é o tema do II Simpósio de Psicologia e Serviço Social, que vai acontecer em setembro no Hospital Estadual de Bauru. A abertura deste importante evento será feita através de palestra do professor Reginaldo Tech, da Humaniza Brasil. Tech vai abordar o tema “humanização na saúde: uma questão de gestão estratégica”. A palestra vai acontecer no dia 16 de setembro, às 15 horas, no Hospital Estadual de Bauru, administrado pela Unesp.
O Simpósio terá a sua abertura, com credenciamento no mesmo dia às 13 horas e vai até o dia 17, sexta-feira, com uma vasta programação sobre humanização na saúde. Veja o folder de inscrição clicando abaixo:
Humanização e acolhimento: as mudanças na gestão da saúde são urgentes!
É algo óbvio: o atendimento ao usuário precisa ser bom. Mas muitos gestores não fazem o dever de casa, ou seja, não tratam o trabalhador da saúde com bom atendimento. Isso mesmo, caro web leitor! Estamos no século XXI e muitos administradores e gestores dos serviços público e privado de saúde se acham auto-suficientes e não abrem as portas às novidades, às capacitações decisivas, aos novos ordenamentos no tratamento da saúde e da doença.
Entra nisso aí a falta de estímulo aos trabalhadores e o pouco caso das autoridades. Claro que existem bons programas e ótimos recursos para investir em humanização e acolhimento, porém, os passos são muito lentos e há um excesso de teorias em torno da situação, com poucos investimentos práticos e muita “conversa mole pra boi dormir”.
O Humaniza SUS, que é uma realidade concreta que dá resultados, é pouco conhecido dos gestores da saúde pública. Ou melhor, até que é conhecido, mas é pouco reconhecido. As capacitações técnicas se multiplicam, mas os treinamentos em desenvolvimento humano ainda são poucos. O pior, muitos gestores querem palestras motivacionais, mas não se arriscam a mudar conceitos de gestão, que otimizem e qualifiquem o atendimento.
Tenho rodado muitas cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná… e percebo que as coisas andam porque precisam andar. Percebo que as preocupações se estagnam em papeis, relatórios, fichas, guias… e o atendimento continua o mesmo, a gestão é arcaica e os mecanismos de atendimento são os mais antiquados possíveis.
Mas não dá para apenas reclamar. Tanto gestores, quanto prefeitos, querem mudanças. Isso é visível nas conversas sobre o sistema de saúde, no entanto, não priorizam mudanças de gestão e de atendimento, o que ocasionaria, com certeza, a melhoria real na saúde do povo brasileiro.
Não faltam verbas, não faltam pessoas… o que falta mesmo é mudar a ordem de prioridades e cada gestor e cada prefeito perceber que a política nacional de humanização precisa, urgentemente, ser apoiada e aplicada em cada unidade de saúde. A valorização do trabalhador e do usuário é que são prioridades para o atendimento relamente ser humanizado e acolhedor. Usar melhor as verbas e o capital humano é o caminho. O resto é teoria!
Conheça mais sobre os nossos projetos, treinamentos, eventos e consultorias: contato@humanizabrasil.org.br. 14-8153-1885 ou 14-3204-6994. www.twitter.com/humanizabrasil.
Reflexão sobre humanização na saúde. Assista!
Publicamos mais um vídeo que faz sucesso no Youtube, sobre humanização:
Faça contato com a Humaniza Brasil e conheça nossos treinamentos, palestras e consultorias sobre humanização, acolhimento, saúde, gestão estratégica e eventos. contato@humaniza brasil.org.br 14-8153-1885 ou 143204-6994
Reginaldo Tech dá treinamento de gestão estratégica para colaboradores da Quality Refeições e Serviços
Na última sexta-feira, dia 16 de julho, os colaboradores da Quality Refeições Coletivas e Serviços, empresa sediada em Andradina e em várias outras cidades, tiveram a oportunidade de receber o palestrante e coach, Reginaldo Tech, em uma manhã muito descontraída e, sem dúvida, produtiva.
Conhecido por ministrar palestras vivenciais e dinâmicas modernas, com foco no protagonismo dos participantes, o palestrante abordou vários assuntos, entre eles a gestão estratégica, com base no desenvolvimento humano e tecnológico.
Após o almoço, todos os colaboradores, vindos de várias cidades do Brasil, tiveram a oportunidade de continuar o treinamento, através de reuniões produtivas que enfocaram cada setor da Quality Refeições Coletivas e Serviços: comercial, operacional, logística, institucional, tecnologia de informação e desenvolvimento humano.
Com esse trabalho, o professor Reginaldo Tech colaborou para que a Quality continue no caminho dos bons resultados, objetivando a excelência e sempre servindo qualidade.
Humanização… muito além das páginas e das teorias!
Mais uma vez a Humaniza Brasil publica material interessante sobre humanização na saúde. Hoje, um vídeo que circula no youtube e que foi produzido com uma música de lenine, Paciência. A reflexão vale muito à pena. Assista:
Faça contato com a Humaniza Brasil: 14-81531885 e conheça nossos projetos de humanização na saúde e gestão estratégica. Nosso e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.
Doe sangue! Julho é mês complicado para hemocentros.
Para se tornar um doador de sangue é necessário que a pessoa apresente as seguintes características: tenha entre 18 e 60 anos; pese mais de 50 quilos; não esteja grávida; já tenha se passado pelo menos 3 meses do último parto ou aborto; não tenha tido doença de chagas ou contato com o inseto barbeiro; não tenha tido malária ou estado em região de malária nos últimos 6 meses; não tenha hepatite ou sífilis; não seja epilético; tenha doado sangue há mais de 60 dias (homem) ou 90 dias (mulher); não tenha ingerido bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a doação; e tenha dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
Atenção, serão realizados os seguintes exames de triagem no sangue doado: AIDS; sífilis; hepatite; doença de chagas; HTLV I/II; formas raras de hemoglobina (anemias); e grupos Sanguíneos e Fator Rh.
O ato de doar sangue: não emagrece; não engorda; não afina o sangue; não engrossa o sangue; e não vicia.
ATENÇÃO: pessoas que foram vacinadas contra sarampo ou com a BCG estão impedidas de doar sangue por um mês. Pessoas vacinadas contra rubéola não podem doar por duas semanas.
A doação de sangue passo a passo:
1° Passo: O processo de doação leva aproximadamente meia hora. A doação em si dura apenas de 6 a 10 minutos.
2° Passo: Preencha a ficha do doador. Você ficará cadastrado em nosso banco.
3° Passo: Check-up médico. Um médico irá medir sua pressão e checar se você está apto a doar sangue. Não fique constrangido, algumas perguntas que fazem parte da rotina, serão feitas. Suas respostas são extremamente importantes e confidenciais.
4° Passo: A doação propriamente dita. Um profissional de saúde irá realizar a assepsia em seu braço e usar uma agulha descartável. Não há chance de contrair o vírus da AIDS ou nenhuma outra doença infecciosa doando sangue.
5° Passo: Após a doação você deverá descansar uns 10 minutos. Esse tempo é super importante e com isso você poderá fazer um lanche leve, fornecido gratuitamente.
Perguntas e Respostas
E se eu tiver uma tatuagem ou “body piercing”?
Pessoas que fizeram uma tatuagem recentemente devem esperar pelo menos um ano antes de doar sangue. Não importa quantas tatuagens a pessoa tenha, apenas a data da mais recente. Ter um “body piercing” não impede uma pessoa de doar sangue, desde que ele tenha sido feito em um estabelecimento licenciado. Fazer um “body pierce” em um estabelecimento não licenciado impede com que a pessoa faça uma doação por um ano.
Pessoas que tomam remédios podem doar sangue?
Se você estiver sob medicação, consulte um médico ou pergunte à equipe do banco de sangue se você tiver dúvidas se pode doar ou não.
A urgência de psicólogo na emergência médica – por Sônia Cardoso Moreira Garcia
Na urgência e na emergência médica também circulam sentimentos e emoções que modificam e mesmo interferem nos cuidados de quem, neste setor, encontra-se. O nosso objetivo no trabalho, voltado para o acolhimento e para a humanização é ressaltar a necessidade de termos o psicólogo como o profissional a ser inserido nas unidades de emergências médicas. Profissional que deve promover a compreensão do que seja significar, reconhecer e legitimar instâncias outras, as quais também nos constituem e estão sempre ao redor, modificando o andamento das expectativas.
Dimensões estas que atravessam nossa rotina de vida, que se vê, subitamente, entrecortada pelo inusitado de um mal estar inesperado ou por um acidente de diversas ordens, onde nos vemos inundados por medos, fantasias, inseguranças, tristezas, sensação de impotência, ansiedade e tantos outros sentimentos que valsam entre si, deflagrando uma condição perturbadora dentro de nós mesmos e dentro de uma sala de emergência médica.
Assim, busca-se compreender que há uma dimensão para além do orgânico. Dimensão que se faz presente e perceptível àqueles que estão afinados em percebê-la e a qual dita os rumos de um prognóstico e de um tratamento médico. Tratamos, aqui, da dimensão psíquica do ser e de seu poder de atuação em adoecimentos crônicos e/ou agudos, emergenciais, súbitos e que nos conduzem, a todos, para salas de emergências e urgências médicas, sendo recebidos por vozes desconhecidas, mãos que salvam mas que nunca nos tocaram…
Rostos que expressam a preocupação com nosso estado entre vida e morte. O setor de Emergência Médica é uma Unidade de total imprevisibilidade. A equipe que ali atua, como que um corpo de balé, onde seus movimentos devem ser precisos e isso, de forma harmonicamente peculiar, quase que orquestrada, a evidencia com singularidades.
Contudo, diferente do corpo de balé, a equipe do Pronto Socorro não dispõe de tempo hábil para ensaios e nunca se tem conhecimento prévio da música que será orquestrada no ato seguinte. O P.S. é o local aonde se chega não só com a dor física, mas também, com a dor psíquica, onde ambas possibilitam o deflagrar de vivências únicas.
É neste sentido que apontamos para a urgência do psicólogo nas emergências médicas, acolhendo e humanizando, compartilhando com os atores, paciente, família e equipe, suas angústias. Cabe a este preparado profissional a incisão adequada em intervenções psicológicas emergenciais.
Reconhecer o impacto psíquico na tríade paciente, equipe e familiar na Emergência Médica, aponta para a necessidade de inserção do psicólogo nesta equipe, minimizando todo o sofrimento advindo do inesperado do adoecimento e isto é um primeiro passo rumo à inovação no Acolhimento e na Humanização dentro da Unidade de Emergência Médica.
Sônia Cardoso Moreira Garcia: psicóloga clinica e hospitalar. Psicoterapia breve em trabalho de luto; psicoterapia breve em adoecimentos agudos, crônicos e dependência; acompanhamento em pré, per e pós Cirúrgico; gestão em saúde; Coordenação Municipal do Programa Nacional de Controle do Tabagismo – Resende/RJ; Coordenação do Grupo de Humanização – Hospital Municpal Manoel Martins de Barros – Itatiaia/RJ. Fone: 24 – 8816-7718.
Gestão estratégica nas unidades de saúde é solução para melhorar atendimento ao usuário – por Reginaldo Tech
No Brasil existe um paradoxo. Pronto! A frase está errada… porque no Brasil existem muitos paradoxos. Mas um deles é vital: o atendimento na saúde, seja público ou privado. Tenho trabalhado com gestão estratégica e humanizada na saúde em unidades de saúde da rede pública e em hospitais ou empresas ligadas a área… e quero falar um pouco sobre isso. Já começo por um diagnóstico realizado: o ponto fundamental desse trabalho é a necessidade de uma gestão estratégica e resolutiva.
Digo isso porque percebo que este é o processo mais proveitoso para realizar mudanças para um bom atendimento e a consequente melhoria das relações de trabalho e de qualidade de vida para os trabalhadores da saúde. Porém, a situação pode não ser tão simples, já que existe uma dificuldade de mudanças, tanto na maneira que os trabalhadores atendem, quanto na visão dos gestores públicos e privados.
Nos trabalhos da Humaniza Brasil e junto com vários outros profissionais de saúde, gestão de atendimento e gestão de pessoas, tenho implantado dispositivos de gestão estratégica e humanização em alguns lugares e, proximamente, teremos resultados sobre isso para publicar.
Para ampliar a reflexão sobre o tema, quero queo leitor perceba uma situação: na maioria das unidades de saúde e hospitais que realizei algum trabalho, percebi que o modo de atendimento e o fluxo de passagem do usuário pelo lugar são antiquados e tradicionais, sem um mínimo de modernidade, mesmo que na visão do atendimento. isso não se deve ao fato à falta de dispositivos ou políticas públicas, mas exatamente à falta de concretização real de mudanças.
Claro que uma roda de conversas é importante, mas ela deve ser resolutiva. Não dá mais para ficarmos em extensas reuniões que não chegam a lugar nenhum. Nem mesmo os treinamentos teóricos dão conta de solucionar tantos problemas. O segredo está na implantação de soluções resolutivas e realistas.
Mas… como se realizar isto? Definitivamente, percebo que o caminho é o treinamento vivencial, com rodas de conversa que façam diagnósticos e realizem mudanças, prática de gestão estratégica e implantação de comunicação integrada, acolhimento e humanização.
Tudo isso não é simples conversa, mas um caminho que tenho percorrido com muita vontade de ver as coisas funcionando. Tenho recebido apoio de secretários de saúde, prefeitos, trabalhadores e gestores da saúde, já que pratico o modo vivencial, abrindo espaço para a participação e a discussão sobre os problemas reais do cotidiano.
Penso e faço assim. Se quiser conversar sobre o tema, pode me chamar no MSN . Meu e-mail é escrevapara@reginaldotech.com.br e o fone: 14-8153-1885.
















