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Começa o programa de acolhimento contra o bullying em Bauru
O programa “Acolhimento SIM, bullying NÃO!” foi idealizado por profissionais das áreas de educação, qualidade de vida e saúde do Instituto Humaniza Brasil, com apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (subseção Bauru), Diretoria de Ensino/seção Bauru da Secretaria de Estado da Educação, Sindicato das Escolas Particulares e Secretaria da Educação da Prefeitura Municipal de Bauru, cidade onde foi lançado e onde os trabalhos já começaram a ser realizados.
O programa é dividido em módulos, atendendo a gestores, educadores, colaboradores, pais e alunos, através de atividades práticas cujo objetivo é realizar um trabalho preventivo a favor do acolhimento e contra o bullying. O primeiro módulo é motivacional e didático, compreendendo diagnóstico qualitativo para se observar a realidade local, abrir uma roda de conversa transparente sobre a questão e tornar prioridade o processo de trabalho preventivo contra o bullying, com início de uma campanha de marketing pelo acolhimento contra o bullying.
O primeiro módulo deverá ser realizado nos primeiros 3 meses do ano, exatamente no planejamento e início das aulas, podendo ser realizado de 3 formas diferentes (ver carga horária).
Módulo I – diagnóstico, motivação e esclarecimentos
- Rodas de conversa com gestores para diagnóstico qualitativo da realidade
levantamento da realidade e formas de atuação
O propósito é motivar os gestores a colocarem como prioridade a questão do acolhimento contra o bullying, fazendo um diagnóstico qualitativo sobre o comportamento agressivo e dando ferramentas de atuação. Neste ponto, deverá ser feita uma avaliação esclarecedora para que a prevenção seja o ponto de partida, buscando-se a melhoria dos diálogos com educadores, colaboradores, pais e alunos.
2. Palestras motivacionais e esclarecedoras para educadores e colaboradores
# diálogos sobre comportamento, relacionamentos e criatividade
O objetivo é motivar educadores e colaboradores a enfrentarem a questão de maneira aberta e transparente, dando ferramentas adequadas para o enfrentamento do problema, com acolhimento e criatividade na melhoria dos relacionamentos. Neste ponto serão realizadas, dentro da carga horária escolhida, oficinas de reequilíbrio emocional (estress, auto-estima) e criatividade dentro da escola.
3. Palestras motivacionais e dialogadas para pais
# papel da família e relacionamento pais e filhos
A proposta é orientar os pais quanto ao relacionamento com os filhos e a relação escola-família, dando ferramentas acessíveis para que haja motivação para mudanças e melhoria na qualidade de vida e nas relações familiares e com a escola. Serão realizadas, dentro da carga horária, oficinas e rodas de conversa de criatividade nos relacionamentos, fortalecimento do acolhimento e revitalização dos laços família-escola.
4. Oficinas dinâmicas e rodas de conversas para alunos
# acolhimento, cooperação e relacionamentos qualitativos
O objetivo é orientar usando diálogo transparente, motivando os alunos a entrarem no programa contra o comportamento agressivo. Dentro da carga horária, serão realizadas oficinas de reequilíbrio emocional, criatividade, linguagens digitais e rodas de conversa sobre os principais problemas dos jovens. O propósito é uma aproximação franca com os alunos para que a continuidade do trabalho seja motivadora.
* As horas de trabalho poderão ser divididas em turmas
Após a realização deste módulo, será realizada uma reunião de avaliação entre os profissionais do Instituto Humaniza Brasil e os gestores envolvidos, quando serão repassados todos os indicativos para sequência do programa (detalhamento dos módulos seguintes), que poderão ser realizados pela própria prefeitura ou pela Humaniza Brasil, havendo a possibilidade de se buscar parceiros externos.
A Humaniza Brasil vai autorizar o uso do selo “Esta escola tem acolhimento” para os participantes.
CONTATO
Rua 13 de Maio, 20-75 Jardim Estoril Bauru São Paulo
Site: www.humanizabrasil.org.br / E-mail: contato@humanizabrasil.org.br
Telefones: (14) 8153-1885/Tim, 9197-7636/Claro, 9637-7400/Vivo, 3204-6994
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01 2011
Hoje começa o verão: cuidado com os alimentos – por Graciele Massa Demarchi
No verão, devido às temperaturas elevadas, os alimentos podem se deteriorar mais rapidamente causando surtos de doenças transmitidas por alimentos (doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados com micróbios prejudiciais à saúde, parasitas ou substâncias tóxicas).
Para evitar DTAs a Organização Mundial de Saúde elaborou os Cinco Pontos-Chave para uma Alimentação mais Segura. O primeiro é a limpeza, lave as mãos antes de iniciar a preparação dos alimentos e frequentemente, higienize todos os equipamentos e utensílios. Por estes locais os micróbios podem passar para o alimento.
Outro item importante é separar alimentos crus dos cozidos. Os alimentos crus como carnes podem ter micróbios que podem contaminar outros alimentos. Lembre-se também de cozinhar bem os alimentos, um cozimento adequado consegue matar quase todos os micróbios perigosos.
Tenha cuidado na conservação; não armazene alimentos durante muito tempo. O prazo máximo de consumo do alimento preparado deve ser de 5 (cinco) dias, mesmo que conservado sob refrigeração; não descongele alimentos à temperatura ambiente; mantenha à temperatura abaixo dos 5 ºC ou acima dos 60 ºC (cozidos quentes), assim a multiplicação da maioria dos micróbios é retardada ou mesmo evitada.
Utilize água potável ou trate-a para que se torne segura; escolha frutas e vegetais frescos e variados, lave frutas e vegetais antes de consumi-los; não utilize alimentos com prazo de validade vencido.
A Quality Refeições e Serviços segue sempre todas essas dicas, compondo um trabalho de qualidade, sempre voltado ao bem estar do cliente. Você também pode seguir essas dicas para melhorar a sua qualidade de vida.
(Graciele Massa Demarchi é nutricionista e gestora da Quality Refeições e Serviços)
Saiba mais sobre os projetos da Humaniza Brasil em alimentação e sustentabilidade. Mande e-mail para: contato@humanizabrasil.org.br.
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12 2010
Acolhimento contra o bullying: veja o filme!
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12 2010
Lançado programa de acolhimento contra o bullying em Bauru
Uma piada de mau gosto com um colega. Uma “tiração de sarro” com um amiguinho devido ao modo como ele fala. Um grupo falando mal e excluindo uma garota devido ao seu peso. Tais ações existem há tempo, porém, agora passaram a ser vistas com mais atenção pelos órgãos públicos e, desse modo, a palavra “bullying” – que conceitua exatamente práticas como essas – entrou na moda. Exatamente por isso, ocorreu na tarde de ontem, o lançamento institucional do programa “Acolhimentos SIM, ‘bullying’ NÃO” no auditório da Prefeitura de Bauru.
O programa é uma parceria da prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação, com a organização Humaniza Brasil e ainda conta com o apoio institucional da subseção bauruense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Estado de Educação, da Diretoria de Ensino de Bauru e do Sindicatos dos Professores de Bauru e Região e o das Escolas Particulares.
Segundo a Secretária Municipal de Educação, Vera Caserio, o programa de redução do comportamento agressivo nas escolas tem um caráter muito importante exatamente na junção de forças. “Todas as instituições parceiras já tomavam medidas contra a prática do bullying. A rede municipal já tinha um trabalho grande nesse ponto. Com esse projeto, iremos articular todas essas ações e ter uma efetividade maior. É uma maneira de trabalhar de modo coletivo e mais forte”, explica.
O idealizador do programa e coordenador da organização Humaniza Brasil, o professor Reginaldo Tech, afirma que a intenção é agir de forma mais intensa nas medidas preventivas do bullying. “Queremos agir em um ponto anterior. Discute-se muito a parte corretiva e realmente isso é muito importante, porém, queremos pensar em prevenir e evitar que essa prática aconteça”.
Ele explica que, para isso, serão realizadas uma série de oficinas culturais focadas no acolhimento, relação saudável e cooperação com o próximo. “Esta fase inicial do programa é realizar um planejamento dessas ações. A segunda parte é realmente colocar essas medidas em prática em 2011. Queremos estudar tudo de forma correta para saber como motivar os gestores a trabalhar de forma efetiva com a questão”, completa.
Além de oficinas, serão promovidas rodas de conversas sobre filmes com a temática do bullying, grupos de redes de relacionamentos, montagens no cineclube, oficinas de criatividade, ações criativas, entre outras medidas. Mais um ponto importante do programa são as diferentes visões que incidem sobre o problema, ao passo que congrega várias instituições. De acordo com o representante da OAB de Bauru Antônio Carlos da Silva Barros, “além da leitura legalista, estão sendo pensadas leituras do espaço educacional, dos próprios gestores, da família e até mesmo psicológicas, com os danos que o bullying causa nas pessoas afetadas”.
Por meio da assessoria de comunicação, o prefeito Rodrigo Agostinho afirmou que “este é um excelente momento para começar um movimento de ação contra o bullying, pois já vai começar a fase de planejamento para 2011 e a sociedade toda, inclusive pais e alunos, precisam participar ativamente”. Ainda de acordo com a secretária de Educação, Vera Casdrio, apesar de já haver instituições de diferentes níveis envolvidas, o programa “Acolhimentos SIM, ‘bullying’ NÃO” ainda está aberto a quem queira ajudar.
“O bullying não ocorre somente na escola. A educação é uma área muito importante nessa questão, porém, não é a única. A sociedade e a comunidade devem participar também. Queremos que mais instituições se juntem nessa parceria. Quanto mais coletivo, mais forte é nosso poder de convencimento e conscientização”, conclui a secretária.
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12 2010
Sexta-feira, dia 10, Humaniza Brasil e OAB lançam projeto de acolhimento em Bauru
No próximo dia 10 de dezembro, às 15 horas, no auditório do gabinete do prefeito, no 3º andar da Prefeitura Municipal, com a presença do prefeito Rodrigo Agostinho e convidados, vai ser lançado o Movimento Acolhimento SIM, bullying NÃO, uma iniciativa da Humaniza Brasil, uma organização que congrega profissionais das áreas de educação, saúde, cultura e qualidade de vida.
Este movimento, que pretende propor ações assertivas para a redução do comportamento agressivo nas escolas, quer, neste momento, motivar gestores, diretores, coordenadores, educadores e donos de escolas para que os mesmos coloquem como prioridade do planejamento para o ano letivo de 2011 questões relacionadas ao bullying, com ações proativas de redução do comportamento agressivo.
O movimento já conta com o apoio institucional da Prefeitura Muncipal de Bauru, Sindicato dos Professores de Bauru e Região, Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Ensino (seção Bauru) da Secretaria de Estado da Educação e Ordem dos Advogados do Brasil (subseção Bauru).
Para o ano de 2011, o bullying colocado como umas das prioridades, irão começar as ações propriamente ditas, como oficinas de qualidade de vida, rodas de conversa sobre filmes (temáticos sobre o bullying), oficinas de redes de relacionamentos, montagem de cineclube, oficinas de criatividade, ações de cidadania, entre outras. O sentido de todo o trabalho é sempre realizar um movimento proativo de acolhimento.
Segundo o idealizador do movimento, professor Reginaldo Tech, “a proposta é sair da teorização sobre ‘o que é o bullying’ para realizar ações práticas, sempre avaliadas e monitoradas, que possam colaborar com a redução do comportamento agressivo nas escolas; todos sabem o que é o bullying, agora precisamos solidificar ações positivas, inclusive com avaliações e monitoramentos.”
Para o prefeito Rodrigo Agostinho “este é um excelente momento para começar um movimento de ação contra o bullying pois já vai começar a fase de planejamento para 2011 e a sociedade toda, inclusive pais e alunos precisam participar ativamente”.
A Humaniza Brasil informa que o movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO” é um trabalho amplo e vai buscar apoio de toda a comunidade, inclusive com ações dirigidas aos pais e alunos, como também uma ampla campanha de marketing pela imprensa.
Mais informações pelo telefone 14-81531885 ou pelo e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.
06
12 2010
Acolhimento sim, bullying não!
Bullying é uma palavra inglesa derivada do verbo “to bully”, que significa usar a superioridade física ou moral para intimidar alguém. Em vários países essa palavra tem sido usada para definir o comportamento agressivo, intencional e repetido, em comunidades, principalmente nas escolas. As vítimas do bullying são indivíduos considerados mais frágeis, transformados em objetos de diversão por meio de “brincadeiras”.
Pronto, caro leitor, defini o bullying em um parágrafo. Claro que poderíamos ficar aqui durante parágrafos e mais parágrafos, procurando definir o que é o bullying. Mas não é esse o nosso intento, já que muitos livros e teses acadêmicas circulam por aí, procurando ponderar “o que é” este fenômeno.
Vamos dar um passo a mais, pois o tal de bullying também invadiu a grande rede, recebendo o nome de cyberbullying. Isso fez com que o fenômeno do comportamento agressivo tivesse sua estatística aumentada. Segundo o IBGE, quase 1/3 dos estudantes brasileiros afirma ter sofrido bullying alguma vez em sua vida escolar, sendo que 35,9 % dos casos acontece em colégios privados e 29,5% ocorre em escolas públicas.
Pesquisadores e educadores já sabem que a comunidade escolar precisa tomas as rédeas da situação. Já tramitam no Senado, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, vários projetos de lei a respeito desta situação. Porém, todos nós sabemos também que não precisamos apenas de leis mais rígidas e sim de ações mais assertivas e proativas contra o bullying.
Daí, torna-se imprescindível que a sociedade perceba algo mais importante ainda: a banalização da vida humana levou o homem a perder aquilo que de mais importante existe numa relação interpessoal: o equilíbrio. Fácil falar, diria o leitor, no entanto, fácil escrever o que é o bullying e não apontar caminhos resolutivos. E o que eu mais quero agora é mostrar que o caminho não é a discussão, mas as ações realizadoras.
Algumas virtudes rotineiras do homem, como generosidade, respeito e solidariedade, se perderam no ambiente escolar e na internet. E onde está a causa disso. Os estudiosos tem várias teses, que eu também não quero discutir neste artigo. Aqui, quero apenas delinear alguns pontos que podem significar uma retomada de atitudes, valores e comportamentos voltados à harmonia e à cidadania.
A situação é complicada e precisamos abrir o coração para realizarmos ações que realmente modifiquem comportamentos. Foi pensando nisso que a Humaniza Brasil, um organismo que reúne profissionais de diferentes áreas, criou o Programa ACOLHIMENTO SIM, BULLYING NÃO – redução do comportamento agressivo nas escolas.
Partindo do princípio de que devemos combater o bullying de forma assertiva, vamos começar trazendo toda a comunidade escolar (pais, estudantes, educadores, funcionários e gestores) para dentro dessa imensa tarefa: sair do conformismo e tomar ações resolutivas, compondo uma grande campanha, que começa pequenininha e vai crescendo dentro da alma de cada um é o primeiro passo.
Assim, o que são palavras vai se transformando em gestos e um jeito novo de olhar para o problema, resolvendo de forma prática, com ações de cidadania e cultura, bem afinadas com o princípio de uma educação mais equilibrada e democrática.
Nesse ponto, tanto escola pública, quanto particular, seja de qual nível social for, precisam estar irmanadas, para que uma ajude a outra, compartilhando valores e experiências. Mas não adianta falar para os alunos abraçarem a escola, num gesto caloroso de paz. É preciso muito mais! Também não basta um concurso de redação cujo tema seja a harmonia entre os homens. É preciso muito mais!
A escola é um espaço plural e todos nós, pais, alunos, educadores, funcionários e gestores, temos muito mais a fazer e muito menos a discutir. As ações assertivas e proativas precisam tomar conta das escolas e de suas comunidades, pois o verdadeiro papel da educação é formar sujeitos sociais com ética e caráter. A cultura, as oficinas de criatividade e equilíbrio, as mostras de arte, as rodas de conversa e as palestras dinâmicas são algumas das ferramentas que podemos e vamos usar no combate ao bullying.
Afinal, acolhimento SIM, bullying NÃO é uma tarefa de todos. A redução do comportamento agressivo nas escolas é nosso dever. E não podemos ficar esperando de braços cruzados as ações dos governos. É hora de ação e determinação, pois o trabalho é árduo e a caminhada é longa. Quer saber mais, entre em contato.
(O autor, Reginaldo Tech, já foi gestor em educação, é pai, professor e um eterno aluno. Site: www.humanizabrasil.org.br. E-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br)
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12 2010
Humaniza Brasil lança movimento “Acolhimento SIM, bullying NÃO!
A Humaniza Brasil, uma organização de profissionais ligados à educação, saúde, cultura, desenvolvimento humano e qualidade de vida vai lançar no próximo dia 10 de dezembro o Movimento Acolhimento SIM, bullying NÃO, que pretende motivar gestores, administradores, donos de escolas, coordenadores, diretores para que coloquem como prioridade para o planejamento de 2011 o bullying e ações práticas para a redução do comportamento agressivo nas escolas.
Já estão apoiando este movimento a Prefeitura Municipal de Bauru, Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Ensino (seção Bauru) da Secretaria de Estado da Educação, Ordem dos Advogados do Brasil (seção Bauru) e Sindicato dos Professores de Bauru e Região. O lançamento vai acontecer no dia 10 de dezembro, às 15 horas, no auditório do Gabinete do Prefeit0, no Palácio das Cerejeiras, sede da Prefeitura Municipal.
Assista ao vídeo da campanha organizada pelo apresentador Serginho Groisman:
Empresário: apoie as iniciativas da Humaniza Brasil. O país agradece! Entre em contato: 14-8153-1885 ou contato@humanizabrasil.org.br.n






























