Gestão participativa: um dos pilares da humanização na saúde

roda de pessoasQuando se fala em gestão participativa, muitas pessoas já se lembram das intermináveis reuniões que discutem muito e não realizam nada. Assi é que em muitos lugares, quando se fala em gestão participativa o povo torce o nariz… e não acontece nada. Mas nada melhor do que retomar a discussão sob um outro prisma: as iniciativas que deram certo. Democratização sem populismo e sem excesso de teorização, que leva sempre a resultados ruins.

Nossos objetivos são sempre positivos e com a dinâmica vivencial e prática. O ministério da Saúde preconiza (Série Textos básicos de saúde/Gestão participativa e cogestão/pág.8) que “a participação social não pode estar restrita às instâncias formalizadas. Ela deve ser valorizada e incentivada no dia a dia dos serviços do SUS”. Partindo desse princípio, contruímos projetos que estão sendo aplicados em várias cidades, onde o ponto de partida é a gestão participativa.

Uma das bases dessa participação, nos nossos trabalhos, é a reorganização (feita pelo pessoal de liderança) do organograma da secretaria de saúde, quando se busca uma gestão mais compartilhada nos serviços de saúde e no cotidiano das práticas de saúde, que envolvem relações interpessoais e trabalho de equipe. Fazemos questão de mostrar as diferenças entre trabalhar em equipe e trabalhar em grupo (as tais panelinhas) e valorizamos a mudança de paradigma na produção de trabalho: o gestor não pode ser gestor apenas no nome (no rótulo que se dá), mas também nas práticas.

As rodas de gestores precisam ser eficazes na execução das tarefas.

As rodas de gestores precisam ser eficientes na execução das tarefas discutidas.

Indo direto ao ponto, as lideranças na saúde precisam sair do comodismo das “coordenações” (no sentido tradicional da palavra) e mudarem a mentalidade (o paradigma) para “gestor”, algo obviamente mais moderno, otmizador e ousado. Talvez o bom caminho seja mesmo realizar essa reinstalação do organograma, para se perceber o todo e as partes e, com atitudes eficazes, sair da visão estereotipada (do ganha-perde), passando-se a uma visão que agregue valores (do ganha-ganha).

A Humaniza Brasil está desenvolvendo um trabalho assim nos treinamentos de humanização e liderança e humanização e atendimento em Santa Cruz do Rio Pardo/SP.

O desafio segundo o professor Reginaldo Tech, coordenador de humanização na saúde da Humaniza Brasil,  é “sair das longas reuniões fechadas e teóricas e partir para ações compartilhadas e eficazes”.  Se você quiser uma ajuda, estamos aqui para isso. Ligue para (14) 8153-1885/Bauru-SP,  (61)8136-2384/Brasília-DF e  (44) 9900-2013/Maringá-PR. Acompanhe a Humaniza Brasil no Twitter: www.twitter.com/humanizabrasil. Sobre  professor Reginaldo Tech, acesse o site: www.meadicina.com/reginaldotech.

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