Humanização e acolhimento: as mudanças na gestão da saúde são urgentes!

logo ministério da saúde 2É algo óbvio: o atendimento ao usuário precisa ser bom. Mas muitos gestores não fazem o dever de casa, ou seja, não tratam o trabalhador da saúde com bom atendimento. Isso mesmo, caro web leitor! Estamos no século XXI e muitos administradores e gestores dos serviços público e privado de saúde se acham auto-suficientes e não abrem as portas às novidades, às capacitações decisivas, aos novos ordenamentos no tratamento da saúde e da doença.

Entra nisso aí a falta de estímulo aos trabalhadores e o pouco caso das autoridades. Claro que existem bons programas e ótimos recursos para investir em humanização e acolhimento, porém, os passos são muito lentos e há um excesso de teorias em torno da situação, com poucos investimentos práticos e muita “conversa mole pra boi dormir”.

O Humaniza SUS, que é uma realidade concreta que dá resultados, é pouco conhecido dos gestores da saúde pública. Ou melhor, até que é conhecido, mas é pouco reconhecido. As capacitações técnicas se multiplicam, mas os treinamentos em desenvolvimento humano ainda são poucos. O pior, muitos gestores querem palestras motivacionais, mas não se arriscam a mudar conceitos de gestão, que otimizem e qualifiquem o atendimento.

Tenho rodado muitas cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná… e percebo que as coisas andam porque precisam andar. Percebo que as preocupações se estagnam em papeis, relatórios, fichas, guias… e o atendimento continua o mesmo, a gestão é arcaica e os mecanismos de atendimento são os mais antiquados possíveis.

Mas não dá para apenas reclamar. Tanto gestores, quanto prefeitos, querem mudanças. Isso é visível nas conversas sobre o sistema de saúde, no entanto, não priorizam mudanças de gestão e de atendimento, o que ocasionaria, com certeza, a melhoria real na saúde do povo brasileiro.

Não faltam verbas, não faltam pessoas… o que falta mesmo é mudar a ordem de prioridades e cada gestor e cada prefeito perceber que a política nacional de humanização precisa, urgentemente, ser apoiada e aplicada em cada unidade de saúde. A valorização do trabalhador e do usuário é que são prioridades para o atendimento relamente ser humanizado e acolhedor. Usar melhor as verbas e o capital humano é o caminho. O resto é teoria!

Conheça mais sobre os nossos projetos, treinamentos, eventos e consultorias: contato@humanizabrasil.org.br. 14-8153-1885 ou 14-3204-6994. www.twitter.com/humanizabrasil.

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Reflexão sobre humanização na saúde. Assista!

Publicamos mais um vídeo que faz sucesso no Youtube, sobre humanização:
Faça contato com a Humaniza Brasil e conheça nossos treinamentos, palestras e consultorias sobre humanização, acolhimento, saúde, gestão estratégica e eventos. contato@humaniza brasil.org.br 14-8153-1885 ou 143204-6994

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Reginaldo Tech dá treinamento de gestão estratégica para colaboradores da Quality Refeições e Serviços

imagem_166Na última sexta-feira, dia 16 de julho, os colaboradores da Quality Refeições Coletivas e Serviços, empresa sediada em Andradina e em várias outras cidades, tiveram a oportunidade de receber o palestrante e coach, Reginaldo Tech, em uma manhã muito descontraída e, sem dúvida, produtiva.

Conhecido por ministrar palestras vivenciais e dinâmicas modernas, com foco no protagonismo dos participantes, o palestrante abordou vários assuntos, entre eles a gestão estratégica, com base no desenvolvimento humano e tecnológico.


Após o almoço, todos
os colaboradores, vindos de várias cidades do Brasil, tiveram a oportunidade de continuar o treinamento, através de reuniões produtivas que enfocaram cada setor da Quality Refeições Coletivas e Serviços: comercial, operacional, logística, institucional, tecnologia de informação e desenvolvimento humano.

Com esse trabalho, o professor Reginaldo Tech colaborou para que a Quality continue no caminho dos bons resultados, objetivando a excelência e sempre servindo qualidade.

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Humaniza Brasil é o país com a saúde humanizada!

humaniza julho 2010

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Centro especializado em oncologia de São Bernardo do Campo comemora bons resultados

foto_hospital_padre_anchietaA consolidação do Hospital de Ensino Anchieta como um estabelecimento de saúde voltado ao tratamento de pacientes com câncer deverá ganhar forte impulso a partir de 2011. A expectativa foi ressaltada pelo secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, Arthur Chioro, ao analisar o desempenho do Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que completou nove anos de existência.

O diretor geral do Hospital Anchieta, Guillermo de Mello Oliveira, diz que a equipe do Cacon, além de competência técnica, tem demonstrado compromisso com a sequência do tratamento dos pacientes e que essa conduta apresenta reflexos na produtividade e na qualidade do atendimento. Segundo o diretor, nestes primeiros meses de 2010 foi registrado um aumento de 14% no número de consultas e nas sessões de quimioterapia.

Chioro considera que a equipe do Anchieta deve preparar-se para a mudança de perfil no atendimento, cuja característica passaria a ser de hospital oncológico, tendo em vista as perspectivas abertas com a melhoria das instalações, as possibilidades de convênios com o Governo Federal, o investimento nas bolsas de residência médica e na reorganização do complexo hospitalar do município.

O secretário de Saúde destaca a boa relação com a Faculdade de Medicina e a Fundação ABC e manifesta a convicção de que “cada centavo aplicado nessa parceria tem revertido em bons serviços para a população”. Ele chama a atenção para a necessidade de se repensar a formação dos residentes médicos nessa área da oncologia e da importância da Atenção Básica capacitar-se para o diagnóstico precoce da doença, além de promover hábitos saudáveis entre os usuários das unidades de saúde.

O secretário afirma que o Anchieta poderá oferecer melhor estrutura aos pacientes oncológicos quando forem concluídas as novas instalações do serviço de quimioterapia, previstas para o fim deste ano. Ele anunciou que está negociando com o Ministério da Saúde a celebração de um convênio com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o que poderá trazer mais recursos para o hospital.

Outra parceria importante, segundo o secretário, pode ser estabelecida com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que o Anchieta seja uma das instituições brasileiras a estudar os efeitos adversos de drogas contra o câncer. “Essa parceria com a Anvisa colocaria o Anchieta em um novo patamar, permitindo a obtenção de financiamentos, formação de profissionais e inserção em publicações científicas, além de possibilitar que tecnologias testadas em São Bernardo possam ser replicadas no Brasil inteiro”.

A transformação do Anchieta em hospital especializado em oncologia – conforme Plano Diretor Hospitalar aprovado em 2009 pelo Conselho Municipal de Saúde – será reforçada com a construção do Hospital de Clínicas, cujas obras têm início em agosto deste ano, com prazo de conclusão em 18 meses. “Com o Hospital de Clínicas, poderemos redefinir a organização do complexo hospitalar do município”, explica Chioro. Além de destinar o Anchieta para o tratamento oncológico, o Hospital Municipal Universitário (HMU) passaria a ser Hospital da Mulher, e o Pronto-Socorro Central transformar-se-ia em Hospital de Urgências e Emergências.

marketing 2010 B

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A Trinca Cultural chegou… com mais cultura para o interior e litoral paulista

apresentação trinca

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As mãos e os símbolos

copa 2014Antes mesmo da Humaniza Brasil ser fundada, uma foto, de pessoas próximas da Humaniza, já existia. Após a fundação, em meados de 2008, a mesma foto passou a integrar o book de imagens da Humaniza Brasil e diversos posts. A mesma foto virou referência na internet e já foi usada, inclusive, por outros blogs. Ou seja, caiu na rede.

MãosA foto da qual falamos é, na verdade, uma referência a um símbolo milenar, que significa integração ou… talvez, o holismo. As três mãos que se unem e que exercem o poder de um vórtice, que gira em prol de uma energia positiva, motivando a sociedade a ser cada vez MAIS.

Esta é a imagem do lado direito! A outra imagem é, nada mais, nada menos, que a logomarca da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, acima. E as duas imagens se aproximam… e se completam. As mãos que formam o símbolo usado pela Humaniza Brasil e as mãos que formam a logo da Copa no Brasil.

Só podemos dizer: estamos no caminho certo! Viva o Brasil!!

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Humanização… muito além das páginas e das teorias!

Mais uma vez a Humaniza Brasil publica material interessante sobre humanização na saúde. Hoje, um vídeo que circula no youtube e que foi produzido com uma música de lenine, Paciência. A reflexão vale muito à pena. Assista:

Faça contato com a Humaniza Brasil: 14-81531885 e conheça nossos projetos de humanização na saúde e gestão estratégica. Nosso e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Doe sangue! Julho é mês complicado para hemocentros.

cruz saúdePara se tornar um doador de sangue é necessário que a pessoa apresente as seguintes características: tenha entre 18 e 60 anos; pese mais de 50 quilos; não esteja grávida; já tenha se passado pelo menos 3 meses do último parto ou aborto; não tenha tido doença de chagas ou contato com o inseto barbeiro; não tenha tido malária ou estado em região de malária nos últimos 6 meses; não tenha hepatite ou sífilis; não seja epilético; tenha doado sangue há mais de 60 dias (homem) ou 90 dias (mulher); não tenha ingerido bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a doação; e tenha dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.


Atenção, serão realizados os
seguintes exames de triagem no sangue doado: AIDS; sífilis; hepatite; doença de chagas; HTLV I/II; formas raras de hemoglobina (anemias); e grupos Sanguíneos e Fator Rh.
O ato de doar sangue: não emagrece; não engorda; não afina o sangue; não engrossa o sangue; e não vicia.
ATENÇÃO: pessoas que foram vacinadas contra sarampo ou com a BCG estão impedidas de doar sangue por um mês. Pessoas vacinadas contra rubéola não podem doar por duas semanas.

A doação de sangue passo a passo:
1° Passo: O processo de doação leva aproximadamente meia hora. A doação em si dura apenas de 6 a 10 minutos.
2° Passo: Preencha a ficha do doador. Você ficará cadastrado em nosso banco.
3° Passo: Check-up médico. Um médico irá medir sua pressão e checar se você está apto a doar sangue. Não fique constrangido, algumas perguntas que fazem parte da rotina, serão feitas. Suas respostas são extremamente importantes e confidenciais.
4° Passo: A doação propriamente dita. Um profissional de saúde irá realizar a assepsia em seu braço e usar uma agulha descartável. Não há chance de contrair o vírus da AIDS ou nenhuma outra doença infecciosa doando sangue.
5° Passo: Após a doação você deverá descansar uns 10 minutos. Esse tempo é super importante e com isso você poderá fazer um lanche leve, fornecido gratuitamente.

Perguntas e Respostas
E se eu tiver uma tatuagem ou “body piercing”?
Pessoas que fizeram uma tatuagem recentemente devem esperar pelo menos um ano antes de doar sangue. Não importa quantas tatuagens a pessoa tenha, apenas a data da mais recente. Ter um “body piercing” não impede uma pessoa de doar sangue, desde que ele tenha sido feito em um estabelecimento licenciado. Fazer um “body pierce” em um estabelecimento não licenciado impede com que a pessoa faça uma doação por um ano.
Pessoas que tomam remédios podem doar sangue?
Se você estiver sob medicação, consulte um médico ou pergunte à equipe do banco de sangue se você tiver dúvidas se pode doar ou não.


Clique aqui e veja a relação de Hemocentros

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A urgência de psicólogo na emergência médica – por Sônia Cardoso Moreira Garcia

Imagem-de-quebra-cabeca-de-livroNa urgência e na emergência médica também circulam sentimentos e emoções que modificam e mesmo interferem nos cuidados de quem, neste setor, encontra-se. O nosso objetivo no trabalho, voltado para o acolhimento e para a humanização é ressaltar a necessidade de termos o psicólogo como o profissional a ser inserido nas unidades de emergências médicas. Profissional que deve promover a compreensão do que seja significar, reconhecer e legitimar instâncias outras, as quais também nos constituem e estão sempre ao redor, modificando o andamento das expectativas.

Dimensões estas que atravessam nossa rotina de vida, que se vê, subitamente, entrecortada pelo inusitado de um mal estar inesperado ou por um acidente de diversas ordens, onde nos vemos  inundados por medos, fantasias, inseguranças, tristezas, sensação de impotência, ansiedade e tantos outros sentimentos que valsam entre si, deflagrando uma condição perturbadora dentro de nós mesmos e dentro de uma sala de emergência médica.

Assim, busca-se compreender que há uma dimensão para além do orgânico. Dimensão que se faz presente e perceptível àqueles que estão afinados em percebê-la e a qual dita os rumos de um prognóstico e de um tratamento médico. Tratamos, aqui, da dimensão psíquica do ser e de seu poder de atuação em adoecimentos crônicos e/ou agudos, emergenciais, súbitos e que nos conduzem, a todos, para salas de emergências e urgências médicas, sendo recebidos por vozes desconhecidas, mãos que salvam mas que nunca nos tocaram…

Rostos que expressam a preocupação com nosso estado entre vida e morte. O setor de Emergência Médica é uma Unidade de total imprevisibilidade. A equipe que ali atua, como que um corpo de balé, onde seus movimentos devem ser precisos e isso, de forma harmonicamente peculiar, quase que orquestrada, a evidencia com singularidades.

Contudo, diferente do corpo de balé, a equipe do Pronto Socorro não dispõe de tempo hábil para ensaios e nunca se tem conhecimento prévio da música que será orquestrada no ato seguinte. O P.S. é o local aonde se chega não só com a dor física, mas também, com a dor psíquica, onde ambas possibilitam o deflagrar de vivências únicas.

É neste sentido que apontamos para a urgência do psicólogo nas emergências médicas, acolhendo e humanizando, compartilhando com os atores, paciente, família e equipe, suas angústias. Cabe a este preparado profissional a incisão adequada em intervenções psicológicas emergenciais.

Reconhecer o impacto psíquico na tríade paciente, equipe e familiar na Emergência Médica, aponta para a necessidade de inserção do psicólogo nesta equipe, minimizando todo o sofrimento advindo do inesperado do adoecimento e isto é um primeiro passo rumo à inovação no Acolhimento e na Humanização dentro da Unidade de Emergência Médica.

Sônia Cardoso Moreira Garcia: psicóloga clinica e hospitalar. Psicoterapia breve em trabalho de luto; psicoterapia breve em adoecimentos agudos, crônicos e dependência; acompanhamento em pré, per e pós Cirúrgico; gestão em saúde; Coordenação Municipal do Programa Nacional de Controle do Tabagismo – Resende/RJ; Coordenação do Grupo de Humanização – Hospital Municpal Manoel Martins de Barros – Itatiaia/RJ. Fone: 24 – 8816-7718.

assinatura  humaniza correta

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